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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Fórmula 1 2019 - GP do Canadá


Na pista, a Ferrari de Sebastian Vettel cruzou a linha de chegada em 1º lugar. No pódio, a posição se inverteu com seu perseguidor Lewis Hamilton, da Mercedes.

Nenhum dos dois, nem suas equipes, têm culpa. Uma lambança tão somente da FIA e seus comissários, numa daquelas decisões que ninguém gosta, pois matam o esporte.

O alemão foi punido com um acréscimo de 5 segundos por, perto do fim, fazer um passeio na grama e voltar à frente do inglês, quando era pressionado por este. Porém, não havia o que fazer e passar reto sujando os pneus, já seria prejuízo o suficiente.

Seus companheiros, Charles Leclerc, completou o pódio para a Scuderia, chegando na mesma posição em que havia largado, enquanto Valtteri Bottas, das Flechas Prateadas, chegou em 4º, tendo largado em 6º. Vettel foi o pole position, com Hamilton ao seu lado, diga-se.

Excelente prova para a Renault, com Daniel Ricciardo e Nico Hulkenberg em 6º e 7º, respectivamente. O australiano, diga-se, havia se classificado em 4º. E Hulk manteve a posição.

Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, fechou o top 5. Seu companheiro Pierre Gasly, que havia largado na posição do companheiro, chegou em 8º.

E completando a zona de pontuação, vieram o piloto da casa, Lance Stroll, da Racing Point, e Daniil Kvyat, da Toro Rosso.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

domingo, 2 de junho de 2019

Atualizando o blog: Fórmula 1, IndyCar e Formula E


Há quanto tempo, hein, pessoal?

Como muito foi noticiado, no dia 20 de maio, perdemos Niki Lauda, tricampeão mundial de Fórmula 1. O mundo do automobilismo deu todas as merecidas homenagens. E a que eu achei mais legal, é o que a imagem acima transmite.

Uma dobradinha da austríaco no último GP de Mônaco. Lewis Hamilton, da Mercedes, que largou da pole position, foi o vencedor, e Sebastian Vettel, da Ferrari, chegou em 2º (Valtteri Bottas completou o pódio pelas Flechas Prateadas). O inglês usou o casco do homenageado nos tempos de McLaren, e o alemão, o de sua Scuderia mesmo. As duas equipes pelas quais ele foi campeão (e o único a fazê-lo), em 1975, 1977 e 1964. Justamente as mais vitoriosas da categoria.

Foi uma corrida chata, como de se esperar das ruas do principado. Só Max Verstappen deu um pouco de emoção no final, atacando um Hamilton com pneus muito desgastados. Porém, o holandês tinha uma punição de 5 segundos, caindo para 4º, mas ainda à frente de seu companheiro na Aston Martin Red Bull, Pierre Gasly, autor da volta mais rápida. Piloto da casa, o outro ferrarista, Charles Leclerc, foi prejudicado na classificação e nem completou a corrida.


Outra prova da Tríplice Coroa do Automobilismo, disputada no mesmo dia, coroou Simon Pagenaud que, na semana anterior, já havia vencido o GP de Indianápolis no circuito misto. No oval, o francês foi o pole position e venceu as 500 Milhas de Indianápolis.

Da equipe Penske, o campeão de 2016 teve um duelo feroz contra Alexander Rossi, da Andretti, vencedor da prova naquele mesmo ano.

Ah! Quanto ao Fernando Alonso e sua Carlin-McLaren, nem se classificaram.

Por último, no dia anterior, a Formula E realizou o ePrix de Berlim, que novamente foi vencido por Lucas di Grassi, da Audi Sport. Mais um que se repete na temporada.

No entanto, quase tivemos novidade, já que Sébastien Buemi, da Nissan NISMO e.dams, foi o pole e chegou em 2º. Jean-Éric Vergme, da DS Techeetah, completou o pódio.

Assim, os dois últimos campeões vão se tornando cada vez mais protagonistas. Porém, ainda não estão sozinhos nesta disputa.

Na Jaguar I-Pace eTrophy, mais uma vitória de Cacá Bueno largando da pole position, com Sergio Jimenez outra vez repetindo da dobradinha para o Time Brasil e, agora, assumindo a liderança do campeonato.


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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Fórmula 1 2019 - GP e testes do Bahrein


Já sabem como foi tudo, né? Dobradinha da Mercedes no GP do Bahrein, com Lewis Hamilton à frente de Valtteri Bottas, e Charles Leclerc, da Ferrari, completando o pódio e também levando o pontinho extra da melhor volta.

O monegasco largou da pole position e perdeu 4 posições ainda na primeira volta. Mas não acabou aí. Ele não se desesperou e, fazendo um bom ritmo, foi se recuperando, até retomar a liderança. Dali em diante, foi só abrindo distância até que, a aproximadamente 10 voltas do final, algo da parte elétrica de seu V6 1.6 turbo começou a falhar, causando a perda de uns 150 cv.

Assim, o jovem ferrarista tornou-se uma presa fácil. Ao ultrapassá-lo, o pentacampeão fez um gesto em respeito ao adversário. Para a sorte de Leclerc, poucas voltas depois, as duas Renault apagaram, sem mais nem menos (ambos poderiam terminar nos pontos, coitados), causando a entrada do safety car. O único da prova, que seguiu até o fim desta. Não fosse isso, Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, teria dado o segundo pódio consecutivo para a Honda. Aliás, o holandês também gesticulou em apoio ao colega da mesma idade (21 anos). Foi muito consolado depois pelo grid, mas reagiu de forma muito madura e até otimista. Ocorrido lamentável, mas grande garoto. Merecidamente, eleito o Piloto do Dia.

Sebastian Vettel, que também lamentou pelo companheiro e por si via rádio, fechou o top 5. Quando se defendia de um ataque do rival da Mercedes, o alemão rodou e, pouco depois, sua asa dianteira raspou forte no chão, quebrando. Assim, o tetracampeã teve que fazer mais uma parada e correr atrás do prejuízo.

Levando a McLaren ao 6º lugar, uma espetacular corrida de Lando Norris. Pena que Carlos Sainz Jr. não teve a mesma "sorte", pois vinha tendo uma performance excelente ao longo do fim de semana. Mas errou numa disputa com Verstappen. Toque de corrida. Quebrou a asa dianteira. Conseguiu voltar à prova, mas agora lá atrás, lento, acabou abandonando posteriormente.

Além de Daniel Ricciardo, Nico Hulkenberg e o jovem espanhol, só mais Romain Grosjean abandonou. Mas seu companheiro na Haas, Kevin Magnussen, também não foi bem, caindo para 13º. Ambos tinham ido ao Q3.

Mais uma vez fazendo uma grande corrida com o equipamento que tinha disponível, Kimi Raikkonen terminou em 7º pela Alfa Romeo. O outro rubro-taurino, Pierre Gasly, marcou seus pontinhos em 8º, seguido pelo colega de firma na equipe satélite, Alexander Albon da Toro Rosso e, levando o último ponto, Sergio Pérez, da Racing Point.


Assim, Bottas continua liderando o campeonato por um ponto sobre Hamilton. Em 3º vem Verstappen, depois Leclerc e Vettel, respectivamente. Em 6º, tomando o lugar que naturalmente deveria ser de Gasly, vem Raikkonen. Depois empatados, vêm Norris e Magnussen. Entre as equipes, a ordem é: Mercedes, Ferrari, Red Bull, Alfa Romeo, McLaren, Haas, Renault e Toro Rosso.

Após a corrida, ontem e hoje, o circuito de Sakhir também recebu testes coletivos da Fórmula 1. E uma imagem ficou emblemática, como eu já havia dito que aconteceria:


Mick Schumacher, filho de Michael, pilotando a Ferrari, equipe pela qual o pai conquistou cinco de seus sete títulos, e assistido pela mãe, Corrina. Malditos ninjas invisíveis cortadores de cebola!

Isso ontem, o que lhe garantiu o 2º melhor tempo, atrás de Verstappen. E aliás, chegou a chover no deserto. Hoje, o alemão correu de Alfa Romeo e terminou em 6º. Muito bom, também.


Hoje o líder foi George Russell, que teve a felicidade de deixar a Williams para o reserva Nicholas Latifiti, para pilotar a Mercedes. E por pouco não foi batido por Pérez.

Uma coisa interessante, é que hoje Vettel, em 3º, andou no carro usado por Leclerc ao longo de todo o final de semana, e saiu do mesmo com um sorrisão no rosto. Descobriu alguma coisa, que disse que será útil para a China, próxima etapa e GP de nº 1000 na história da Fórmula 1. E pelo visto, o alemão pode aprender alguma coisinha (e teve a humildade de reconhecê-lo) com seu jovem companheiro.

Tanto ontem quanto hoje, tivemos também Pietro Fittipaldi pilotando pela Haas. E também, Fernando Alonso matando a saudade da categoria pela McLaren - como aliás, era previsto.


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domingo, 17 de março de 2019

Fórmula 1 2019 - GP da Austrália - Corrida


Que corrida, Valtteri Bottas! O finlandês tomou a ponta logo na primeira volta e daí em diante, impôs um ritmo muito forte, até a vitória - ainda levando o ponto da melhor volta.

Dobradinha da Mercedes, com Lewis Hamilton chegando em 2º, mas mais de 20 segundos depois. Ainda que não tivesse parado tão cedo para se defender de Sebastian Vettel, hoje era o dia do finlandês.

O inglês ainda teve que se defender de Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, que deu ao motor Honda o seu primeiro pódio em seu retorno à Fórmula 1.

As Ferrari só completaram o top 5, com Sebastian Vettel à frente de Charles Leclerc que, cometeu um errinho ou outro, mas nada que o tirasse da corrida, e ainda mostrou bom ritmo.

Até um pouco mais do que "melhor do resto", já que o outro rubro-taurino, Pierre Gasly, nem pontuou, chegando em 11º depois de largar lá de trás, ficou Kevin Magnussen, da Haas, em 6º. Logo à frente de seu praticamente já rival clássico, Nico Hulkenberg, da Renault.

Companheiro do dinamarquês na equipe americana, Romain Grosjean vinha fazendo uma excelente prova,mas abandonou, com o mesmo problema de roda solta que atingiu os dois carros do time no ano passado, nesta mesma etapa.

Piloto da casa, Daniel Ricciardo de escuderia nova, na esquadra francesa, abandonou. Ele danificou a asas dianteira de seu carro logo na largada, passando por uma espécie de... bump de grama. Até voltou à prova, mas foi ineficiente depois disso.

Além dos já mencionados, só mais Carlos Sainz Jr., da McLaren, abandonou, com o motor em chamas. Companheiro deste no time de Woking, Lando Norris estava até fazendo uma corrida decente, mas chegou apenas em 12º.

Um 8º lugar não é nada mau para um recomeço na Alfa Romeo, não é, Kimi Raikkonen? Depois dele vieram Lance Stroll, que fez uma ótima recuperação pela Racing Point e, levando o último ponto, Daniil Kvyat, em seu retorno pela Toro Rosso.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

sábado, 16 de março de 2019

Fórmula 1 2019 - GP da Austrália - 3º Treino Livre e Classificação


A Mercedes não só continua como terminou o ano passado, na frente, como ainda está ainda mais rápida.

Havia uma expectativa dos carros desse ano serem menos rápidos, por causa das novas asas. Mas, tivemos o antigo recorde de pista do Albert Park, em Melbourne, massacrado.

No último treino, já vínhamos tendo algum indício disso. Mas até então, parecia que a Ferrari estava mais perto. Como no ano passado, os holofotes estavam na Scuderia.

Na verdade... apenas a Williams não evoluiu. Pelo contrário, está mais lenta. É a exceção que confirmaria o que esperavam que fosse a regra. Que fase! Última fila para os carros de Grove.


Foram também eliminados no Q1 Carlos Sainz Jr., da McLaren, Lance Stroll, da Racing Point e, surpreendentemente, Pierre Gasly, da Aston Martin Red Bull.

Na ponta oposta do grid, a pole position é de Lewis Hamilton, com seu companheiro Valtteri Bottas ao lado, completando a primeira fila.

Logo atrás, Sebastian Vettel, do carro vermelho, ao lado do outro rubro-taurino, Max Verstappen, que deu à Honda a sua melhor posição de classificação desde o seu retorno à Fórmula 1.

Em seguida, o novo piloto de Maranello, Charles Leclerc, dividindo a fila com Romain Grosjean, da equipe cliente americana. Companheiro deste na Haas, Kevin Magnussen vem depois, junto com um excelente Lando Norris que levou o time de Woking ao Q3.

Fechando a galera da superpole, Kimi Raikkonen, da Alfa Romeo e Sergio Pérez, do carro cor-de-rosa, respectivamente. Muito bom para o finlandês, diga-se.


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sexta-feira, 15 de março de 2019

Fórmula 1 2019 - GP da Austrália - 1º e 2º Treinos Livres


Antes de tudo, precisamos falar dele: Charlie Whiting. Na última quinta-feira, o diretor de corridas da FIA foi encontrado morto em Melbourne. Se foi aos 66 anos, vítima de uma embolia pulmonar.

Descanse em paz, Charlie. Agora, vá coordenar as provas celestes, dos caras que já se foram e estão aí em cima. Agora, a Fórmula 1 continua aqui, infelizmente sem você. E assim foi nesta primeira sexta-feira de treinos livres da temporada, com um comissário da V8 Supercars, Michael Masi, em seu lugar no GP da Austrália.


A Mercedes abriu os trabalhos na frente, primeiro com Lewis Hamilton liderando e, mais tarde, com Valtteri Bottas fechando o dia como o mais rápido.

Por falar em velocidade, uma mudança interessante foi anunciada esta semana, introduzida no campeonato deste ano: ponto extra para o autor da melhor volta da corrida - desde que termine entre os 10 primeiros, senão, passa para o 2º mais rápido e assim por diante.


Não é bem uma novidade, visto que a Formula E utiliza isso desde o seu nascimento e, a GP2 Series, posteriormente Fórmula 2, também. A própria F1, na verdade, já utilizou isto lá nos anos 1950.

Voltando ao desempenho dos pilotos e equipes, Ferrari e, inclusive Aston Martin Red Bull, agora com unidade motriz Honda, continuam no calcanhar das Flechas Prateadas.

Ademais, chamou muita a atenção também a performance de Kimi Raikkonen, em 6º nas duas sessões, correndo de Alfa Romeo.


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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Fórmula 1 2019 - Os bólidos da semana


Na semana passada, nós meio que começamos a conhecer os carros para 2019 da Fórmula 1. Meio, porque a Haas só apresentou seu novo visual. Mas nesta semana, vimos quase todos os carros.

Começo pela Aston Martin Red Bull, porque... que pintura maravilhosa, não? Pena que muito provavelmente, como já não é novidade, fique só para os testes pré-temporada. O bólido deste, RB15, ano será guiado por Max Verstappen e Pierre Gasly. Agora, com unidade motriz da Honda.


A atual campeã de piloto e construtores, ou melhor, pentacampeã consecutivamente, Mercedes, chega com um carro que, fora as asas que mudaram por regulamento, é bem parecido com o anterior, com uma mudança aqui e ali, mais na pintura mesmo. Eis o W10 de Lewis Hamilton e Valtteri Bottas.

O carro da Renault é tão parecido que, me parece, o que foi apresentado foi o do ano passado, com algumas adaptações. Mas o verdadeiro R.S.19 já fez seu shakedown. Nico Hülkenberg e Daniel Ricciardo são os pilotos da esquadra francesa.


Outro que me pareceu ser o modelo de antes se passando pelo novo, foi o FW42 da Williams, com essa pintura de iogurte diet. Brincadeira.

Leva ROKiT como patrocinador master e no nome da equipe. Impulsionado pelo motor Mercedes-Benz, será guiado por Robert Kubica e o atual campeão da Fórmula 2, George Russell.


Mais um parecido, para não dizer igual. Porém, é realmente o novo carro: o STR14, da Toro Rosso-Honda, do retorno de Daniil Kvyat e a chegada de Alexander Albon.


Talvez um dos carros mais aguardados, com uma dupla que está criando muita expectativa: o SF90, em comemoração aos 90 anos da Ferrari nas pistas, de Sebastian Vettel e agora, com Charles Leclerc.


Falando em italianos, a apresentação oficial ainda não foi feita (logo, não sabemos o nome), mas a "nova" Alfa Romeo já apareceu nas pistas, com uma bela pintura, mas que também não sabemos se é definitiva.

É a irmã mais nova da Ferrari e, portanto, usa os motores da mesma. Será pilotada por Antonio Giovinazzi e Kimi Raikkonen.


E olha... parece que a "novata" Racing Point, que agora também leva SportPesa no nome, esqueceu de dar nome ao carro de Lance Stroll e Sergio Pérez. O motor, é Mercedes.


Por último, mas não menos importante, eis o MCL34, com unidade motriz Renault, para buscar a redenção da McLaren com Carlos Sainz Jr. e o estreante Lando Norris.

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Paulo Vitor (novo Twitter)

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1 2018/19: Albon na Toro Rosso; Bottas perde engenheiro; Pirelli continua como fornecedora única; Alonso troca F1 com NASCAR de Jimmie Johnson; sobre os testes; e outra troca, entre Vettel e Hamilton


A princípio ele já estava confirmado para correr pela Nissan e.dams na Formula E, porém, logo apareceram os rumores de uma negociação na Fórmula 1.

Dito e feito: o contrato foi rompido e foi anunciado que, Alexander Albon, atual vice-campeão da Fórmula 2, irá correr pela Toro Rosso-Honda. Com isso, os três primeiros colocados da divisão de acesso sobem, e ele se junta ao campeão George Russell, piloto Mercedes que correrá pela Williams, e ao 3º colocado, Lando Norris, da McLaren.

E com isso, tchau, tchau, Brendon Hartley. A outra vaga é de Daniil Kvyat, que está de volta ao certame.

Se um veio dos monopostos elétricos, outro faz o caminho inverso. Mas não é um piloto. Tony Ross, engenheiro do título de Nico Rosberg e desde então ao lado de Valtteri Bottas, deixa o finlandês para trabalhar na empreitada das Flechas Prateadas na outra categoria.

Há pouco mais de dois meses, eu falei sobre um possível ingresso da Hankook como fornecedora de pneus. Porém, a Pirelli segue como escolhida para ser a única fabricante de compostos.


Mal saiu da categoria, fazendo sua despedida ontem, e Fernando Alonso já foi se divertir com outros carros. Como aliás, já era esperado.

A McLaren foi para o Bahrein e levou seu carro de 2013, o último V8. Lá, o espanhol... pilotou o F1? Não. Este ficou para Jimmie Johnson. Isso mesmo, o bicampeão mundial pilotou o Chevrolet do heptacampeão da NASCAR no circuito de Sakhir.

Mas falando em Abu Dhabi agora, as equipes continuam por lá para os testes após o fim da temporada.


Por último, como um sinal de respeito mútuo, Lewis Hamilton, pentacampeão da Mercedes, e Sebastian Vettel, tetracampeão da Ferrari, fizeram uma troca de capacetes.


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domingo, 25 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP de Abu Dhabi - Corrida


Assim termina a temporada 2018 de Fórmula 1: com um, como era de se esperar, GP de Abu Dhabi muito chato. Nada surpreendente vindo do circuito de Yas Marina, embora outras categorias por lá consigam ser mais interessantes.

As emoções foram por circunstâncias alheias a competição: a despedida de Fernando Alonso do certame, com direito a escolta de sua McLaren por Sebastian Vettel e Lewis Hamilton até a reta principal, para darem zerinhos, as despedidas e de Daniel Ricciardo e de Kimi Raikkonen de suas equipes. O australiano terminou em 4º, OK. E o finlandês, melancolicamente, teve problemas em seu carro, abandonando.

Alonso, a propósito, foi apenas o 11º. Por pouco não levou o último pontinho em seu último GP. Completaria 1900 pontos na categoria. Ficou com 1899.


A corrida foi vencida por Hamilton, da Mercedes-AMG, com Vettel, da Ferrari, chegando em 2º e Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, completando o pódio. Como a outra Flecha Prateada, de Valtteri Bottas, apenas fechou o top 5, ele foi superado na classificação pelo holandês rubro-taurino que, por apenas 1 ponto, também não tomou o 3º posto do outro finlandês, da Scuderia. E isso porquê perdeu uma vitória fácil no GP do Brasil e a Red Bull, além dele mesmo, deu outros vacilos.

Em um excelente 6º lugar veio Carlos Sainz Jr., da Renault Sport, seguido pelo também muito bom Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber. Depois veio Sergio Pérez, da Racing Point Force India. E levando os últimos pontos, as Haas de Romain Grosjean e Kevin Magnussen, respectivamente.

Além do Iceman, também abandonaram com problemas em seus carros: Pierre Gasly, da Toro Rosso-Honda; Esteban Ocon, da Force India; e Marcus Ericsson, da Sauber, e que vai para a IndyCar no ano que vem. Já Nico Hülkenberg, da Renault, foi um caso de capotamento louco após tocar rodas com Grosjean, num lance normal de corrida, no qual o alemão foi otimista demais, ainda na primeira volta.


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sábado, 24 de novembro de 2018

Russell campeão da Fórmula 2



Na corrida 1 do GP de Abu Dhabi 2018 de Fórmula 2, George Russell, da ART Grand Prix, tornou-se campeão da categoria! Pole position e vitória.


O inglês traz ainda em seu currículo o título da Fórmula 4 Britânica. E que dia para a ART GP, que mais cedo também foi campeã na GP3 Series.

Em 2º lugar ficou Artem Markelov, da Russian Time. Mas eu quero destacar mesmo foi Luca Ghiotto, da Campos, que fechou o pódio tendo largado em 16º, e isso com uma punição de acréscimo de 5 segundos.

Rival pelo título, Alexander Albon, da DAMS, foi apenas o 14º. Os carros dele e de Sérgio Sette Câmara Filho, da Carlim apagaram na largada. E esta ainda contou com uma batida feia de Arjun Maini, da Trident, na traseira de Nicholas Latifi, da DAMS, que também não largou. Nirei Fukuzmi, da Arden, também ficou na primeira curva.

Albon e Sette Câmara conseguiram voltar à prova e descontar a volta do safety car. Mas do tailandês, vocês já sabem, e o brasileiro, recuperou apenas uma posição, chegando em 16º.

Diga-se de passagem, Stoffel Vandoorne estava com a ART Grand Prix na comemoração. Foi a equipe pela qual ele foi campeão da antiga GP2 Series, hoje Fórmula 2, em 2015. Só que o inglês teve também como um de seus principais rivais no certame, Lando Norris, que chega na McLaren justamente substituindo o belga, que vai para a Formula E. Climão, hein?

Norris, ao que parece, termina em 3º mo campeonato. Mas chega à Fórmula 1 com um excelente currículo, também. Campeão de: Fórmula 4 Britânica (MSA Formula, na verdade, mas os carros são F4 e correm na Inglaterra e Escócia), europeu e norte-europeu de Fórmula Renault, do Toyota Racing Series e por último, da Fórmula 3 Europeia.

Dois vitoriosos meninos ingleses, por duas tradicionais equipes inglesas, chegam à Fórmula 1, onde o campeão dos dois últimos anos, também é inglês. Tá podendo, hein, Inglaterra?

Ah! E a equipe campeã foi a Carlin, de Norris e Sette Câmara.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

Fórmula 1 2018 - GP de Abu Dhabi - Classificação


Não havia adotado o nº 1 em seu carro, sr. Lewis Hamilton? Talvez pudesse tê-lo usado e fique apenas para o ano que vem.

Bem, de qualquer forma, ele mais uma vez foi o nº 1 hoje, ao conquistar mais uma pole position, para o GP de Abu Dhabi 2018 de Fórmula 1, no circuito de Yas Marina.

Aliás, primeira fila toda da Mercedes, com Valtteri Bottas ao lado do pentacampeão. Não é "só" porquê já conquistaram os campeonatos de pilotos e equipes, que vão dar mole. Inclusive acho que sem pressão, até trabalham melhor.

Em seguida vieram as Ferrari e Aston Martin Red Bull, na seguinte ordem: Sebastian Vettel, Kimi Raikkonen, Daniel Ricciardo e Max Verstappen.

Em um excelente 7º lugar, Romain Grosjean, da Haas. Depois Charles Leclerc, ótimo em 9º para quem havia batido sua Alfa Romeo Sauber mais cedo. Fechando a galera do Q3, Esteban Ocon da Racing Point Force India, e Nico Hülkenberg, da Renault Sport.

E o que se deu melhor dentro dos eliminados do Q2, foi o companheiro do último mencionado, Carlos Sainz Jr., que dividirá fila com a outra Sauber, de Marcus Ericsson. Depois vem Kevin Magnussen, da equipe americana, Sergio Pérez com o outro carro cor-de-rosa e, fechando esse bloco, em sua última classificação na categoria, Fernando Alonso, da McLaren.

Por último, os eliminados do Q1 foram: as Toro Rosso de Brendon Hartley e Pierre Gasly, Stoffel Vandoorne, do time de Woking e as Williams de Sergey Sirotkin e Lance Stroll.


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Fórmula 1 2018 - GP de Abu Dhabi - 3º Treino Livre


Um pouco atrasado, eu sei. Logo mais sai o post da classificação, ainda esta tarde, espero. Eu jpa pretendia fazer cada sessão separada.

Enfim...

Lewis Hamilton liderou o último treino livre para o GP de Abu Dhabi 2018 de Fórmula 1 pela Mercedes, no circuito de Yas Marina.

Logo atrás, as Ferrari de Kimi Raikkonen mais uma vez mais rápido do que Sebastian Vettel. Em seguida, Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull e a outra Flecha Prateada, de Valtteri Bottas, fechando o top 5, seguido pelo outro rubro-taurino, Daniel Ricciardo.

Depois vieram Romain Grosjean, da Haas, as Renault Sport de Nico Hülkenberg e Carlos Sainz Jr., respectivamente e completando o top 10, Esteban Ocon, seguido pelo seu companheiro na Racing Point Force India, Sergio Pérez.

Fora isso, só destaco ainda a pancada feia que deu Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber.


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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP de Abu Dhabi - 2º Treino Livre


Valtteri Bottas colocou a Mercedes no topo do segundo treino livre para o GP de Abu Dhabi 2018 de Fórmula 1, no circuito de Yas Marina, superando as Aston Martin Red Bull, de Max Verstappen e Daniel Ricciardo, respectivamente, com a outra Flecha Prateada, de Lewis Hamilton, logo atrás.

Em seguida vieram as Ferrari de Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel, nesta ordem. Fora do pelotão de ponta, depois, Romain Grosjean, da Haas e, entre este e seu companheiro Kevin Magnussen, ficou Nico Hülkenberg, da Renault Sport. Fechando o top 10, tivemos Esteban Ocon, da Racing Point Force India.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1 2018: o nº 1 voltou; reservas da Mercedes; e sobre os testes coletivos


Antes de a Fórmula 1 adotar os números como identidades dos pilotos, com estes podendo escolher com qual correriam, o carro nº 1, em regra, era do campeão da temporada anterior.

Com essa mudança, passou a ser facultativo e, nos títulos que conquistou em 2014, 2015 e 2017, Lewis Hamilton optou por manter o #44 em sua Mercedes. Mas hoje, ele pensou bem e... eis que a Flecha Prateada apareceu em Yas Marina com o #1 estampado.

Agora, finjam surpresa: sem lugar como titular na Racing Point Force India e na categoria como um todo, Esteban Ocon ocupará o posto de piloto reserva do supramencionado time. A novidade mesmo é que Stoffel Vandoorne, de saída da McLaren, terá a mesma oportunidade, por ser piloto da HWA na Formula E. Mas ambos andarão muito mais no simulador.

E após o GP de Abu Dhabi, nos testes coletivos que acontecem por lá no pós-temporada, Kimi Raikkonen já assumirá o volante da Alfa Romeo Sauber, da qual será titular no ano que vem. Ou seja, Charles Leclerc já deve ir de Ferrari. E na McLaren, mesmo que esteja de saída, não descartam a participação de Fernando Alonso.


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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: McLaren da despedida de Alonso da Fórmula 1; Leigh bicampeão nos eSports; Dale Coyne anuncia Ferrucci na IndyCar; Vettel e Schumacher na ROC; Ticktum na Fórmula 2; e Calderón testa com DS Techeetah na Formula E


Fernando Alonso está se despedindo da Fórmula 1. O GP de Abu Dhabi, será o seu último. Por isso, a McLaren dará ao espanhol uma pintura especial neste final de semana, com as cores da Espanha e das Astúrias.

Enquanto isso, nos eSports da categoria, Bredon Leigh faturou o bicampeonato consecutivo da categoria, com uma etapa de antecedência, correndo pela... Mercedes. Até nisso (sem demérito algum), as Flechas Prateadas se deram melhor.

Na IndyCar, Santino Ferrucci, sim, aquele mesmo, que bateu no carro do coleguinha de propósito e por isso foi chutado da Fórmula 2, disputará a temporada 2019 pela Dale Coyne, onde eventualmente já correu.

O tetracampeão da Fórmula 1, Sebastian Vettel, voltará a correr na Race of Champions, no México. E se em outras ocasiões representou a Alemanha ao lado de Michael Schumacher, agora o fará com o filho deste, Mick, atual campeão da Fórmula 3 Europeia. De 2007 a 2012, consecutivamente, Vettel e Schumacher pai saíram vitoriosos da competição.

Vencedor das duas últimas Copas do Mundo de Fórmula 3, em Macau, Dan Ticktum, do Red Bull Junior Team, estreia na Fórmula 2 pela Arden, ainda este ano, na etapa final, em Abu Dhabi.

Por último, Tatiana Calderón, que andou bem ocupada esses dias testando pela Alfa Romeo Sauber em Fiorano, também ganhará uma oportunidade de experimentar os carros da Formula E, no teste que acontecerá na Arábia Saudita (lembrando que o direito de mulheres dirigirem por lá, é algo muito recente).


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domingo, 11 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP do Brasil - Corrida


O pentacampeão e pole position Lewis Hamilton venceu o GP do Brasil e a Mercedes se tornou pentacampeã consecutiva do mundial de construtores de Fórmula 1!

No entanto isso aconteceu para o inglês, digamos, ao contar com a sorte do azar alheio. Deu para entender? Acontece que este seria, facilmente, um triunfo de Max Verstappen. Seria o segundo consecutivo, inclusive. Mas o troféu acabou caindo no colo do #44. Ah! Se tivesse vencido, Verstappen passaria Valtteri Bottas na tabela. Já pensaram?

O holandês da Aston Martin Red Bull, eleito Piloto do Dia (mas que por mim desonrou o "título" fora da pista, mais tarde), vinha fazendo uma incrível escalada, ultrapassando um por um, com todo o seu arrojo, até chegar ao líder inglês e também superá-lo.

Voltas mais tarde, ele era seguido de perto por um retardatário. Seu velho rival na Fórmula 3 Europeia, Esteban Ocon. E ao final daquele ano (2014, se não me falha a memória), o francês é que saiu campeão. Pois bem, este tinha o direito de descontar a volta que tomou, se estivesse mais rápido. E estava. Pediu autorização ao time, e o chefe da Racing Point Force India concedeu.

Isso na entrada do S do Senna. Adivinhem o que aconteceu entre uma curva e outra... Isso mesmo: bateram e rodaram. Mas isso não causou o abandono de nenhum dos dois. Voltaram à pista, com o rubro-taurino mostrando o dedo do meio. Compreensível. Mas francamente, não é? Podia muito bem ter deixado o retardatário ir embora e pronto. Mas não... precisa ser marrento com quem até então estava em 16º.

Rolou até acusação da Red Bull (provavelmente vinda de Helmut Marko) de que foi proposital, para ajudar as Flechas Prateadas. Patético. Nem preciso comentar nada sobre.

Punição de stop and go de 10 segundos para Ocon. Pronto. Justo. Era para ter acabado aí. Mas na pesagem após a prova, Molequerstappen foi lá tirar satisfações com o pupilo da Mercedes, dando-lhe fortes empurrões no peito. Qual a necessidade? Não precisava dessa molecagem. Deixe as "Cenas Lamentáveis" para a NASCAR e para o futebol (Libertadores, em especial). Assim, foi punido pela FIA para fazer algum serviço comunitário. O que deve ser... sei lá, uma aula de karting para os garotos da escola de Fernando Alonso (brincadeira, só um exemplo mesmo).

Por falar no espanhol, ele e seu companheiro na McLaren, Stoffel Vandoorne, também foram punidos: acréscimo de 5 segundos e 2 pontos na carteira, por ignorarem bandeiras azuis.

Voltando para a corrida, Verstappen até tentou alcançar Hamilton e até chegou bem perto, mas, com o assoalho danificado, acabou ficando em 2º mesmo. Kimi Raikkonen completou o pódio pela Ferrari. Era o máximo que dava para fazer.

Fazendo uma excelente recuperação, o outro piloto da equipe austríaca, Daniel Ricciardo, finalmente voltou a completar uma prova, terminando em 4º. Bottas fechou o top 5 e levou mais uns pontos para as Flechas Prateadas serem campeãs mais uma vez. E Sebastian Vettel, da Scuderia, foi apenas o 6º, mas com uma parada extra - que com novos pneus super macios, fez a volta mais rápida da corrida.

No restante do pelotão da zona de pontuação, mas agora entre os mortais: um ótimo 7º lugar para Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber, seguido pela dupla da Haas, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, respectivamente e o último pontinho ficou com Sergio Pérez, da esquadra cor-de-rosa.

Recolheram-se aos boxes Marcus Ericsson, da Sauber, com danos no assoalho que deixavam o carro impossível de pilotar sem rodar, e Nico Hülkenberg, que também teve problemas em sua Renault Sport.





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Um abraço!

sábado, 10 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP do Brasil - Classificação


Finalmente dando as caras e justamente quando é mais importante, Lewis Hamilton cravou a pole position para o GP do Brasil 2018 de Fórmula 1.

Por pouco, o inglês da Mercedes superou Sebastian Vettel, da Ferrari e ainda estabeleceu um novo recorde de pista no Autódromo José Carlos Pace.

Em seguida vieram seus respectivos companheiros finlandeses, Valtteri Bottas, das Flechas Prateadas, e Kimi Raikkonen, da Scuderia.

Completando o top 5, Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, que teria seu companheiro Daniel Ricciardo ao lado, se este não tivesse sido punido com a perda de 5 posições por uma troca de turbo do motor Renault.

Desta forma, atrás do pessoal de ponta, ficou... a dupla da Alfa Romeo Sauber! Com Marcus Ericsson sendo mais rápido do que Charles Leclerc no Q3.

Mas há de se dizer que, no Q2, quando a chuva mais ameaçou, o monegasco estava até então eliminado e, chamado para voltar aos boxes e jogar a toalha, a poucos segundos da contagem regressiva terminar, abriu uma última e heroica tentativa de volta rápida, superando inclusive seu companheiro sueco.

Outro grande destaque foi de Pierre Gasly, colocando a Toro Rosso-Honda em 9º, entre as Haas de Romain Grosjean e Kevin Magnussen, respectivamente. Só aí, então, em 11º laragrá o australiano rubro-taurino.

Tivemos alguns incidentes envolvendo os nomes do topo da tabela (tanto do mundial quanto desta classificação). Hamilton andava devagar e mudou de direção bruscamente, quase se fazendo atingir por Sergey Sirotkin qe vinha muito mais rápido - apesar de estar numa Williams. Depois reclamou do russo, como se tivesse alguma razão. Queria o que? Levar na traseira? E Vettel foi chamado para ter seu carro pesado na hora de iniciar o Q3 que, ameaçado por chuva, o alemão pediu para fazerem o procedimento depressa, não desligou o carro (como é regra) e, ao arrancar em cima da balança, ainda quebrou a mesma. Até então, nada de punição para nenhum dos dois. Deve ficar por isso mesmo.

Atualização: 25 mil euros de multa para o #5.

Os eliminados do Q1 foram as McLaren de Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne, a STR de Brendon Hartley e Lance Stroll, do time de Grove. No entanto, Esteban Ocon perde 5 posições, caindo para 18º, por uma troca de câmbio da Racing Point Force India.


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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP do Brasil - 2º Treino Livre


Sob a liderança de Valtteri Bottas, a Mercedes tomou a ponta em Interlagos, na segunda sessão de treinos livres para o GP do Brasil de Fórmula 1. Lewis Hamilton foi o 2º.

Um pouquinho atrás, Sebastian Vettel, da Ferrari. E só então as Aston Martin Red Bull, de Daniel Ricciardo e Max Verstappen, respectivamente, fechando o top 5. Sendo que o holandês havia liderado o primeiro treino. E o último dos pilotos de ponta, foi o outro da Scuderia, Kimi Raikkonen.

Na simulação de corrida, andaram em ritmos próximos. Mas estão enfrentando um desgaste excessivo dos pneus super macios. E olha que a pista nem estava quente, e o asfalto do Autódromo José Carlos Pace não é dos mais abrasivos.

Passando para o pelotão dos mortais, Romain Grosjean manteve o 7º lugar pela Haas, e Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber, melhorou ainda mais com um 8º lugar. Depois veio o outro carro da equipe americana, de Kevin Magnussen, que perdeu um retrovisor no final e deve ser multado por isso. Fechando o top 10, uma melhora de Esteban Ocon, da Racing Point Force India. Seu companheiro, Sergio Pérez, veio logo atrás.

Tivemos ainda um pouco de bandeira vermelha, com a primeira pancada do final de semana, proporcionada por Nico Hülkenberg, da Renault Sport, quando ia começar a Subida do Café.


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Um abraço!
Paulo Vitor (novo Twitter)