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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Fórmula 1 2019 - GP do Canadá


Na pista, a Ferrari de Sebastian Vettel cruzou a linha de chegada em 1º lugar. No pódio, a posição se inverteu com seu perseguidor Lewis Hamilton, da Mercedes.

Nenhum dos dois, nem suas equipes, têm culpa. Uma lambança tão somente da FIA e seus comissários, numa daquelas decisões que ninguém gosta, pois matam o esporte.

O alemão foi punido com um acréscimo de 5 segundos por, perto do fim, fazer um passeio na grama e voltar à frente do inglês, quando era pressionado por este. Porém, não havia o que fazer e passar reto sujando os pneus, já seria prejuízo o suficiente.

Seus companheiros, Charles Leclerc, completou o pódio para a Scuderia, chegando na mesma posição em que havia largado, enquanto Valtteri Bottas, das Flechas Prateadas, chegou em 4º, tendo largado em 6º. Vettel foi o pole position, com Hamilton ao seu lado, diga-se.

Excelente prova para a Renault, com Daniel Ricciardo e Nico Hulkenberg em 6º e 7º, respectivamente. O australiano, diga-se, havia se classificado em 4º. E Hulk manteve a posição.

Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, fechou o top 5. Seu companheiro Pierre Gasly, que havia largado na posição do companheiro, chegou em 8º.

E completando a zona de pontuação, vieram o piloto da casa, Lance Stroll, da Racing Point, e Daniil Kvyat, da Toro Rosso.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

domingo, 2 de junho de 2019

Atualizando o blog: Fórmula 1, IndyCar e Formula E


Há quanto tempo, hein, pessoal?

Como muito foi noticiado, no dia 20 de maio, perdemos Niki Lauda, tricampeão mundial de Fórmula 1. O mundo do automobilismo deu todas as merecidas homenagens. E a que eu achei mais legal, é o que a imagem acima transmite.

Uma dobradinha da austríaco no último GP de Mônaco. Lewis Hamilton, da Mercedes, que largou da pole position, foi o vencedor, e Sebastian Vettel, da Ferrari, chegou em 2º (Valtteri Bottas completou o pódio pelas Flechas Prateadas). O inglês usou o casco do homenageado nos tempos de McLaren, e o alemão, o de sua Scuderia mesmo. As duas equipes pelas quais ele foi campeão (e o único a fazê-lo), em 1975, 1977 e 1964. Justamente as mais vitoriosas da categoria.

Foi uma corrida chata, como de se esperar das ruas do principado. Só Max Verstappen deu um pouco de emoção no final, atacando um Hamilton com pneus muito desgastados. Porém, o holandês tinha uma punição de 5 segundos, caindo para 4º, mas ainda à frente de seu companheiro na Aston Martin Red Bull, Pierre Gasly, autor da volta mais rápida. Piloto da casa, o outro ferrarista, Charles Leclerc, foi prejudicado na classificação e nem completou a corrida.


Outra prova da Tríplice Coroa do Automobilismo, disputada no mesmo dia, coroou Simon Pagenaud que, na semana anterior, já havia vencido o GP de Indianápolis no circuito misto. No oval, o francês foi o pole position e venceu as 500 Milhas de Indianápolis.

Da equipe Penske, o campeão de 2016 teve um duelo feroz contra Alexander Rossi, da Andretti, vencedor da prova naquele mesmo ano.

Ah! Quanto ao Fernando Alonso e sua Carlin-McLaren, nem se classificaram.

Por último, no dia anterior, a Formula E realizou o ePrix de Berlim, que novamente foi vencido por Lucas di Grassi, da Audi Sport. Mais um que se repete na temporada.

No entanto, quase tivemos novidade, já que Sébastien Buemi, da Nissan NISMO e.dams, foi o pole e chegou em 2º. Jean-Éric Vergme, da DS Techeetah, completou o pódio.

Assim, os dois últimos campeões vão se tornando cada vez mais protagonistas. Porém, ainda não estão sozinhos nesta disputa.

Na Jaguar I-Pace eTrophy, mais uma vitória de Cacá Bueno largando da pole position, com Sergio Jimenez outra vez repetindo da dobradinha para o Time Brasil e, agora, assumindo a liderança do campeonato.


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sábado, 30 de março de 2019

Fórmula 1 2019 - GP do Bahrein - Treinos Livres e Classificação


Até aqui, o GP do Bahrein tem sido da Ferrari, sempre com 1-2. Predominantemente com Charles Leclerc à frente de Sebastian Vettel, que apenas liderou o segundo treino de ontem. A pole position, acabou nas mãos do monegasco. Sua primeira, aos 21 anos. Estabelecendo ainda um novo recorde de pista.

Os quadros a seguir estão na seguinte ordem: FP1, FP2, FP3 e Qualifying.


É um pouco... complicado, quando você gosta mais do esporte a motor como um todo, apesar de naturalmente nutrir alguma simpatia ou antipatia por algum piloto ou equipe, lidar com as paixões do torcedor, a empolgação com um novo talento surgindo e tal. Mas sim, Leclerc foi mais rápido. E daí? É um garoto promissor, mas tem muito a aprender, ainda. E não, Vettel não desaprendeu. Está ali ao lado, na primeira fila. Ele é um tetracampeão, e tantas outras vezes foi vice. Assim como eventualmente na Mercedes, Valtteri Bottas bate Lewis Hamilton. E tudo bem, pessoal. São duplas fortes. É isso o que importa, num esporte que é de equipe.


Falando neles, a dupla das Flechas Prateadas vem logo atrás, com o pentacampeão à frente do finlandês vencedor da última prova. Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, fecha o top 5, enquanto seu companheiro, Pierre Gasly, foi apenas o 13º, logo atrás, inclusive, de Alexander Albon, da Toro Rosso. O outro rubro-taurino da escuderia satélite, Daniil Kvyat, foi 15º. Entre eles está Sergio Pérez, da Racing Point.


Voltando ao pessoal da superpole, tivemos os dois carros da Haas, com Kevin Magnussen em 6º e Romain Grosjean em 8º. Entre eles, a McLaren de Carlos Sainz Jr. e, aliás, o time de Woking também levou seus dois carros ao Q3, com Lando Norris em 10º, após uma belíssima atuação no Q2, salvo engano sendo o 4º mais rápido. Além desses, tivemos Kimi Raikkonen em 9º, enquanto seu companheiro na Alfa Romeo, Antonio Giovinazzi, foi o 16º, eliminado no Q1.

A propósito, os outros que saíram cedo foram, como infelizmente era de se esperar, as duas Williams na última fila, com George Russell superando Robert Kubica; Lance Stroll, da equipe cor-de-rosa do papai em 18º; e Nico Hulkenberg, da Renault, em 17º. Por pouco Daniel Ricciardo, também da esquadra francesa, não fi para o Q3, ficando em 11º.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1 2018/19: Albon na Toro Rosso; Bottas perde engenheiro; Pirelli continua como fornecedora única; Alonso troca F1 com NASCAR de Jimmie Johnson; sobre os testes; e outra troca, entre Vettel e Hamilton


A princípio ele já estava confirmado para correr pela Nissan e.dams na Formula E, porém, logo apareceram os rumores de uma negociação na Fórmula 1.

Dito e feito: o contrato foi rompido e foi anunciado que, Alexander Albon, atual vice-campeão da Fórmula 2, irá correr pela Toro Rosso-Honda. Com isso, os três primeiros colocados da divisão de acesso sobem, e ele se junta ao campeão George Russell, piloto Mercedes que correrá pela Williams, e ao 3º colocado, Lando Norris, da McLaren.

E com isso, tchau, tchau, Brendon Hartley. A outra vaga é de Daniil Kvyat, que está de volta ao certame.

Se um veio dos monopostos elétricos, outro faz o caminho inverso. Mas não é um piloto. Tony Ross, engenheiro do título de Nico Rosberg e desde então ao lado de Valtteri Bottas, deixa o finlandês para trabalhar na empreitada das Flechas Prateadas na outra categoria.

Há pouco mais de dois meses, eu falei sobre um possível ingresso da Hankook como fornecedora de pneus. Porém, a Pirelli segue como escolhida para ser a única fabricante de compostos.


Mal saiu da categoria, fazendo sua despedida ontem, e Fernando Alonso já foi se divertir com outros carros. Como aliás, já era esperado.

A McLaren foi para o Bahrein e levou seu carro de 2013, o último V8. Lá, o espanhol... pilotou o F1? Não. Este ficou para Jimmie Johnson. Isso mesmo, o bicampeão mundial pilotou o Chevrolet do heptacampeão da NASCAR no circuito de Sakhir.

Mas falando em Abu Dhabi agora, as equipes continuam por lá para os testes após o fim da temporada.


Por último, como um sinal de respeito mútuo, Lewis Hamilton, pentacampeão da Mercedes, e Sebastian Vettel, tetracampeão da Ferrari, fizeram uma troca de capacetes.


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domingo, 25 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP de Abu Dhabi - Corrida


Assim termina a temporada 2018 de Fórmula 1: com um, como era de se esperar, GP de Abu Dhabi muito chato. Nada surpreendente vindo do circuito de Yas Marina, embora outras categorias por lá consigam ser mais interessantes.

As emoções foram por circunstâncias alheias a competição: a despedida de Fernando Alonso do certame, com direito a escolta de sua McLaren por Sebastian Vettel e Lewis Hamilton até a reta principal, para darem zerinhos, as despedidas e de Daniel Ricciardo e de Kimi Raikkonen de suas equipes. O australiano terminou em 4º, OK. E o finlandês, melancolicamente, teve problemas em seu carro, abandonando.

Alonso, a propósito, foi apenas o 11º. Por pouco não levou o último pontinho em seu último GP. Completaria 1900 pontos na categoria. Ficou com 1899.


A corrida foi vencida por Hamilton, da Mercedes-AMG, com Vettel, da Ferrari, chegando em 2º e Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, completando o pódio. Como a outra Flecha Prateada, de Valtteri Bottas, apenas fechou o top 5, ele foi superado na classificação pelo holandês rubro-taurino que, por apenas 1 ponto, também não tomou o 3º posto do outro finlandês, da Scuderia. E isso porquê perdeu uma vitória fácil no GP do Brasil e a Red Bull, além dele mesmo, deu outros vacilos.

Em um excelente 6º lugar veio Carlos Sainz Jr., da Renault Sport, seguido pelo também muito bom Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber. Depois veio Sergio Pérez, da Racing Point Force India. E levando os últimos pontos, as Haas de Romain Grosjean e Kevin Magnussen, respectivamente.

Além do Iceman, também abandonaram com problemas em seus carros: Pierre Gasly, da Toro Rosso-Honda; Esteban Ocon, da Force India; e Marcus Ericsson, da Sauber, e que vai para a IndyCar no ano que vem. Já Nico Hülkenberg, da Renault, foi um caso de capotamento louco após tocar rodas com Grosjean, num lance normal de corrida, no qual o alemão foi otimista demais, ainda na primeira volta.


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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: McLaren da despedida de Alonso da Fórmula 1; Leigh bicampeão nos eSports; Dale Coyne anuncia Ferrucci na IndyCar; Vettel e Schumacher na ROC; Ticktum na Fórmula 2; e Calderón testa com DS Techeetah na Formula E


Fernando Alonso está se despedindo da Fórmula 1. O GP de Abu Dhabi, será o seu último. Por isso, a McLaren dará ao espanhol uma pintura especial neste final de semana, com as cores da Espanha e das Astúrias.

Enquanto isso, nos eSports da categoria, Bredon Leigh faturou o bicampeonato consecutivo da categoria, com uma etapa de antecedência, correndo pela... Mercedes. Até nisso (sem demérito algum), as Flechas Prateadas se deram melhor.

Na IndyCar, Santino Ferrucci, sim, aquele mesmo, que bateu no carro do coleguinha de propósito e por isso foi chutado da Fórmula 2, disputará a temporada 2019 pela Dale Coyne, onde eventualmente já correu.

O tetracampeão da Fórmula 1, Sebastian Vettel, voltará a correr na Race of Champions, no México. E se em outras ocasiões representou a Alemanha ao lado de Michael Schumacher, agora o fará com o filho deste, Mick, atual campeão da Fórmula 3 Europeia. De 2007 a 2012, consecutivamente, Vettel e Schumacher pai saíram vitoriosos da competição.

Vencedor das duas últimas Copas do Mundo de Fórmula 3, em Macau, Dan Ticktum, do Red Bull Junior Team, estreia na Fórmula 2 pela Arden, ainda este ano, na etapa final, em Abu Dhabi.

Por último, Tatiana Calderón, que andou bem ocupada esses dias testando pela Alfa Romeo Sauber em Fiorano, também ganhará uma oportunidade de experimentar os carros da Formula E, no teste que acontecerá na Arábia Saudita (lembrando que o direito de mulheres dirigirem por lá, é algo muito recente).


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domingo, 11 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP do Brasil - Corrida


O pentacampeão e pole position Lewis Hamilton venceu o GP do Brasil e a Mercedes se tornou pentacampeã consecutiva do mundial de construtores de Fórmula 1!

No entanto isso aconteceu para o inglês, digamos, ao contar com a sorte do azar alheio. Deu para entender? Acontece que este seria, facilmente, um triunfo de Max Verstappen. Seria o segundo consecutivo, inclusive. Mas o troféu acabou caindo no colo do #44. Ah! Se tivesse vencido, Verstappen passaria Valtteri Bottas na tabela. Já pensaram?

O holandês da Aston Martin Red Bull, eleito Piloto do Dia (mas que por mim desonrou o "título" fora da pista, mais tarde), vinha fazendo uma incrível escalada, ultrapassando um por um, com todo o seu arrojo, até chegar ao líder inglês e também superá-lo.

Voltas mais tarde, ele era seguido de perto por um retardatário. Seu velho rival na Fórmula 3 Europeia, Esteban Ocon. E ao final daquele ano (2014, se não me falha a memória), o francês é que saiu campeão. Pois bem, este tinha o direito de descontar a volta que tomou, se estivesse mais rápido. E estava. Pediu autorização ao time, e o chefe da Racing Point Force India concedeu.

Isso na entrada do S do Senna. Adivinhem o que aconteceu entre uma curva e outra... Isso mesmo: bateram e rodaram. Mas isso não causou o abandono de nenhum dos dois. Voltaram à pista, com o rubro-taurino mostrando o dedo do meio. Compreensível. Mas francamente, não é? Podia muito bem ter deixado o retardatário ir embora e pronto. Mas não... precisa ser marrento com quem até então estava em 16º.

Rolou até acusação da Red Bull (provavelmente vinda de Helmut Marko) de que foi proposital, para ajudar as Flechas Prateadas. Patético. Nem preciso comentar nada sobre.

Punição de stop and go de 10 segundos para Ocon. Pronto. Justo. Era para ter acabado aí. Mas na pesagem após a prova, Molequerstappen foi lá tirar satisfações com o pupilo da Mercedes, dando-lhe fortes empurrões no peito. Qual a necessidade? Não precisava dessa molecagem. Deixe as "Cenas Lamentáveis" para a NASCAR e para o futebol (Libertadores, em especial). Assim, foi punido pela FIA para fazer algum serviço comunitário. O que deve ser... sei lá, uma aula de karting para os garotos da escola de Fernando Alonso (brincadeira, só um exemplo mesmo).

Por falar no espanhol, ele e seu companheiro na McLaren, Stoffel Vandoorne, também foram punidos: acréscimo de 5 segundos e 2 pontos na carteira, por ignorarem bandeiras azuis.

Voltando para a corrida, Verstappen até tentou alcançar Hamilton e até chegou bem perto, mas, com o assoalho danificado, acabou ficando em 2º mesmo. Kimi Raikkonen completou o pódio pela Ferrari. Era o máximo que dava para fazer.

Fazendo uma excelente recuperação, o outro piloto da equipe austríaca, Daniel Ricciardo, finalmente voltou a completar uma prova, terminando em 4º. Bottas fechou o top 5 e levou mais uns pontos para as Flechas Prateadas serem campeãs mais uma vez. E Sebastian Vettel, da Scuderia, foi apenas o 6º, mas com uma parada extra - que com novos pneus super macios, fez a volta mais rápida da corrida.

No restante do pelotão da zona de pontuação, mas agora entre os mortais: um ótimo 7º lugar para Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber, seguido pela dupla da Haas, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, respectivamente e o último pontinho ficou com Sergio Pérez, da esquadra cor-de-rosa.

Recolheram-se aos boxes Marcus Ericsson, da Sauber, com danos no assoalho que deixavam o carro impossível de pilotar sem rodar, e Nico Hülkenberg, que também teve problemas em sua Renault Sport.





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sábado, 10 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP do Brasil - 3º Treino Livre


Última sessão de treinos livres para o GP do Brasil 2018 de Fórmula 1, no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo.

No primeiro treino, deu Red Bull. Mais tarde, no mesmo dia, Mercedes. E hoje, Sebastian Vettel liderou a última sessão pela Ferrari. Equilíbrio.

A Scuderia, em especial, parece ter evoluído mais de ontem para hoje. A diferença de tempo para os demais foi bem folgada e, além disso, parecem ter superado o desgaste excessivo dos pneus, em especial super macios e mais ainda no carro do alemão, que estavam enfrentando - ou pelo menos diminuíram isso.

Companheiro deste, Kimi Raikkonen ficou em 4º. Entre os carros vermelhos, ficaram as Flechas Prateadas de Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, sendo o inglês mais rápido do que o finlandês. Depois vieram os rubro-taurinos, Max Verstappen e Daniel Ricciardo, respectivamente.

Mantendo-se como quarta força do grid neste final de semana e até melhorando mais, em seguida vieram as Haas de Kevin Magnussen, que progrediu bem, e Romain Grosjean, que caiu um pouco. Nesta ordem.

Surpreendentemente, Pierre Gasly colocou uma hoje mais inspirada Toro Rosso-Honda em 9º e, fechando o top 10, veio Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber.

Ah, é! Já ia me esquecendo: o tempo de Vettel, até então, é o novo recorde de pista de Interlagos.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: Ericsson na IndyCar; testes em Austin; Giovinazzi e Caldrón pilotam Alfa Romeo Sauber; pneus para o GP do Brasil de Fórmula 1; Vettel e Coulthard na ROC; e mais das placas Mercosul


Mesmo continuando como piloto reserva da Alfa Romeo Sauber, pois perderá seu lugar na Fórmula 1 ano que vem para Antonio Giovinazzi, Marcus Ericsson não quer ficar parado.

O sueco anunciou hoje que em 2019 irá correr pela Schmidt Peterson Motorsports na IndyCar Series, formando dupla com James Hinchcliffe. Até já fez o molde do banco, como podem ver. E não, ele não está substituindo o lecionado Robert Wickens

Este está passando por uma árdua recuperação e, trago notícias tristes: está quase totalmente paralisado da cintura para baixo. Mas caso se recupere (esperamos muito que sim), terá seu carro disponível para correr.


Falando em reservas, Giovinazzi foi à pista hoje, ainda no Autódromo Hermanos Rodríguez, para fazer testes com novos compostos da Pirelli. Depois, a também reserva Tatiana Calderón fez sua estreia pela equipe, completando 25 voltas.

E falando em testes e também em IndyCar, se a categoria irá correr no Circuito das Américas ano que vem, já seria bom conhecê-lo, não? Pois bem, foi o que aconteceu esta semana.

Tony Kanaan e Alexander Rossi, da AJ Foyt e da Andretti, respectivamente, pilotaram esta semana na pista de Austin, no Texas. Dois vencedores das 500 Milhas de Indianápolis. Lembrando que não foi a primeira vez do americano por ali, já que correu pela extinta Manor na Fórmula 1.

Voltando a tratar de pneus, a Pirelli divulgou as escolhas dos pilotos/das equipes para o GP do Brasil, que acontece sem ser neste, no final de semana seguinte.


Diga-se de passagem, na ala gamer do evento, teremos um convidado especial: Eduardo Benvenuti, mais conhecido como BRKsEDU.

Já que este post está um vem e vai só, retornando ao México, onde acontecerá a próxima edição da Race of Champions, dois nomes vitoriosos da disputa foram confirmados: Sebastian Vettel e David Coulthard.

E por último, já de saco cheio sobre este assunto e, aliás, mais um vem e vai: após terem sido suspensas, as placas do Mercosul voltaram a ser liberadas - embora o Detran do Rio de Janeiro tivesse continuado os procedimentos, com o aval do Governo Federal.


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domingo, 28 de outubro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP do México - Corrida


Merecidamente, piloto do dia: Max Verstappen tomou a liderança logo na largada, para não mais sr incomodado e só abrir distância sobre os adversários, vencendo o GP do México.

Poderia ser uma dobradinha da Aston Martin Red Bull, porém, mais uma vez, uma unidade motriz Renault do carro de Daniel Ricciardo, para variar, foi para o saco.

Outros abandonos foram do piloto da casa, Sergio Pérez, da Racing Point Force India, Carlos Sainz Jr., da Renault Sport e Fernando Alonso, da McLaren.


Mas talvez Sebastian Vettel pudesse superar o australiano. O alemão e seu companheiro Kimi Raikkonen, completaram o pódio pela Ferrari no Autódromo Hermanos Rodríguez.

A grande festa, porém, foi daquele que após sofrer muito com os pneus, chegou apenas em 4º lugar: Lewis Hamilton é pentacampeão mundial de Fórmula 1!

Interessante... Ano passado, Hamilton também conquistou o título na Cidade do México, igualmente numa vitória de Verstappen.


Foi admirável o respeito entre o inglês e seu rival tetracampeão alemão, se cumprimentando após a prova. É assim que se comportam os grandes esportistas.

Valtteri Bottas completou o top 5 para a Mercedes, que ficou perdidinha sobre o consumo de pneus. Ficaram e ficamos sem entender o que estava acontecendo, mas convenhamos que, considerando os treinos, não foi uma surpresa.

Passando para os mortais, Nico Hülkenberg terminou em um ótimo 6º lugar pela Renault Sport. A Alfa Romeo Sauber pontuou com os dois carros, com Charles Leclerc e Marcus Ericsson em 7º e 9º, respectivamente. Entre eles, a McLaren de Stoffel Vandoorne. E levando o último pontinho, Pierre Gasly, da Toro Rosso-Honda, que havia largado em último.





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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Fórmula 1 2018/19 - Sette Câmara pode ser reserva da McLaren; punição para Vettel e Gasly; e Toro Rosso com KFC


Dos pilotos da Carlin na Fórmula 2, possivelmente Lando Norris não será o único a subir para a Fórmula 1. Embora este seja como titular, seu companheiro Sérgio Sette Câmara poderá ser reserva do time de Woking no ano que vem, com apoio da Petrobras, parceira da equipe.

Agora, falemos de punições... Por supostamente ter desrespeitado a bandeira vermelha do primeiro treino livre para o GP dos Estados Unidos, Sebastian Vettel da Ferrari, perderá três posições no grid de largada; e Pierre Gasly e Brendon Hartley, da Toro Rosso-Honda, também vão lá para trás por mais uma vez trocarem componentes da unidade motriz. Aguardemos a classificação para confirmarmos as posições.

Ainda falando na equipe satélite rubro-taurina, a McLaren não será a única patrocinada por um grande ícone alimentício local. Os italianos estão contando com o apoio da Kentucky Fried Chicken - ou simplesmente: KFC.


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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Rússia - 1º Treino Livre


Sebastian Vettel levou a Ferrari ao topo no primeiro treino livre para o GP da Rússia de Fórmula 1, em Sochi.

Um pentelhímetro menos rápido, veio Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull que, curiosamente, está até usando uma unidade motriz mais "obsoleta" da Renault, alegando que a última versão não se daria bem na altitude russa.

Em seguida, veio a dupla da Mercedes, com Lewis Hamilton à frente de Valtteri Bottas. Fechando o top 5, o outro rubro-taurino, Daniel Ricciardo.

O outro da Scuderia, Kimi Raikkonen, foi apenas o 7º. Entre ele e o australiano, ficou Esteban Ocon, com a Racing Point Force India.

Por último, gostaria de destacar o 10º lugar de Antonio Giovinazzi com a Alfa Romeo Sauber, na semana em que foi anunciado como titular do time para o ano que vem. Seu companheiro Charles Leclerc teve problemas com o carro, ficando apenas em 14º.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

domingo, 16 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP de Singapura - Corrida


No máximo passando um aperto com o tráfego de retardatário, num não aberto a erros circuito de rua, ao final da prova, Lewis Hamilton trouxe mais uma vitória para a Mercedes no GP de Singapura de Fórmula 1, sem maiores dificuldades.

Logo na largada, o inglês já conseguiu se manter bem na liderança da pole position conquistada ontem. Quem esteve mais próximo de lhe oferecer algum perigo, foi Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull. Mas o adversário direto deste na prova, foi Sebastian Vettel, embora o mesmo tenha ficado para trás por erro de estratégia da Ferrari, mas pelo menos conseguiu completar o pódio.


Assim, o tetracampeão das Flechas Prateadas abre 40 pontos de vantagem sobre o tetracamopeão da Scuderia no mundial de pilotos. Entre as equipes, a diferença é de 37 pontos.

Seus respectivos companheiros, Valtteri Bottas e Kimi Raikkonen, conterrâneos, voltaram a se enfrentar na pista e, nesta ordem, cruzaram a linha de chegada. Por último entre a galera das equipes de ponta, ficou o outro rubro-taurino, Daniel Ricciardo.


O "melhor do resto" num incrível 7º lugar pela McLaren e o único a não tomar uma volta, largando de 11º, claro, foi Fernando Alonso, seguido por aquele que o sucederá, Carlos Sainz Jr., da Renault Sport, que teve seu outro carro, de Nico Hülkenberg, fechando a zona de pontuação. Entre eles, ficou Charles Leclerc, com mais uma ótima performance pela Alfa Romeo Sauber.

Apesar de ter sido uma corrida chata, não faltaram confusões, com direito a safety car logo na primeira volta. As Racing Point Force India se encontraram, causando o único abandono da prova, de Esteban Ocon. Depois disso, Sergio Pérez ainda se estranhou com Sergey Sirotkin, da Williams. Por isso, ambos foram embora com uns pontinhos da FIA na carteira.





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sábado, 15 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP de Singapura - 3º Treino Livre e Classificação


Surpreendente, inacreditável, espetacular, enfim, não sei qual a palavra certa para descrever a façanha de Lewis Hamilton hoje, no circuito de rua de Marina Bay, na classificação para o GP de Singapura 2018 de Fórmula 1.

Red Bull era a favorita ao longo da semana e, junto com Ferrari, foram as mais rápidas ontem.

Considerando que o alemão de Maranello liderou o último treino livre, com até então mais um recorde de pista, era dele que estávamos esperando a pole position. Ou de seu companheiro Iceman, já que este completou a dobradinha.


Longe do favoritismo, a Mercedes era colocada atrás da Aston Martin Red Bull e da Ferrari, nesta pista. Como esperado, teremos um rubro-taurino na primeira fila. Mas será em 2º, pois Max Verstappen (nada mal para quem reclamou tanto do motor Renault) foi superado pelo inglês.

Sebastian Vettel, da Scuderia, larga atrás desses dois, em 3º, dividindo fila com a outra Flecha Prateada, de Valtteri Bottas. O outro ferrarista, Kimi Raikkonen, fecha o top 5, ao lado de Daniel Ricciardo, da Red Bull.

Aida sobre a galera do Q3, a Racing Point Force India teve Sergio Pérez em 7º e Esteban Ocon em 9º. Entre eles, a Haas de Romain Grosjean, enquanto companheiro deste, Kevin Magnussen, ficou em 16º, eliminado no Q1. Outros eliminados nesta parte, foram: as Williams de Lance Stroll e Sergey Sirotkin, Stoffel Vanoorne da McLaren e Brendon Hartley da Toro Rosso-Honda.

Fechando a superpole, tivemos Nico Hülkenberg, da Renault Sport, em seu 150º GP de Fórmula 1 e... nenhum pódio. É bizarro. O cara é bom. Em seu ano de estreia, 2010, cravou a pole position no GP do Brasil, numa Interlagos molhada, com uma Williams (!) de motor Cosworth (!). Foi campeão da GP2 Series em 2009, da Fórmula 3 Europeia em 2008 (entre outros títulos na base) e vencedor das 24 Horas de Le Mans em 2015, na classe LMP1, pela Porsche.


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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: o teste de Alonso na IndyCar Series; estreias na Harding com novo carro; FIA impõe proibição à Ferrari na Fórmula 1; reclamações de Vettel; e MotoGP vai ao Vaticano se encontrar com o Papa Francisco


Finalmente, chegou o tão esperado dia para Fernando Alonso: fez o teste com o novo carro da IndyCar Series, categoria que deve ser seu destino ao se aposentar da Fórmula 1. Pois parece ter gostado bastante da experiência.

Bem na quarta-feira desta semana, como esperado. Foi no circuito misto do Barber Motorsports Park, no Alabama, em que o espanhol pilotou um bólido da Andretti. Um time tradicional e de longa parceria com a... Honda. Aliás, a marca nipônica não estava exposta na carenagem, assim como nenhum patrocinador.

Mudando de equipe, a jovem Harding irá alinhar um segundo carro na decisão do campeonato em Sonoma. E contará com dois novos pilotos, em todos os sentidos: Patrício O'Ward e Colton Herta, respectivamente campeão e vice-campeão da Indy Lights este ano.

Na Fórmula 1, a Ferrari estava tampando o câmera onboard de seus carros enquanto estes ficavam nos boxes, com uma bolsa de gelo, alegando a necessidade de um resfriamento naquela parte. Mas como as equipes tentam esconder de tudo na categoria, é claro que poderia ser isso. A FIA, então, proibiu que continuassem o fazendo, sob suspeita de que era para ocultar algo no trabalho dos mecânicos. Algo que poderia dar alguma vantagem - não necessariamente fora do regulamento - e, assim as outras equipes poderiam aprender o mesmo e copiar a prática.

Falando em Ferrari, queria dizer rapidinho que Sebastian Vettel está parecendo cada vez mais desestabilizado psicologicamente. Reclamando até mesmo da boa performance de seu companheiro de equipe, Kimi Raikkonen. Eu entendo que eles são os "jogadores" que representam um time (é o mundial de construtores que importa, afinal), mas o automobilismo tem seu quê de individualidade - embora seja, sim, muito coletivo. O que fica contraditório, pois o alemão também diz dispensar ordens de equipe, pronto para correr contra todos.

Do meio do campeonato em diante, é normal e compreensivo um companheiro ajudar o outro, se só um está na disputa pelo título. Mas de fato, isso mata um pouco a esportividade. Na Mercedes, Valtteri Bottas está trabalhando direitinho para Lewis Hamilton, de um jeito que chegou a ficar feio em Monza. Mas se Vettel reclamar demais, vai lembrar muito um Hamilton de poucos anos atrás - e talvez até ainda atual, dependendo do caro, pois não é muito bom perdedor, não.

Mas... paciência. Campeões costumam ser bem chatos e até chorões quando querem, mesmo. Por isso evito ao máximo entrar nessa esfera pessoal, mas é impossível ignorar quando são os postulantes ao caneco. Enfim, falei que era rapidinho e até acabei passando do ponto. Vamos mudar isso aí (putz, ficou parecendo jargão político).

Às vésperas do GP de San Marino, na Itália, a MotoGP aproveitou para ir ao Vaticano e alguns pilotos conheceram o Papa Francisco. O que também aconteceu este ano com a Formula E, diga-se de passagem.


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Um abraço!

domingo, 2 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Itália - Corrida


Que corrida! Bem disputada, cheia de emoções e um pouco de controvérsias. Assim foi o GP da Itália 2018 de Fórmula 1, em Monza.

Largando apenas em 3º, Lewis Hamilton foi o improvável vencedor, num cenário de puro favoritismo da Ferrari. Mas, há explicações para tal. Sem querer menosprezar. O inglês deu um espetáculo, sim. Mas também é meio superestimado.

Dada a largada, o pole position Kimi Raikkonen manteve a ponta, até então com seu companheiro de Scuderia, Sebastian Vettel, vindo logo atrás. Eis que no final do setor 1, o tetracampeão da Mercedes foi dar o bote no tetracampeão alemão. Nisso, eles se tocaram. Normal, coisa de corrida. Porém, o ferrarista rodou, quebrou a asa dianteira e caiu para último.

Reduzindo o prejuízo, o safety car entrou na pista nessa mesma volta. Mas isso por outra razão, vinda lá de trás: Brendon Hartley, da Toro Rosso-Honda, que se acidentava e abandonava. Vettel foi para os boxes, trocou a asa e adiantou sua troca de pneus também, substituindo os supermacios pelos macios. Começaria ali a sua longa recuperação.

Relargada dada, e Hamilton já foi para cima de Raikkonen, ultrapassando-o, mas logo em seguida, o Iceman já deu o troco, recuperando a posição. Detalhe: isso tudo sem DRS.

Dali em diante, o finlandês mostrou toda a força do carro vermelho, que desde os treinos de sexta-feira, claramente era o melhor da etapa. Lá na frente, os dois fizeram suas paradas (com direito a blefe do inglês) e o finlandês se manteve à frente. Porém, dali em diante seria segurado por seu compatriota, Valtteri Bottas, o cachorrinho escudeiro favorito das Flechas Prateadas e possivelmente agora inimigo público nº 1 da Finlândia. OK, é o trabalho dele, que corre pelo time e tem um piloto disputando o título. Compreensível. Mas que gera um climão anti-esportivo, gera, sim.

Resultado: Hamilton se aproximou demais de Raikkonen e este, além de perder tempo atrás de Bottas, devido a essa proximidade durante tantas voltas, ainda desgastou demais os seus pneus. Bottas nos boxes e, poucas voltas depois, Hamilton fez não mais do que a sua obrigação ao ultrapassar o adversário. Raikkonen, sim, foi heroico em resistir tanto tempo nessas condições.

Assim, o pódio foi Hamilton, Raikkonen e Bottas, respectivamente. Obviamente, em Monza, as vaias vieram para os da equipe tedesca e, me parece, mais para o #77 do que para o vencedor, que até... digamos que elogiou o público. Disse que tirou forças das vaias. Entçao de certa forma, reconhece a força da torcida.

Ah! Diga-se de passagem, Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, é que deveria ir ao pódio. Se numa batida com Bottas no final da primeira reta, não tivesse sido como culpado, levando ainda um acréscimo de 5 segundos ao seu tempo final como punição. Os dois estavam travando um belo duelo e, molequerstappen, avisado da punição, quis terminar na frente, na pista. Chilique inútil, mas que ele viu como questão de honra. E deve se ressaltar que ele tirou leite de pedra.

Particularmente, vi o incidente como algo tão normal quanto Hamilton vs. Vettel. Inclusive este ainda levou a 4ª posição, terminando assim a sua recuperação. E ao holandês restou fechar o top 5.

Quanto ao outro rubro-taurino, Daniel Ricciardo mais uma vez sofreu uma quebra, lá para metade da prova, mais ou menos. Mais para o final, creio eu. E outro abandono por alguma falha, coincidentemente ou não, outro que usa motor Renault, foi de Fernando Alonso, da McLaren, com apenas 10 voltas.

Voltando à zona de pontuação, Romain Grosjean voltou a pontuar pela Haas, chegando em 6º. Depois vieram os carros da Racing Point Force India, com Esteban Ocon à frente de Sergio Pérez, já colando na Alfa Romeo Sauber pela 8º posição no mundial de construtores, já que foram zerados.

Em 9º, chegou Carlos Sainz Jr., da Renault Sport. E milagrosamente, pelo carro e mais ou menos pelo piloto também (sim, já defendi muito, não nego, mas ele tem feito por onde desmerecer), fechando a zona de pontuação, Lance Stroll, da Williams. E por pouco que o time de Grove não pontuou com os dois carros, pois Sergey Sirotkin chegou em 11º.

Atualização: a Renault questionou a FIA sobre a legalidade do carro da Haas e, feita a inspeção, encontraram uma irregularidade no assoalho, desclassificando o piloto francês que havia pontuado; assim, todos que chegaram atrás dele, ganham uma posição; consequentemente, Sirotkin marca seu primeiro ponto e o time de Grove pontua com os dois carros.





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sábado, 1 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Itália - 3º Treino Livre e Classificação


O dia começou com a Ferrari, em casa, reforçando os melhores tempos de ontem, com Sebastian Vettel liderando a última sessão de treinos livres.

Pertinho do alemão, veio Lewis Hamilton, da Mercedes, seguido por seus respectivos companheiros, Kimi Raikkonen e Valtteri Bottas, nesta ordem. Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, fechou o top 5.


Porém mais tarde, na hora do vamos ver, o pole position para o GP da Itália foi... Raikkonen! Com Vettel fechando a primeira fila para a Scuderia, para o delírio dos tifosi em sua corrida local. O que não acontecia desde 2000. E "apenas" pole, desde 2010 - quando ainda veio a vitória. Já a última dobradinha de corrida, alvo engano foi em 2004, com Rubens Barrichello em 1º e Michael Schumacher em 2º.

Não "só" isso, o Iceman também estabeleceu um novo recorde de pista, não exatamente apenas em Monza, como também tornou-se a volta mais rápida da história Fórmula 1. Diga-se de passagem, a última pole do finlandês havia sido no ano passado, no GP de Mônaco.

Independente das estratégias pré-definidas no time de Maranello, como posteriormente foi discutido, fato é que o #5 cometeu um pequeno erro em sua volta final. Então, não me venham com desculpas.

Na segunda fila, vieram as Mercedes de Hamilton e Bottas, respectivamente. Completando o top 5, veio o rubro-taurino holandês, que dividirá fila com Romain Grosjean, da Haas.

Em seguida, nesta ordem: Carlos Sainz Jr., da Renault Sport; Esteban Ocon, da Racing Point Force India; Pierre Gasly, da Toro Rosso, fazendo milagre com o motor Honda numa pista que exige muito deste; e talvez mais do que isso, fechando a superpole, Lance Stroll, finalmente colocando a Williams no Q3.

De resto, fiquei ligeiramente surpreso com as Alfa Romeo Sauber deixando as atividades no Q1, assim como o carro cor-de-rosa de Sergio Pérez. Daniel Ricciardo, da Red Bull, eliminado no Q2, e entre os menos velozes deste. E teve Fernando Alonso, da McLaren, e Kevin Magnussen, da Haas, trocando farpas na pista.

P.S.: de qualquer forma, Ricciardo, assim como Nico Hülkenberg, largaria do fim do grid mesmo. Esqueci disso.


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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1 2018: calendário provisório de 2019; Hülkenberg larga com a Renault no fim do grid em Monza; Kvyat ou Giovinazzi podem ir para a Toro Rosso; e Vettel bate Ferrari em exibição


A Fórmula 1 divulgou hoje o calendário provisório da temporada 2019 da Fórmula 1, ainda sujeito ao aval da FIA.

Serão 21 etapas durante nove meses de campeonato e, como apontavam alguns boatos desta semana, teremos o GP da Alemanha, até então de fora. Tais rumores apontam para Hockenheim, mas o Liberty Media também estava negociando com Nürburgring.

Não será mais Daniel Ricciardo, da Red Bull, que largará em último no GP da Itália, mas sim seu futuro companheiro de equipe, Nico Hülkenberg, mais ou menos pela mesma razão: troca de componentes na unidade motriz Renault. "Aproveitando" a punição sofrida pelo que aprontou no GP da Bélgica, já que largaria de trás, os franceses trocaram mais partes.

Ah, as voltas que o mundo dá...

Outro dia, Daniil Kvyat era piloto da Red Bull, até que ofuscado por Max Verstappen, então na Toro Rosso, tiveram seus papéis invertidos. Depois, substituído por Brendon Hartley, ele não ficou fora só da STR, mas da companhia como um todo.

Foi quando a Ferrari o acolheu. E ele já botou as mãos nos volantes dos bólidos vermelhos. Agora, os rubro-taurinos batem na porta da Scuderia, pedindo o russo de volta, ou então Antonio Giovinazzi, reserva da Alfa Romeo Sauber e também da própria equipe de Maranello.

Acontece que com Pierre Gasly subindo para o time principal e um inconstante Hartley, a satélite italiana se vê sem opções para 2019, então resolveram pedir emprestado aos vizinhos. Christian Horner, Helmut Marko e Franz Tost teriam conversado com Maurizio Arrivabene. Agora, vamos ver se alguma coisa sai daí. Seu plano A era o piloto mais próximo da Fórmula 1, dentro de seu próprio programa de desenvolvimento, a Red Bull Junior Team: Dan Ticktum. Mas possivelmente este não terá a superlicença para o ano que vem, requisito indispensável.

Ainda falando na Scuderia, mas coisa à toa, que todos já devem ter visto: em exibição em Milão, Sebastian Vettel bateu. Velocidade baixa. Nada demais. Depois ele disse estar usando o volante de Kimi Raikkonen.

P.S.: já postei hoje sobre os primeiros treinos livres do GP da Itália.


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