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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Atualizando o blog: notícias de Fórmula 1, F2, WEC, IMSA e Formula E


Começando com algumas considerações sobre a temporada, mais especificamente quanto ao carro, da McLaren em 2018, com base em declarações dom presidente-executivo desta, Xeque Mohammed bin Essa Al Khalifa.

Segundo este, o time de Woking até tinha uma especificação B do MCL33, e eu cheguei a comentar algo sobre. Porém não compensava implantá-la devido ao atraso para identificar uma falha estrutural do bólido. Por isso, ao que parece, o mesmo ficou sem grandes atualizações desde maio - razão pela qual o desempenho caiu tanto em relação aos primeiros GPs da temporada.

E ah! Lembram do carro de Fernando Alonso passando sobre o cockpit da Alfa Romeo Sauber de Charles Leclerc no GP da Bélgica? A FIA apurou e divulgou hoje que o halo realmente salvou a vida do monegasco. Aliás, vimos o dispositivo fazer seu trabalho em outras categorias este ano.

A TAG Heuer, que está com a Aston Martin Red Bull desde 2015, renovou seu vínculo com os austríacos pelos próximos 3 anos.

Quando ao mecânico da Ferrari acidentalmente (óbvio) atropelado por Kimi Raikkonen no GP do Bahrein, Francesco Cigarini pôde voltar a trabalhar esta semana.

Falei aqui anteontem da UNI-Virtuosi no lugar da Russian Time na Fórmula 2 a partir do ano que vem. A equipe anunciou a sua dupla de pilotos: Luca Ghiotto e Guanyu Zhou.

A FIA aprovou os Hipercarros no lugar do LMP1 do WEC para a super-temporada 2020-2021. Eis o regulamento. A categoria também anunciou seu retorno a Sebring para uma corrida de 1000 milhas em março do ano que vem, assim como o calendário da temporada 2019-2020, que vai se setembro de um ano até junho do outro. Falando nisso, foi também confirmado o calendário 2019 da Fórmula 1.

Ainda no endurance, mas agora de IMSA ou SportsCar, Rubens Barrichello fará mais uma participação no certame. Ele correrá de protótipo pela equipe JDC nas 24 Horas de Daytona.

Nos monopostos elétricos, sabem aquele "modo Mario Kart"? Chamado assim a princípio, a Formula E divulgou um vídeo bem legal mostrando o básico de seu novo "Modo Ataque", que nada mais é do um trecho da pista no qual um carro ganhará potência extra para fazer ultrapassagens, como o DRS dos F1.


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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1 2018: o nº 1 voltou; reservas da Mercedes; e sobre os testes coletivos


Antes de a Fórmula 1 adotar os números como identidades dos pilotos, com estes podendo escolher com qual correriam, o carro nº 1, em regra, era do campeão da temporada anterior.

Com essa mudança, passou a ser facultativo e, nos títulos que conquistou em 2014, 2015 e 2017, Lewis Hamilton optou por manter o #44 em sua Mercedes. Mas hoje, ele pensou bem e... eis que a Flecha Prateada apareceu em Yas Marina com o #1 estampado.

Agora, finjam surpresa: sem lugar como titular na Racing Point Force India e na categoria como um todo, Esteban Ocon ocupará o posto de piloto reserva do supramencionado time. A novidade mesmo é que Stoffel Vandoorne, de saída da McLaren, terá a mesma oportunidade, por ser piloto da HWA na Formula E. Mas ambos andarão muito mais no simulador.

E após o GP de Abu Dhabi, nos testes coletivos que acontecem por lá no pós-temporada, Kimi Raikkonen já assumirá o volante da Alfa Romeo Sauber, da qual será titular no ano que vem. Ou seja, Charles Leclerc já deve ir de Ferrari. E na McLaren, mesmo que esteja de saída, não descartam a participação de Fernando Alonso.


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domingo, 11 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP do Brasil - Corrida


O pentacampeão e pole position Lewis Hamilton venceu o GP do Brasil e a Mercedes se tornou pentacampeã consecutiva do mundial de construtores de Fórmula 1!

No entanto isso aconteceu para o inglês, digamos, ao contar com a sorte do azar alheio. Deu para entender? Acontece que este seria, facilmente, um triunfo de Max Verstappen. Seria o segundo consecutivo, inclusive. Mas o troféu acabou caindo no colo do #44. Ah! Se tivesse vencido, Verstappen passaria Valtteri Bottas na tabela. Já pensaram?

O holandês da Aston Martin Red Bull, eleito Piloto do Dia (mas que por mim desonrou o "título" fora da pista, mais tarde), vinha fazendo uma incrível escalada, ultrapassando um por um, com todo o seu arrojo, até chegar ao líder inglês e também superá-lo.

Voltas mais tarde, ele era seguido de perto por um retardatário. Seu velho rival na Fórmula 3 Europeia, Esteban Ocon. E ao final daquele ano (2014, se não me falha a memória), o francês é que saiu campeão. Pois bem, este tinha o direito de descontar a volta que tomou, se estivesse mais rápido. E estava. Pediu autorização ao time, e o chefe da Racing Point Force India concedeu.

Isso na entrada do S do Senna. Adivinhem o que aconteceu entre uma curva e outra... Isso mesmo: bateram e rodaram. Mas isso não causou o abandono de nenhum dos dois. Voltaram à pista, com o rubro-taurino mostrando o dedo do meio. Compreensível. Mas francamente, não é? Podia muito bem ter deixado o retardatário ir embora e pronto. Mas não... precisa ser marrento com quem até então estava em 16º.

Rolou até acusação da Red Bull (provavelmente vinda de Helmut Marko) de que foi proposital, para ajudar as Flechas Prateadas. Patético. Nem preciso comentar nada sobre.

Punição de stop and go de 10 segundos para Ocon. Pronto. Justo. Era para ter acabado aí. Mas na pesagem após a prova, Molequerstappen foi lá tirar satisfações com o pupilo da Mercedes, dando-lhe fortes empurrões no peito. Qual a necessidade? Não precisava dessa molecagem. Deixe as "Cenas Lamentáveis" para a NASCAR e para o futebol (Libertadores, em especial). Assim, foi punido pela FIA para fazer algum serviço comunitário. O que deve ser... sei lá, uma aula de karting para os garotos da escola de Fernando Alonso (brincadeira, só um exemplo mesmo).

Por falar no espanhol, ele e seu companheiro na McLaren, Stoffel Vandoorne, também foram punidos: acréscimo de 5 segundos e 2 pontos na carteira, por ignorarem bandeiras azuis.

Voltando para a corrida, Verstappen até tentou alcançar Hamilton e até chegou bem perto, mas, com o assoalho danificado, acabou ficando em 2º mesmo. Kimi Raikkonen completou o pódio pela Ferrari. Era o máximo que dava para fazer.

Fazendo uma excelente recuperação, o outro piloto da equipe austríaca, Daniel Ricciardo, finalmente voltou a completar uma prova, terminando em 4º. Bottas fechou o top 5 e levou mais uns pontos para as Flechas Prateadas serem campeãs mais uma vez. E Sebastian Vettel, da Scuderia, foi apenas o 6º, mas com uma parada extra - que com novos pneus super macios, fez a volta mais rápida da corrida.

No restante do pelotão da zona de pontuação, mas agora entre os mortais: um ótimo 7º lugar para Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber, seguido pela dupla da Haas, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, respectivamente e o último pontinho ficou com Sergio Pérez, da esquadra cor-de-rosa.

Recolheram-se aos boxes Marcus Ericsson, da Sauber, com danos no assoalho que deixavam o carro impossível de pilotar sem rodar, e Nico Hülkenberg, que também teve problemas em sua Renault Sport.





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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: a Ford F-150 de Ken Block; perda na Ferrari na Fórmula 1; e Seletiva de Kart Petrobras dá oportunidade de Fórmula 4 pela Carlin


Ken Block apresentou mais um de seus brinquedos, preparado pela sua oficina Hoonigan: a Hoonitruck.

Trata-se de uma picape Ford F-150 de 1970. Sim, igual as que eram comercializadas aqui no Brasil. Por que este modelo tão peculiar? Por uma razão mais emotiva: foi numa desta, do seu pai, que o então pequeno piloto aprendeu a dirigir em meados da década de 1980.

Mas aqui temos um V6 Coyote EcoBoost biturbo de 3.5L do Ford GT, acoplado a, me parece, um câmbio sequencial de 6 marchas. Gera 927 cv de potência e 96,8 kgfm de torque.


Quando Kimi Raikkonen subiu ao topo do pódio no GP dos Estados Unidos, o chefe de equipe Maurizio Arrivabene foi às lágrimas.

Pois eis a razão: na semana que tinha se passado, a Ferrari havia perdido seu chefe de performance, Daniele Casanova, aos 48 anos, vítima de um infarto enquanto dormia. A vitória, então, foi dedicada ao engenheiro.

Por último, Lukas Okada e Enzo Prando, campeão e vice-campeão, respectivamente, da Seletiva Petrobras de Kart, ganharam com isso uma oportunidade e tanto.

Os garotos vão para o País de Gales, onde ganharam uma oportunidade de testar de Fórmula 4 pela Carlin, além de testes em simuladores de Fórmula 1.


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domingo, 21 de outubro de 2018

A vitória de Raikkonen na Fórmula 1 e mais um título de Márquez na MotoGP


Que corrida foi o GP dos Estados Unidos, minha gente! Que corrida... que eu perdi. E não queria esperar VTs (mas tendo assistido, farei alterações), para não atrasar muito aqui.

Como havia avisado previamente, este final de semana eu estaria um tanto ocupado. Mas fui acompanhando tudo via redes sociais, na medida do possível.

Lewis Hamilton dominou Austin na sexta-feira, mas sábado, no último treino, Sebastian Vettel mostrou que a Ferrari tinha potencial. Mais tarde, na classificação, o inglês acabou levando a pole position. O alemão estaria na primeira fila, não fosse uma punição que lhe tirou três posições do grid.

Coube ao alemão a honra de dar à Scuderia seu primeiro triunfo no Circuito das Américas? Não. Esta foi a façanha de Kimi Raikkonen! Privilégio ainda maior, foi tornar-se o finlandês que mais venceu na Fórmula 1!

Colado no Iceman, veio Max Verstappen, com a Aston Martin Red Bull, largando de 15º. Esse rapaz é espetacular, mesmo. E digo mais: superou Hamilton no braço. Seu companheiro Daniel Ricciardo não teve a mesma "sorte" e, mais uma vez, abandonou. O carro simplesmente sofreu mais um apagão.

Além do australiano, também não completaram: Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber; Romain Grosjean, da Haas; e Fernando Alonso, da McLaren. Os dois primeiros, porque o francês atingiu o carro do monegasco, comprometendo a performance de ambos, e o terceiro, por - mais uma vez - ter sido atingido por Lance Stroll, da Williams, que por isso foi até punido.

O piloto da Mercedes que poderia ter faturado hoje o seu quinto título mundial, apenas completou o pódio. Porque sofreu demais com o desgaste dos pneus (o que não tira o mérito do Iceman, que tomou a liderança dop inglês na largada e o segurou por quase 22 voltas). E com o rival chegando logo atrás (com sorte, pois rodou no começo), a decisão foi adiada. Fechando o top 5, a outra Flecha Prateada, de Valtteri Bottas.

Em seguida, chegaram juntas as Renault Sport, de Nico Hülkenberg e Carlos Sainz Jr., nesta ordem. Na Racing Point Force India, Esteban Ocon foi o 8º e Sergio Pérez fechou a zona de pontuação. Entre eles, ficou a Haas de Kevin Magnussen.

Atualização: a FIA desclassificou Ocon e Magnussen na inspeção pós prova, devido ao uso do combustível. Assim, Brendon Hartley, da Toro Rosso-Honda e Marcus Ericsson, da Alfa Romeo Sauber, entram na zona de pontuação, herdando as posições de 9º e 10º, respectivamente.

Agora, se desta vez Hamilton deu bobeira numa pista em que ele domina, o mesmo não se pode dizer de outro piloto, em outra grande categoria mundial. Mas sobre duas rodas.

A MotoGP esteve neste final de semana em Motegi, para o GP do Japão.

Marc Márquez, da Honda, já estava com uma mão na taça. Mas Andrea Dovizioso, da Ducati, foi um adversário muito duro... até cair.

Assim, o espanhol conquistou mais uma vitória e, mais uma vez, foi campeão.

Se contarmos desde as categorias de base do mundial, da até então 125cc e da Moto2, o Formiga Atômica tornou-se heptacampeão! Mas "só na classe principal", ele faturou o caneco pela quinta vez!

Conquistas estas, todas, que foram alcançadas apenas de 2010 para cá. Em pouquíssimo tempo, gostem ou não do sujeito, podemos afirmar que estamos vendo um dos melhores pilotos de motociclismo de todos os tempos! Um gigante!

Como eu não pude acompanhar ao vivo pela TV, um final de semana tão espetacular como este? Aiai...


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sábado, 15 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP de Singapura - 3º Treino Livre e Classificação


Surpreendente, inacreditável, espetacular, enfim, não sei qual a palavra certa para descrever a façanha de Lewis Hamilton hoje, no circuito de rua de Marina Bay, na classificação para o GP de Singapura 2018 de Fórmula 1.

Red Bull era a favorita ao longo da semana e, junto com Ferrari, foram as mais rápidas ontem.

Considerando que o alemão de Maranello liderou o último treino livre, com até então mais um recorde de pista, era dele que estávamos esperando a pole position. Ou de seu companheiro Iceman, já que este completou a dobradinha.


Longe do favoritismo, a Mercedes era colocada atrás da Aston Martin Red Bull e da Ferrari, nesta pista. Como esperado, teremos um rubro-taurino na primeira fila. Mas será em 2º, pois Max Verstappen (nada mal para quem reclamou tanto do motor Renault) foi superado pelo inglês.

Sebastian Vettel, da Scuderia, larga atrás desses dois, em 3º, dividindo fila com a outra Flecha Prateada, de Valtteri Bottas. O outro ferrarista, Kimi Raikkonen, fecha o top 5, ao lado de Daniel Ricciardo, da Red Bull.

Aida sobre a galera do Q3, a Racing Point Force India teve Sergio Pérez em 7º e Esteban Ocon em 9º. Entre eles, a Haas de Romain Grosjean, enquanto companheiro deste, Kevin Magnussen, ficou em 16º, eliminado no Q1. Outros eliminados nesta parte, foram: as Williams de Lance Stroll e Sergey Sirotkin, Stoffel Vanoorne da McLaren e Brendon Hartley da Toro Rosso-Honda.

Fechando a superpole, tivemos Nico Hülkenberg, da Renault Sport, em seu 150º GP de Fórmula 1 e... nenhum pódio. É bizarro. O cara é bom. Em seu ano de estreia, 2010, cravou a pole position no GP do Brasil, numa Interlagos molhada, com uma Williams (!) de motor Cosworth (!). Foi campeão da GP2 Series em 2009, da Fórmula 3 Europeia em 2008 (entre outros títulos na base) e vencedor das 24 Horas de Le Mans em 2015, na classe LMP1, pela Porsche.


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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1 2018: 1º e 2º Treinos Livres do GP de Singapura; mais conceitos para 2021; e Wehrlein deixará Mercedes


Como já era de se esperar, a Aston Martin Red Bull chegou forte ao circuito de rua de Marina Bay, fazendo uma dobradinha na primeira sessão de treinos livres, com Daniel Ricciardo à frente de Max Verstappen.


Mas no treino seguinte, vimos que o GP de Singapura 2018 de Fórmula 1, não estaria assim tão previamente decidido.

Kimi Raikkonen não "só" colocou a Ferrari no topo, como estabeleceu um novo recorde de pista. Superando por pouco... os rubro-taurinos? Seu companheiro Sebastian Vettel? Não: surpreendentemente, a Mercedes de Lewis Hamilton.


Enquanto isso, Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber, batia. É... que troca que vocês fizeram, hein, italianos?

Depois, sim, vieram Verstappen e Ricciardo, respectivamente. A outra Flecha Prateada, de Valtteri Bottas, completando o top 5. Vettel foi apenas o 9º, mas há de se destacar que ele deixou as atividades faltando mais de 30 minutos e perdeu muito tempo nos boxes após dar aquela lambidinha marota no guard-rail.


O Liberty Media divulgou mais daquelas imagens conceituais, das quais uma vazou ontem, dos carros da categoria para 2021.



Cansado de ser deixado de lado, mesmo como piloto da marca no DTM e reserva da equipe na Fórmula 1, Pascal Wehrlein deixará a Mercedes ao final deste ano, buscando a oportunidade de negociar com outros times.

Assim, ele nem fica dependendo das Flechas Prateadas, e muito menos estas se tornam um obstáculo para ele assinar com rivais. O contrário do que está acontecendo com Esteban Ocon.


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terça-feira, 11 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018/19 - Leclerc na Ferrari e Raikkonen na Alfa Romeo Sauber


Fim da novela e do mistério: em seu segundo ano de Fórmula 1, Charles Leclerc será promovido para a Ferrari em 2019 e, surpreendentemente, Kimi Raikkonen não se aposenta, mas sim volta à Alfa Romeo Sauber (equipe na qual estreou na categoria, em 2001), com um contrato de 2 anos.

Particularmente, este que vos fala não gostou muito. Inclusive, diga-se que havia uma petição online, com mais de 70 mil assinaturas, pedindo a manutenção do Iceman no time de Maranello. Ele ainda está super competitivo (só não subiu ao pódio mais do que Lewis Hamilton, nesta temporada), porém, Sergio Marchionne deixou a equipe amarrada em compromissos antes de partir.

Ocorre que foi assinado um pré-contrato com o monegasco, como era da vontade do falecido presidente promovê-lo. Seu empresário é Nicolas Todt, filho de Jean Todt, presidente da FIA. Isso gerou certa pressão para fazer valer o contrato na Scuderia, ao contrário do que diz-se que era a vontade do chefe de equipe, Maurizio Arrivabene.

Mas o que está feito, está feito. Vamos ver o que este garoto ainda verde, mas muito promissor, poderá fazer com os carros vermelhos. E o finlandês, piloto mais velho do grid, mas que ainda tem muita velocidade, poderá ajudar com a sua experiência na satélite suíça.


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domingo, 2 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Itália - Corrida


Que corrida! Bem disputada, cheia de emoções e um pouco de controvérsias. Assim foi o GP da Itália 2018 de Fórmula 1, em Monza.

Largando apenas em 3º, Lewis Hamilton foi o improvável vencedor, num cenário de puro favoritismo da Ferrari. Mas, há explicações para tal. Sem querer menosprezar. O inglês deu um espetáculo, sim. Mas também é meio superestimado.

Dada a largada, o pole position Kimi Raikkonen manteve a ponta, até então com seu companheiro de Scuderia, Sebastian Vettel, vindo logo atrás. Eis que no final do setor 1, o tetracampeão da Mercedes foi dar o bote no tetracampeão alemão. Nisso, eles se tocaram. Normal, coisa de corrida. Porém, o ferrarista rodou, quebrou a asa dianteira e caiu para último.

Reduzindo o prejuízo, o safety car entrou na pista nessa mesma volta. Mas isso por outra razão, vinda lá de trás: Brendon Hartley, da Toro Rosso-Honda, que se acidentava e abandonava. Vettel foi para os boxes, trocou a asa e adiantou sua troca de pneus também, substituindo os supermacios pelos macios. Começaria ali a sua longa recuperação.

Relargada dada, e Hamilton já foi para cima de Raikkonen, ultrapassando-o, mas logo em seguida, o Iceman já deu o troco, recuperando a posição. Detalhe: isso tudo sem DRS.

Dali em diante, o finlandês mostrou toda a força do carro vermelho, que desde os treinos de sexta-feira, claramente era o melhor da etapa. Lá na frente, os dois fizeram suas paradas (com direito a blefe do inglês) e o finlandês se manteve à frente. Porém, dali em diante seria segurado por seu compatriota, Valtteri Bottas, o cachorrinho escudeiro favorito das Flechas Prateadas e possivelmente agora inimigo público nº 1 da Finlândia. OK, é o trabalho dele, que corre pelo time e tem um piloto disputando o título. Compreensível. Mas que gera um climão anti-esportivo, gera, sim.

Resultado: Hamilton se aproximou demais de Raikkonen e este, além de perder tempo atrás de Bottas, devido a essa proximidade durante tantas voltas, ainda desgastou demais os seus pneus. Bottas nos boxes e, poucas voltas depois, Hamilton fez não mais do que a sua obrigação ao ultrapassar o adversário. Raikkonen, sim, foi heroico em resistir tanto tempo nessas condições.

Assim, o pódio foi Hamilton, Raikkonen e Bottas, respectivamente. Obviamente, em Monza, as vaias vieram para os da equipe tedesca e, me parece, mais para o #77 do que para o vencedor, que até... digamos que elogiou o público. Disse que tirou forças das vaias. Entçao de certa forma, reconhece a força da torcida.

Ah! Diga-se de passagem, Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, é que deveria ir ao pódio. Se numa batida com Bottas no final da primeira reta, não tivesse sido como culpado, levando ainda um acréscimo de 5 segundos ao seu tempo final como punição. Os dois estavam travando um belo duelo e, molequerstappen, avisado da punição, quis terminar na frente, na pista. Chilique inútil, mas que ele viu como questão de honra. E deve se ressaltar que ele tirou leite de pedra.

Particularmente, vi o incidente como algo tão normal quanto Hamilton vs. Vettel. Inclusive este ainda levou a 4ª posição, terminando assim a sua recuperação. E ao holandês restou fechar o top 5.

Quanto ao outro rubro-taurino, Daniel Ricciardo mais uma vez sofreu uma quebra, lá para metade da prova, mais ou menos. Mais para o final, creio eu. E outro abandono por alguma falha, coincidentemente ou não, outro que usa motor Renault, foi de Fernando Alonso, da McLaren, com apenas 10 voltas.

Voltando à zona de pontuação, Romain Grosjean voltou a pontuar pela Haas, chegando em 6º. Depois vieram os carros da Racing Point Force India, com Esteban Ocon à frente de Sergio Pérez, já colando na Alfa Romeo Sauber pela 8º posição no mundial de construtores, já que foram zerados.

Em 9º, chegou Carlos Sainz Jr., da Renault Sport. E milagrosamente, pelo carro e mais ou menos pelo piloto também (sim, já defendi muito, não nego, mas ele tem feito por onde desmerecer), fechando a zona de pontuação, Lance Stroll, da Williams. E por pouco que o time de Grove não pontuou com os dois carros, pois Sergey Sirotkin chegou em 11º.

Atualização: a Renault questionou a FIA sobre a legalidade do carro da Haas e, feita a inspeção, encontraram uma irregularidade no assoalho, desclassificando o piloto francês que havia pontuado; assim, todos que chegaram atrás dele, ganham uma posição; consequentemente, Sirotkin marca seu primeiro ponto e o time de Grove pontua com os dois carros.





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sábado, 1 de setembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Itália - 3º Treino Livre e Classificação


O dia começou com a Ferrari, em casa, reforçando os melhores tempos de ontem, com Sebastian Vettel liderando a última sessão de treinos livres.

Pertinho do alemão, veio Lewis Hamilton, da Mercedes, seguido por seus respectivos companheiros, Kimi Raikkonen e Valtteri Bottas, nesta ordem. Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, fechou o top 5.


Porém mais tarde, na hora do vamos ver, o pole position para o GP da Itália foi... Raikkonen! Com Vettel fechando a primeira fila para a Scuderia, para o delírio dos tifosi em sua corrida local. O que não acontecia desde 2000. E "apenas" pole, desde 2010 - quando ainda veio a vitória. Já a última dobradinha de corrida, alvo engano foi em 2004, com Rubens Barrichello em 1º e Michael Schumacher em 2º.

Não "só" isso, o Iceman também estabeleceu um novo recorde de pista, não exatamente apenas em Monza, como também tornou-se a volta mais rápida da história Fórmula 1. Diga-se de passagem, a última pole do finlandês havia sido no ano passado, no GP de Mônaco.

Independente das estratégias pré-definidas no time de Maranello, como posteriormente foi discutido, fato é que o #5 cometeu um pequeno erro em sua volta final. Então, não me venham com desculpas.

Na segunda fila, vieram as Mercedes de Hamilton e Bottas, respectivamente. Completando o top 5, veio o rubro-taurino holandês, que dividirá fila com Romain Grosjean, da Haas.

Em seguida, nesta ordem: Carlos Sainz Jr., da Renault Sport; Esteban Ocon, da Racing Point Force India; Pierre Gasly, da Toro Rosso, fazendo milagre com o motor Honda numa pista que exige muito deste; e talvez mais do que isso, fechando a superpole, Lance Stroll, finalmente colocando a Williams no Q3.

De resto, fiquei ligeiramente surpreso com as Alfa Romeo Sauber deixando as atividades no Q1, assim como o carro cor-de-rosa de Sergio Pérez. Daniel Ricciardo, da Red Bull, eliminado no Q2, e entre os menos velozes deste. E teve Fernando Alonso, da McLaren, e Kevin Magnussen, da Haas, trocando farpas na pista.

P.S.: de qualquer forma, Ricciardo, assim como Nico Hülkenberg, largaria do fim do grid mesmo. Esqueci disso.


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sábado, 25 de agosto de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Bélgica - 3º Treino Livre e Classificação


A Ferrari tem o melhor carro para a pista de Spa-Francorchamps. Ponto. Isso já vinha sendo demonstrado desde ontem. Porém, às vezes por razões circunstanciais, somadas ao talento do piloto, isso pode ser superado.

O time de Maranello fez a dobradinha da última sessão de treinos livres, com Sebastian Vettel à frente de Kimi Raikkonen. O Iceman, porém, foi quem quebrou o recorde da pista no Q2. Superando não só o tempo da Fórmula 1, como também o Porsche 919 Evo fora do regulamento LMP1 do WEC.


Acontece que a chuva chegou no Q3, aí sabem como é: mais do que em qualquer outra condição, tem que estar no lugar certo, na hora certa. Depois a pista até melhorou ainda mais. Mas a pole position do GP da Bélgica acabou nas mãos de Lewis Hamilton, da Mercedes. O que de forma alguma desmerece o inglês! Pilotou espetacularmente na pista úmida.

O alemão da Scuderia teve que se contentar em completar a primeira fila. Mas heroicos mesmo, foram os que vieram na fila de trás: Esteban Ocon e Sergio Pérez, respectivamente. Ambos possivelmente ameaçados de perderem seus lugares devido a compra da Force India por Lawrence Stroll, e vindo de uma semana na qual a equipe era incerteza no grid, tendo sido refundada como Racing Point e perdendo todos os pontos.

Além disso, só gostaria de destacar que Valtteri Bottas, das Flechas Prateadas, Nico Hülkenberg e Carlos Sainz Jr., da Renault Sport e Stoffel Vandoorne, da McLaren, largarão, nesta ordem, nas últimas posições, por causa de atualizações em seus motores.


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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Bélgica - 1º e 2º Treinos Livres


Só deu Ferrari na sexta-feira de treinos livres para o GP da Bélgica de Fórmula 1, no circuito de Spa-Francorchamps.

Sebastian Vettel abriu as atividades liderando a primeira sessão e, posteriormente, Kimi Raikkonen manteve a Scuderia no topo.

Diga-se de passagem, no primeiro treino, em que Lando Norris assumiu o volante da McLaren, ele superou Stoffel Vandoorne, que ficou em último.

Pode ser cedo para falar (e é), mas o time italiano parece ter alguma vantagem. Conseguiram fazer esse domínio com uma certa folga sobre Mercedes e Red Bull.

Resultados do FP1 aqui, e abaixo, os do FP2:


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domingo, 29 de julho de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Hungria - Corrida


Superando todas as expectativas que colocavam Ferrari e Aston Martin Red Bull como favoritas no Hungaroring, ritmo forte, boa estratégia e ajuda de fiel escudeiro, o pole position Lewis Hamilton venceu o GP da Hungria 2018 de Fórmula 1.

Para a Ferrari, coube completar o pódio, com Sebastian Vettel à frente de Kimi Raikkonen, ao superarem Valtteri Bottas, que os segurou enquanto pôde e tentou continuar a fazê-lo quando já não o podia mais, causando problemas.


Ocorre que ao tentar segurar o alemão entre as curvas 2 e 3, o finlandês da Mercedes, talvez com uma dose extra de otimismo, ou por ter perdido um pouco o controle do carro, acertou sua asa dianteira na roda traseira da Ferrari. Por muita sorte, esta não furou o pneu. Com isso, ele saiu momentaneamente da pista e assim, sem conterrâneo que vinha logo atrás, também o superou.

O #77 já estava sendo investigado pela manobra quando, pouco depois, veio o ataque de Daniel Ricciardo. Agora sim, de teimosia, o piloto da Flecha Prateada atingiu o rubro-taurino, que saiu da pista, mas conseguiu voltar. Dupla investigação. Para tentar conseguis vista grossa da direção, o engenheiro lhe pediu para dar passagem ao australiano. Ainda assim, Bottas não facilitou muito, mas foi superado.

Ricciardo terminou em 4º, após largar em 12º e na primeira volta ter caído para 16º, depois de esbarrar, acho que com uma Alfa Romeo Sauber, na curva 1 logo após a largada. Foi uma grande prova de recuperação, que lhe garantiu o título de Piloto do Dia. Já Bottas, recebeu 10 segundos de acréscimo como punição, mas ainda assim manteve o top 5.


Com esses resultados, o inglês líder do campeonato abre 24 pontos de vantagem sobre o rival tedesco; e a Ferrari fica a 10 pontos da Mercedes. Mais de 100 pontos atrás das duas, está a Red Bull, que viu Max Verstappen abandonar logo no começo. Novamente, problemas na unidade motriz da Renault.

Em 6º lugar, incrivelmente mantendo a sua posição de largada, chegou Pierre Gasly, da Toro Rosso-Honda, e sem sequer tomar uma volta dos líderes. Este garoto pilota muito.


Em 7º veio Kevin Magnussen, da Haas, que pontuou com seus dois carros mais uma vez, sendo que Romain Grosjean fechou a zona de pontuação. Assim, ultrapassaram a momentaneamente delicada Force India, com o 5º lugar no mundial de construtores, e encostam na Renault Sport, em 4º.

Os espanhóis Fernando Alonso, da McLaren, que hoje completa 37 anos (o piloto, não o time) e Carlos Sainz Jr., da Renault, ficaram em 8º e 9º, respectivamente. Além desses, vocês podem ver na tabela abaixo.

Além de Verstappen, abandonaram também: Charles Leclerc, da Sauber, com problemas logo após a primeira volta; e o outro do time de Woking, Stoffel Vandoorne que, após descobrirem um problema em seu chassi, voltou a ser rápido - dentro do possível. Retiro aqui minhas recentes críticas.





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domingo, 22 de julho de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Alemanha - Corrida


Dobradinha da Mercedes-AMG, alemã, no GP da Alemanha, em Hockenheim. Lewis Hamilton foi o vencedor, com Valtteri Bottas em 2º lugar.


Kimi Raikkonen, da Ferrari, completou o pódio. E seu companheiro, o pole position, Sebastian Vettel? Liderava já pra lá da metade da prova, até escorregar na pista úmida, sair e bater - e assumindo totalmente a sua culpa por isso. Logo pertinho de sua cidade natal.


Assim, o inglês retoma novamente a liderança do campeonato, até então do alemão. 17 pontos entre eles. E que corrida fez o piloto das Flechas Prateadas, senhoras e senhores. Largando lá de 14º, até chegar ao triunfo. Mesmo que o rival não tivesse abandonado, possivelmente seria superado. Incontestavelmente, foi o Piloto do Dia, como assim foi eleito.

Além da mudança no mundial de pilotos, obviamente o mesmo aconteceu no de construtores. Afinal, terminaram dois carros contra um. Assim, a Mercedes abre 8 pontos sobre a Ferrari. Por mim, quanto mais disputado isso tudo for, até o final, melhor.


Eu costumo dizer que sempre que Hamilton tem um final de semana frustrante, ele volta arrasador. Após um desempenho fraco no Canadá, ele voltou com tudo na França. Na Áutria, houve o duplo abandono dos germânicos. Em Silverstone, sua casa, ele foi até bem chegando em 2º. Mas perdeu logo para Vettel, e ficou muito engasgado com isso. Ontem, foi dramático além da conta, sendo muito criticado pela infantilidade, correndo da imprensa (o que é até compreensível) e comparado até com seu - não à toa - "parça" Neymar. Hoje, chegou ao autódromo com uma atitude extremamente positiva.

E assim, a Mercedes viu que acertou nas renovações contratuais, tanto do inglês quanto do finlandês, que fizeram neste final de semana. Apesar de que deixaram bem subentendido hoje que fazem, sim, um jogo de equipe, e há pilotos 1 e 2 muito bem definidos. Assim como da mesma forma, de um jeito meio sem graça, fez a Scuderia com indiretas para o Iceman, num momento em que este liderava. Mas... são coisas de corrida. Fazer o que?


Sabe quem mais teria chances de vencer? Max Verstappen, que chegou a menos de 8 segundos do tetracampeão. É muita coisa? É muita coisa. Mas ocorre que esta corrida teve um certo fator lotérico graças ao tempo chuvoso, que aliás, só despencou pra valer na cerimônia de premiação. Mas antes disso, naquele como se diz, "chove não molha", ocorreram várias trocas e "destrocas" de pneus, dos lisos para os intermediários e até uma otimista STR colocando pneus de chuva pesada no carro de Pierre Gasly. E foi numa desistência de pit-stop nos últimos metros antes da entrada dos boxes (e está sob investigação por isso), abortando sua entrada, que Hamilton levou o caneco.

Atualização: Hamilton recebeu apenas um advertência da FIA, mantendo assim sua vitória, por sorte de não ter colocado ninguém em risco, pois via de regra, sua manobra era algo proibido pelo regulamento.


Completando o top 5, veio um excelente Nico Hulkenberg, também piloto da casa, com a Renault Sport, superando logo a atual rival desta, Haas, que chegou em 6º com Romain Grosjean, também fazendo uma corrida muito boa. Em 7º e 8º, vieram as Force India de Sergio Pérez e Esteban Ocon, respectivamente.


Na Alfa Romeo Sauber, a estrela do dia não foi Charles Leclerc. Este errou bastante com a pista molhada/úmida, o que pode pesar na sua ida ou não para a Ferrari. Ainda mais com um rápido e obediente Raikkonen fazendo um bom trabalho. Além disso, a equipe ter errado na sua estratégia. Mas não saiu totalmente frustrada, não. Marcus Ericsson chegou em um bom 9º lugar. O monegasco, com sorte de terminar, foi o 15º, apenas. O último a cruzar a linha de chegada.


E se Toro Rosso-Honda errou feio com Gasly, Brendon Hartley voltou a levar o último pontinho, fechando a zona de pontuação. Agora ele tem... 2 pontos. Mas não se enganem, viu? Ele chegou à Fórmula 1 há menos de um ano, em uma equipe fraca. Mas venceu as 24 Horas de Le Mans no ano passado, e é bicampeão do WEC, de 2015 e 2017. Todas essas conquistas pela Porsche, antes desta deixar a LMP1. Para ser mais honesto, hoje ele se beneficiou de uma punição sofrida por Sainz.

Depois completaram, mas fora da zona de pontuação: Kevin Magnussen, da Haas; Carlos Sainz Jr., da Renault; Stoffel Vandoorne, da McLaren; e os já citados Gasly e Leclerc, nesta ordem.

Além de Vettel, não terminaram a prova: Daniel Ricciardo, que ainda no começo parou sua Aston Martin Red Bull com problemas; as Williams de Sergey Sirotkin e Lance Stroll, que andaram aprontando; e Fernando Alonso, da McLaren, que recolheu seu carro na última volta.






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Um abraço!

domingo, 8 de julho de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Grã-Bretanha - Corrida


Em Silverstone, Sebastian Vettel, da Ferrari, vence o GP da Grã-Bretanha 2018 de Fórmula 1!

E que corrida foi essa, minha gente? Pilotos da Scuderia e das Flechas Prateadas brigando em condições de igualdade nas voltas finais, com os rubro-taurinos ameaçando logo atrás!

Fica até difícil escolher um favorito, pois todos os pilotos das equipes de ponta, embora tenham cometido um erro aqui ou outro ali (acho que só os dois primeiros foram perfeitos, e são logo os que disputam o título), deram um verdadeiro espetáculo hoje.

O pódio, a propósito, foi completado por Lewis Hamiton, da Mercedes, e Kimi Raikkonen, da Ferrari, respectivamente. Logo esses dois que acabaram sendo bem desfavorecidos um pelo outro. Kimi, porque logo na primeira volta, deu um toque no inglês, que caiu acho que até para último e, por isso, o finlandês foi punido com 10 segundos nos boxes (o que achei até muito para um toque normal de corrida, pois bastava 5), também indo lá para trás. Ainda assim, completaram o pódio, o que é sensacional.


Importante frisar que Vettel superou o pole position Hamilton na pista, logo na largada.

Assim, a Ferrari abre mais 10 pontos sobre a Mercedes no mundial de construtores, agora com uma diferença de 20 pontos entre elas. E Vettel vai de 1 para 8 pontos sobre Hamilton no mundial de pilotos.

Busco ficar avaliando atitudes, digamos, extra-pista, pois todos em algum momento são pirracentos, mas às vezes é inevitável: o atual tetracampeão acusou o toque inicial de ser proposital, quando na verdade foi nitidamente inevitável. Aliás, primeiro nem quis dar entrevista ao sair do carro e depois quis dar gelo no campeão de 2007. Logo ele, o Iceman. Lewis é mimado igual certo jogador de futebol brasileiro, não à toa, seu amigo. Quando algo dá errado, tudo é conspiração contra ele. Já jogou até a carta do racismo, e voltou a fazê-lo recentemente.


Voltando aos resultados, Valtteri Bottas, da Mercedes, em questão de poucas voltas, já no final, caiu de 1º para 4º. Liderava, porque ao contrário dos rivais alemães, a Ferrari se aproveitou de um safety car, optando por fazer mais uma parada com seus dois carros. Então não facilmente foi ultrapassado por aquele que viria a ser o vencedor (belo duelo entre esses dois), e de fato veio. Em seguida, houve jogo de equipe, naturalmente, para privilegiar quem briga pela ponta da tabela. E por último, foi superado pelo seu conterrâneo.


Completando o top 5, veio Daniel Ricciardo, da Aston Martin Red Bull, que vinha travando uma batalha contra seu companheiro Max Verstappen, até que este foi parar fora da pista a umas 2 voltas do fim, senão na última.

Outros abandonos, aliás, por problemas nos carros ou acidentes, foram: de Romain Grosjean, da Haas, que perdeu o controle e levou junto Carlos Sainz Jr., da Renault Sport; as duas Alfa Romeo Sauber, que tinham condições de novamente pontuar tanto com Charles Leclerc, que aparentemente teve uma roda mal presa no pit-stop, quanto com Marcus Ericsson, que rodou; e Brendon Hartley, da Toro Rosso-Honda, que me parece já ter largado dos boxes, deu uma volta e parou.

Largando também dos boxes, tivemos as Williams de Lance Stroll e Sergey Sirotkin que, respectivamente, ocuparam as últimas posições. Além deles, não pontuaram: Sergio Pérez, da Force India, que quase atingiu esses dois últimos ao rodar na primeira volta; e Stoffel Vandoorne, da McLaren.


Voltando à zona de pontuação, em 7º veio Nico Hülkenberg, da Renault, seguido por Esteban Ocon, da Force India, Fernando Alonso, da McLaren, Kevin Magnussen, da Haas e, levando o último pontinho, Pierre Gasly, da Toro Rosso-Honda. Novamente, esses mortais brilharam.

Atualização (09/07): Gasly foi punido com um acréscimo de 5s por um toque (que eu considerei normal) com Pérez, caindo para 13º.


Mundial de Pilotos: https://www.formula1.com/en/results.html/2018/drivers.html

Mundial de Construtores: https://www.formula1.com/en/results.html/2018/team.html


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Paulo Vitor (novo Twitter)

domingo, 1 de julho de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Áustria - Corrida


Vitória do holandês Max Verstappen, que largou em 5º, no GP da Áustria, pela equipe austríaca Aston Martin Red Bull Racing, em seu circuito Red Bull Ring, lotado de holandeses nas arquibancadas. Que excelente combinação, hein?

Completando o pódio, vieram respectivamente as Ferrari de Kimi Raikkonen, que ainda na volta final, fez o melhor tempo da corrida e um novo recorde de pista, e Sebastian Vettel, que retoma a liderança do campeonato por 1 ponto.


Bom para fechar de vez uma breve má fase do pimpolho rubro-taurino. Poderia até ser uma dobradinha, se Daniel Ricciardo, que estava indo muito bem, não tivesse perdido seu motor Renault pra lá da metade da prova. E não foi o único com este problema: o mesmo aconteceu com o piloto do time de fábrica, Nico Hülkenberg, ainda na primeira parte da corrida, o que provocou um safety car virtual em que vários pilotos, e todos da ponta menos Lewis Hamilton, da Mercedes, aproveitassem para fazer suas paradas.

Como previsível desde aquele instante, mais tarde isso se provou um erro. Os pilotos da Scuderia superaram o inglês na pista (e sobre o alemão ter apertado o inglês, ele só devolveu na mesma moeda o que este fez primeiro) e, mesmo que tivessem acertado, o atual tetracampeão abandonou a disputa perto do  fim, com problemas em seu carro, de perda de potência e tendo dificuldade com os pneus.

Aliás, foi um final de semana não para as Flechas Prateadas esquecerem, mas para aprenderem. Porque nenhum de seus carros chegou ao final. O pole position, Valtteri Bottas, por uma falha hidráulica, teve um problema no câmbio. Ele e Hulk saíram com poucas voltas.

Outros azarados nas voltas finais foram Brendon Hartley, da Toro Rosso-Honda, também com câmbio, e Stoffel Vandoorne, da McLaren.


Continuando, a Haas teve hoje a melhor corrida de sua história na Fórmula 1, com Romain Grosjean e Kevin Magnussen, nesta ordem, completando o top 5.

Estava demorando, não? Os americanos têm, provavelmente, o melhor carro do pelotão intermediário na maioria das pistas, e vinham dando mais azar. Principalmente com o francês, até então zerado em pontos, mas que hoje, ele tirou esse peso dos ombros. E ao contrário de uma legião de corneteiros, eu nunca duvidei dele. Lembro sempre da estreia desse time, justamente com este piloto.


Para quem começou mal, grande performance também da Force India, aproveitando-se de um carro bom de reta, num circuito que beneficia esta característica. Ainda mais com motor Mercedes-Benz.

Bonito também que Esteban Ocon primeiro cedeu a posição para um mais rápido e com pneus melhores Sergio Pérez, tentar alcançar a Haas. Com o mexicano não conseguindo, devolveu a psoição ao francês. Diferente de certa equipe que fez a mesma coisa nesta pista há uns bons anos, por razões ainda mais fúteis, para não dizer inúteis.


Um incrível 8º lugar para Fernando Alonso, que largou dos boxes com a McLaren, depois desta ter trocado o MGU-K de sua unidade motriz Renault, além da asa dianteira, fazendo o espanhol largar dos boxes.


E fechando a zona de pontuação, mais um resultado surpreendente: os dois carros da Alfa Romeo Sauber, com Charles Leclerc à frente de Marcus Ericsson e olha, para ser honesto, embora eu goste do primeiro e não do segundo (por tudo o que já fez na estrutura do time e ainda ficar lá, mesmo sendo menos veloz do que seus companheiros), o sueco deu trabalho ao monegasco.


Os fãs que me perdoem mas, com todo respeito, principalmente aos pilotos Bottas e Hamilton, mas como as corridas ficam boas sem a Mercedes, não? Por pouco o Iceman não alcançou o Molequerstappen, e eu queria isso, pois talvez este seja o último ano do finlandês na Fórmula 1, então seria legal se ele vencesse uma corrida. Mas o Mad Max fez muito por merecer, segurando na pista um carro com pneus traseiros bem sofridos. Que corrida!

Importante ressaltar que com esses resultados, além da retomada da liderança do campeonato por Vettel, a Ferrari também volta ao topo do mundial de construtores, com 10 pontos sobre a Mercedes. Raikkonen sobre para 3º, superando Ricciardo, e Verstappen para 4º, superando Bottas. Haas à frente de McLaren, e Alfa Romeo Sauber muito à frente da Williams, que teve Lance Stroll e Sergey Sirotkin nas últimas posições.

Atualização: Stroll ainda tomou punição de 10 segundos e 3 pontos na carteira, vinda da FIA, em razão de obedecer a Williams quando esta o pediu para ignorar uma bandeira azul, nas voltas finais, para Pérez passar.






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