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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Fórmula 1 2019 - GP e testes do Bahrein


Já sabem como foi tudo, né? Dobradinha da Mercedes no GP do Bahrein, com Lewis Hamilton à frente de Valtteri Bottas, e Charles Leclerc, da Ferrari, completando o pódio e também levando o pontinho extra da melhor volta.

O monegasco largou da pole position e perdeu 4 posições ainda na primeira volta. Mas não acabou aí. Ele não se desesperou e, fazendo um bom ritmo, foi se recuperando, até retomar a liderança. Dali em diante, foi só abrindo distância até que, a aproximadamente 10 voltas do final, algo da parte elétrica de seu V6 1.6 turbo começou a falhar, causando a perda de uns 150 cv.

Assim, o jovem ferrarista tornou-se uma presa fácil. Ao ultrapassá-lo, o pentacampeão fez um gesto em respeito ao adversário. Para a sorte de Leclerc, poucas voltas depois, as duas Renault apagaram, sem mais nem menos (ambos poderiam terminar nos pontos, coitados), causando a entrada do safety car. O único da prova, que seguiu até o fim desta. Não fosse isso, Max Verstappen, da Aston Martin Red Bull, teria dado o segundo pódio consecutivo para a Honda. Aliás, o holandês também gesticulou em apoio ao colega da mesma idade (21 anos). Foi muito consolado depois pelo grid, mas reagiu de forma muito madura e até otimista. Ocorrido lamentável, mas grande garoto. Merecidamente, eleito o Piloto do Dia.

Sebastian Vettel, que também lamentou pelo companheiro e por si via rádio, fechou o top 5. Quando se defendia de um ataque do rival da Mercedes, o alemão rodou e, pouco depois, sua asa dianteira raspou forte no chão, quebrando. Assim, o tetracampeã teve que fazer mais uma parada e correr atrás do prejuízo.

Levando a McLaren ao 6º lugar, uma espetacular corrida de Lando Norris. Pena que Carlos Sainz Jr. não teve a mesma "sorte", pois vinha tendo uma performance excelente ao longo do fim de semana. Mas errou numa disputa com Verstappen. Toque de corrida. Quebrou a asa dianteira. Conseguiu voltar à prova, mas agora lá atrás, lento, acabou abandonando posteriormente.

Além de Daniel Ricciardo, Nico Hulkenberg e o jovem espanhol, só mais Romain Grosjean abandonou. Mas seu companheiro na Haas, Kevin Magnussen, também não foi bem, caindo para 13º. Ambos tinham ido ao Q3.

Mais uma vez fazendo uma grande corrida com o equipamento que tinha disponível, Kimi Raikkonen terminou em 7º pela Alfa Romeo. O outro rubro-taurino, Pierre Gasly, marcou seus pontinhos em 8º, seguido pelo colega de firma na equipe satélite, Alexander Albon da Toro Rosso e, levando o último ponto, Sergio Pérez, da Racing Point.


Assim, Bottas continua liderando o campeonato por um ponto sobre Hamilton. Em 3º vem Verstappen, depois Leclerc e Vettel, respectivamente. Em 6º, tomando o lugar que naturalmente deveria ser de Gasly, vem Raikkonen. Depois empatados, vêm Norris e Magnussen. Entre as equipes, a ordem é: Mercedes, Ferrari, Red Bull, Alfa Romeo, McLaren, Haas, Renault e Toro Rosso.

Após a corrida, ontem e hoje, o circuito de Sakhir também recebu testes coletivos da Fórmula 1. E uma imagem ficou emblemática, como eu já havia dito que aconteceria:


Mick Schumacher, filho de Michael, pilotando a Ferrari, equipe pela qual o pai conquistou cinco de seus sete títulos, e assistido pela mãe, Corrina. Malditos ninjas invisíveis cortadores de cebola!

Isso ontem, o que lhe garantiu o 2º melhor tempo, atrás de Verstappen. E aliás, chegou a chover no deserto. Hoje, o alemão correu de Alfa Romeo e terminou em 6º. Muito bom, também.


Hoje o líder foi George Russell, que teve a felicidade de deixar a Williams para o reserva Nicholas Latifiti, para pilotar a Mercedes. E por pouco não foi batido por Pérez.

Uma coisa interessante, é que hoje Vettel, em 3º, andou no carro usado por Leclerc ao longo de todo o final de semana, e saiu do mesmo com um sorrisão no rosto. Descobriu alguma coisa, que disse que será útil para a China, próxima etapa e GP de nº 1000 na história da Fórmula 1. E pelo visto, o alemão pode aprender alguma coisinha (e teve a humildade de reconhecê-lo) com seu jovem companheiro.

Tanto ontem quanto hoje, tivemos também Pietro Fittipaldi pilotando pela Haas. E também, Fernando Alonso matando a saudade da categoria pela McLaren - como aliás, era previsto.


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quinta-feira, 28 de março de 2019

Atualizando o blog: IndyCar, Fórmula 1, Formula E e mais


Fazendo sua primeira temporada completa, ainda sendo considerado um estreante, no último domingo, Colton Herta tornou-se o mais jovem vencedor da IndyCar Series, aos 18 anos e 11 meses de idade.

Sim, ele é filho de Bryan Herta. Correndo pela pequena equipe Harding, com motores Honda, o garoto mostrou serviço na segunda etapa do campeonato, no Circuito das Américas, em Austin, no Texas, Estados Unidos.

Falando em jovens promessas, atual campeão da Fórmula 3 Europeia, Mick Schumacher participará dos testes coletivos da Fórmula 1 no Bahrein, semana que vem, após o GP.

O filho do heptacampeão Michael, pilotará pela Alfa Romeo E pela Ferrari. Este ano, ele disputa a Fórmula 2, que começa também agora, na mesma pista. Cabe ressaltar que Pietro Fittipaldi também voltará ao volante da Haas.


Ah! A propósito de testes, Fernando Alonso esta semana está experimentando uma Toyota Hilux na África do Sul para, quem sabe, disputar a próxima edição do Dakar.


Por último, no ePrix de Sanya, com a Formula E ainda na China, Jean-Éric Vergne, atual campeão, foi o sexto vencedor diferente, da sexta equipe diferente.

E acho que isso pode continuar, viu? Porque o pole position Oliver Rowland, da Nissan NISMO e.dams, deu trabalho ao francês da DS Techeetah.

Antônio Félix da Costa, da BMW i Andretti, completou o pódio e retomou a liderança do campeonato.

Poderia estar pertinho do português ali no topo, Lucas di Grassi, que chegaria em 6º. Mas a menos de duas voltas do fim, Sébastien Buemi, da Nissan, atingiu Robin Frijns, que acertou o piloto da Audi Sport, deixando-o fora da prova.

Quanto aos outros brasileiros, Felipe Massa, da Venturi, por pouquinho ficou fora dos pontos. E Felipe Nasr, da Dragon, e Nelsinho Piquet, da Jaguar, mais uma vez, abandonaram.

Sobre o primeiro campeão, saiu o comunicado hoje que... abaixo das expectativas, ele deixa o time. Disse que estará envolvido de alguma forma, mas que agora se dedicará à Stock Car, onde conquistou dois pódios no ano passado. Seu substituto no monoposto elétrico é Alex Lynn.

E o pentacampeão da maior categoria do automobilismo nacional, finalmente venceu no Jaguar I-Pace eTrophy. Cacá Bueno largou da pole position e liderou de ponta a ponta.


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sábado, 19 de janeiro de 2019

Atualizando o blog: Dakar; Ducati se apresenta para 2019 na MotoGP; Fraga campeão do Shadow Project; Copa das Nações da ROC; Schumacher na academia Ferrari; e mais


Como de costume em início de ano, tivemos o Rally Dakar, que desta vez foi só no Peru e terminou esta semana.

Entre os carros, o vencedor, pela terceira vez, foi Nasser Al-Attiyah, ao lado de Matthieu Baumel, dando para a Toyota o seu primeiro título na competição. Diga-se de passagem: Fernando Alonso irá testar a caminhonete.

Bicampeão entre as motos foi Toby Price, e com uma lesão no punho. Mais um triunfo da Red Bull KTM. Também solitário, mas de quadriciclo, venceu Nicolas Cavigliasso, da Drag'on.

Nos UTVs, deu Francisco Contardo e Alvaro Quintanilla, da South Racing. E nos caminhões, o pentacampeonato dos russos Eduard Nikolaev, Vladimir Rybakov e Evgeny Yakovlev, mais uma vez de Kamaz.


A Ducati apresentou o seu protótipo para a temporada 2019 da MotoGP. Com o mesmo patrocínio da Ferrari na Fórmula 1, a GP19 chega bem bonita, toda vermelha.

Nos eSports, o brasileiro Igor Fraga, que em novembro tornou-se o primeiro campeão mundial do Gran Turismo Sport, esta semana se saiu vencedor do chamado Shadow Project, da McLaren. Como prêmio, agora é piloto virtual oficial do time de Woking.


Começou hoje a Race of Champions na Cidade do México e, como acontece, primeiro tivemos a Copa das Nações.

O título ficou com o Time Nórdico, pela segunda vez, com o dinamarquês Tom Kristensen e o sueco Johan Kristoffersson derrotando o Time Alemanha, que tinha Sebastian Vettel e Mick Schumacher.

Aliás, foi um dia muito importante para o filho do heptacampeão mundial de Fórmula 1, mas por outra razão: ele, atual campeão da Fórmula 3 Europeia e que este ano disputará a Fórmula 2, foi anunciado como novo membro da Ferrari Driver Academy.

Agora, algumas bem rapidinhas mesmo...

Em agosto, Niki Lauda teve que passar por um transplante de pulmão e teve que se afastar de suas ocupações na Mercedes por isso. Voltou a ser internado por causa de uma gripe, mas recebeu alta e agora passa bem.

Thierry Koskas havia sido anunciado em novembro como novo presidente da Renault Sport, divisão esportiva dos franceses e... agora, 18 dias após passar a executar suas funções, deixou o cargo. Volta Jérôme Stoll.

Ferrari e McLaren, que já têm da datas de lançamento de seus bólidos (últimos links), foram aprovadas no crash-test da FIA.

E pelo segundo ano consecutivo, a Fórmula 1 teve um aumento de audiência, agora com uma novidade: Brasil lidera. E isso sem um piloto daqui, lá! Como titular, pelo menos.


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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: 1º dia de testes coletivos da Fórmula 1 em Abu Dhabi; Schumacher na Fórmula 2; Alonso e Kobayashi nas 24h de Daytona; mudança na Stock Car; e Dudu Barrichello na Road to Indy


Hoje aconteceu o primeiro dia de testes coletivos pós temporada da Fórmula 1 no circuito de Yas Marina, onde permanecem as equipes após o GP de Abu Dhabi.

Valtteri Bottas, da Mercedes, liderou a sessão matinal e Sebastian Vettel, da Ferrari, baixou ainda mais os tempos mais tarde.


Chamaram a atenção as estreias. Inclusive Pietro Fittipaldi teve problemas com sua Haas mais cedo. E como podem ver, o trabalho de alguns rendeu bastante.

Eles experimentaram os novos compostos da Pirelli. Segundo o mais rápido do dia, quase não sentiu diferença. Lembrando que em condições normais, serão apenas três. Aliás, mudaram as cores, também.


Descendo um degrau, atual campeão da Fórmula 3 Europeia, Mick Schumacher anunciou sua estreia na Fórmula 2 no ano que vem, pela equipe para a qual já corria em seu até então certame, a Prema, ao contrário do que se especulava com a ART Grand Prix.


O que era até então um rumor, hoje tornou-se uma confirmação: Fernando Alonso voltará a disputar as 24 Horas de Daytona, do IMSA, com o Cadillac DPi da Wayne Taylor Racing.

Diz que quer fazer corridas icônicas no ano que vem. Inclusive ontem já começou a curtir a sua aposentadoria com um carro da NASCAR.

O espanhol já esteve na competição antes. Parece ter tomado gosto pelo endurance com o WEC, inclusive vencendo as 24 Horas de Le Mans, requisito de sua nova ambição: a Tríplice Coroa do Automobilismo. E ele já está confirmado para ir mais uma vez às 500 Milhas de Indianápolis, desta vez, ao que parece, com uma equipe da McLaren.

Ah! E ele leva Kamui Kobayashi, colega de Toyota na LMP1, junto.

Dando um pulinho no Brasil, na Stock Car, Gabriel Casagrande sai da Vogel e vai para "a Cimed" (aspas, porque será um time B, dentro da mesma estrutura, mas com outro patrocínio).

Por último, falando em pilotos brasileiros, mas fora do país, nos Estados Unidos, Eduardo Barrichello, filho de Rubinho, este ano fez sua estreia na Fórmula 4 de lá.

Ano que vem, no entanto, teremos uma pequena mudança de planos: a Road to Indy. Dudu pilotará na USF2000, pela novata equipe Miller Vinatieri.


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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: McLaren da despedida de Alonso da Fórmula 1; Leigh bicampeão nos eSports; Dale Coyne anuncia Ferrucci na IndyCar; Vettel e Schumacher na ROC; Ticktum na Fórmula 2; e Calderón testa com DS Techeetah na Formula E


Fernando Alonso está se despedindo da Fórmula 1. O GP de Abu Dhabi, será o seu último. Por isso, a McLaren dará ao espanhol uma pintura especial neste final de semana, com as cores da Espanha e das Astúrias.

Enquanto isso, nos eSports da categoria, Bredon Leigh faturou o bicampeonato consecutivo da categoria, com uma etapa de antecedência, correndo pela... Mercedes. Até nisso (sem demérito algum), as Flechas Prateadas se deram melhor.

Na IndyCar, Santino Ferrucci, sim, aquele mesmo, que bateu no carro do coleguinha de propósito e por isso foi chutado da Fórmula 2, disputará a temporada 2019 pela Dale Coyne, onde eventualmente já correu.

O tetracampeão da Fórmula 1, Sebastian Vettel, voltará a correr na Race of Champions, no México. E se em outras ocasiões representou a Alemanha ao lado de Michael Schumacher, agora o fará com o filho deste, Mick, atual campeão da Fórmula 3 Europeia. De 2007 a 2012, consecutivamente, Vettel e Schumacher pai saíram vitoriosos da competição.

Vencedor das duas últimas Copas do Mundo de Fórmula 3, em Macau, Dan Ticktum, do Red Bull Junior Team, estreia na Fórmula 2 pela Arden, ainda este ano, na etapa final, em Abu Dhabi.

Por último, Tatiana Calderón, que andou bem ocupada esses dias testando pela Alfa Romeo Sauber em Fiorano, também ganhará uma oportunidade de experimentar os carros da Formula E, no teste que acontecerá na Arábia Saudita (lembrando que o direito de mulheres dirigirem por lá, é algo muito recente).


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sábado, 13 de outubro de 2018

Schumacher campeão da Fórmula 3 Europeia


Filho do heptacampeão mundial de Fórmula 1, Michael, Mick Schumacher é o campeão de 2018 da Fórmula 3 Europeia!

O jovem alemão fez uma segunda fase da temporada espetacular, com oito vitórias até então, e mais um punhado de pódios ao longo do ano. Assim, recentemente ele superou o então líder Dan Ticktum, do Red Bull Junior Team.

Hoje, com um 2º lugar em Hockenheim, ele faturou o título - e haverá mais uma corrida amanhã.

"Schuminho" conquistou o caneco pela equipe Prema, que corre com motores Mercedes-Benz. E é especulado pela ART Grand Prix para disputar a Fórmula 2 no ano que vem.


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domingo, 23 de setembro de 2018

Atualizando o blog: Fórmula 1, Formula E, Moto2 e Fórmula 3


Saudações, amantes da velocidade sobre quatro e duas rodas! E quem sabe até no ar e flutuando sobre as águas. Sentiram-se abandonados? Mas não foi bem o caso. Sinto muito por isso!

Passei por uns perrengues de saúde de quarta-feira pra cá, com direito a visita ao hospital e etc., mas estou melhor agora. Não 100%, mas aos poucos vamos voltando. Então, da forma mais breve que eu puder, para não ficar cansativo para ninguém, vou fazer um apanhado aqui dos destaques da semana.

Há exatamente uma semana eu disse que a Toro Rosso-Honda estaria conversando sobre um retorno de Daniil Kvyat, lembram? Na verdade, nem foi a primeira vez que esse rumor surgiu.

Pois bem, a satélite rubro-taurina confirmou que fará um anúncio de piloto no GP da Rússia e que negocia inclusive com o russo. Mas também lançou outros nomes interessantes: Antonio Giovinazzi (que também foi previamente especulado) e... Robert Kubica!

Agora, lembram que a FIA confirmou uma disputa de pneus com a Pirelli? Temos uma nova interessada em ingressar no certame: a Hankook, em 2020.

A propósito, eis a escolha de compostos dos pilotos/das equipes para Sochi:


A fornecedora também esteve em Paul Ricard, com a Ferrari com Sebastian Vettel e Charles Leclerc, e a Mercedes com Valtteri Bottas, fazendo testes esta semana.

Por último sobre Fórmula 1, a categoria fechou uma parceria com uma casas de apostas, a ISG e Sportradar.

Mudando agora para os monopostos elétricos, na Formula E, se a DS foi para a Techeetah, a Virgin agora é parceria de nada menos que a atual campeã, Audi Sport.


Recentemente eu também falei sobre Pascal Wehrlein deixando o cercadinho da Mercedes e, agora mais livre para fazer as escolhas de sua carreira, ele foi justamente atrás da nova categoria. Testou com a Mahindra.

Fechamos mais esta, e daremos um pulinho sobre as duas rodas: a partir de 2019, os motores da Moto2 serão fornecidos pela Triumph.

Jurava que já havia mencionado isso aqui antes, mas não encontrei nada. Enfim, depois de quase dois anos de desenvolvimento, as unidades oram apresentadas esta semana. Agora maiores, são tricilíndricos de 765 cm³.

Por último, não tem como não voltar a falar de Mick Schumacher na Fórmula 3 Europeia, categoria esta que esteve no Red Bull Ring, na Áustria, neste final de semana.

O alemão cravou as poles e venceu duas das três corridas, chegando em 2º na última. E com isso, abre ampla vantagem na liderança do campeonato sobre Dan Ticktum, para a última rodada tripla da temporada, que salvo engano será em Hockenheim.

Os resultados do final de semana também deram à Prema o título de campeã entre as equipes.


Extra: indo atrás de fotos do pequeno Schumacher, acabei vendo que Billy Monger, que vem mandando bem na Fórmula 3 Inglesa, cravou uma pole position em Doningon Park.


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domingo, 9 de setembro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: Dovizioso leva a Ducati ao triunfo em Misano na MotoGP; Fenati volta a aprontar na Moto2; calendário da MotoE; os vencedores da Stock Car; Schumacher domina Nürburgring na Fórmula 3; e Di Mauro fica em 4º no Mundial de Kart


A pole position do GP de San Marino, em Misano, era de Jorge Lorenzo. Mas coube ao seu companheiro, Andrea Dovizioso, italiano, pilotando uma moto italiana, vencer na Itália.

Inclusive, as vitórias na Moto2 e na Moto3, também foram de pilotos da casa: Francesco Bagnaia e Lorenzo Dalla Porta, respectivamente. Festa dos tifosi! (A palavra serve para fãs em geral, não necessariamente ferraristas).

Salvo engano a 2 voltas do fim, Lorenzo caiu. Seu conterrâneo e futuro companheiro de equipe, Marc Márquez, da Honda, chegou em 2º lugar e continua na liderança isolada do campeonato.

Um destaque negativo, muito triste, na Moto2. Conhecem Romano Fenati? Uns aí já torceram o nariz e, pelo visto, com razão. Enfim, ele tem um contrato com a Forward para o ano que vem, mas não sei como vai ficar depois dessa. Eu nem mencionei seu passado negativo, pensando "poxa, pode ter mudado, vamos dar uma segunda chance", mas...

Fato é que ele foi demitido da VR46 na Moto3, no ano passado, porque brigava feio dentro da equipe. Depois até conseguiu a sua real segunda chance em outra equipe, mas não ficou por lá ao final da temporada, subindo para a Moto2. Eis que desta vez...

Estava o delinquente lado a lado com Stefano Manzi na reta, se aproximou e... acionou os freios do colega! Foi desclassificado e suspenso por duas provas. Mas sinceramente? Tem é que banir este sujeito do esporte! Podia ter matado o Manzi numa "gracinha" dessas, o animal.

Respirei fundo para prosseguir. MotoE! A nova categoria satélite, de motos elétricas, divulgou hoje o seu calendário. Será cinco etapas, entre maio e setembro: Jerez de la Frontera, Le Mans, Sachsenring, Red Bull Ring e Misano.

Passando das duas para as quatro rodas, falemos de Stock Car: Lucas di Grassi, da Hero, e Átila Abreu, da Shell Racing, foram os respectivos vencedores das corridas 1 e 2, em Cascavel, no Paraná.

Mudando de categoria, ontem eu já falei aqui de Mick Schumacher na Fórmula 3 Europeia. O filho do heptacampeão mundial de Fórmula 1, Michael Schumacher, venceu a corrida de ontem em Nürburgring, conquistou a pole das duas de hoje e... as venceu também! Está a 3 pontos do líder do campeonato, Dan Ticktum, da Red Bull Junior Team.

E no Mundial de Kart, que aconteceu neste final de semana, na Bélgica, Gaetano di Mauro, da Academia Shell Racing, único brasileiro na disputa, correndo pela categoria KZ2, terminou em 4º lugar, entre 105 pilotos. Tem que comemorar, sim!


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sábado, 8 de setembro de 2018

Brilhando na Fórmula 3 Europeia e próximo do mundial de Fórmula 2 ou do alemão DTM: fiquem de olho no mini Schumacher


Filho do heptacampeão mundial de Fórmula 1, Michael, Mick Schumacher está vivendo uma ótima fase em sua carreira nos monopostos das categorias de base.

Em 2016 ele estreou com vitória na Fórmula 4 Italiana, e terminou aquele ano nesta e na Alemã com os respectivos vice-títulos, subindo assim para a Fórmula 3 Europeia. Até então, sempre pela Prema.

Eis que 2017 foi um ano discreto para o mini Schumi. Seu melhor resultado foi apenas um pódio. Mas este ano, no começo teve dois pódios e, mais especificamente de julho pra cá, o menino deslanchou.

Conquistou sua primeira vitória no certame em julho, em Spa-Francorchamps, como foi com o pai na Fórmula 1, no GP da Bélgica de 1992. Dali em diante voltou a vencer em: Silverstone, Misano e hoje, em Nürburgring. E ainda faturou as duas poles para amanhã.

Atualização (09/09): largando da pole nas duas corridas, também as venceu. Está a 3 pontos da liderança do campeonato.

Assim, em menos de dois meses, o jovem alemão saiu de uma posição não tão chamativa na tabela, 5º ou 6º, para agora assumir a vice-liderança do campeonato, faltando ainda duas corridas neste final de semana e mais duas rodadas triplas, no Red Bull Ring e em Hockenheim.

Líder do campeonato e projeto rubro-taurino, é melhor Dan Ticktum ficar esperto. Este, diga-se de passagem, é um candidato ao posto de piloto da Toro Rosso-Honda no ano que vem. Mas para isto, creio que precise sair campeão, por questão de: superlicença.

Voltando ao Schumacher, devido ao seu recente bom e cada vez melhor desempenho, está próximo de um acordo com a ART Grand Prix, para disputar a Fórmula 2 no ano que vem. Categoria de peso internacional e principal porta para a Fórmula 1.

Outra possibilidade é o DTM, o campeonato alemão de turismo, que os F3 europeus costumam acompanhar na temporada. Por isso, inclusive, Mick fez um teste hoje, pela Mercedes, que inclusive fornece os motores da Prema. Mas, lembrando que esta fábrica deixa a categoria ao final deste ano.

Enfim, sem pressão pelo sobrenome, mas... seja onde for correr, acho que podemos anotar o nome do garoto. Porque ele é realmente bom. Vamos ver o quanto.


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domingo, 29 de julho de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: Mick Schumacher conquista sua primeira vitória na F3, em Spa; circuito oval na Stock Car; e 8h de Suzuka


No GP da Bélgica de 1992, Michael Schumacher, em seu segundo ano de Fórmula 1, pela Benetton, conquistava sua primeira vitória na categoria.

Neste último sábado, na mesma pista de Spa-Francorchamps, igualmente úmida, seu filho Mick, em seu segundo ano na Fórmula 3 Europeia, pela Prema, conquistou sua primeira vitória no certame.


A Corrida do Milhão da Stock Car, que este ano acontecerá em Goiânia, em agosto, terá uma grande novidade: de forma inédita, eles utilizarão o circuito oval.

E neste final de semana, aconteceu as 8 Horas de Suzuka, tradicional prova de endurance da motovelocidade. Vale a pena fazer um ou outro comentário sobre.


A pole position desta edição, após 23 anos de jejum, foi da Kawasaki. O autor da volta voadora foi ninguém menos do que Jonathan Rea, atual tricampeão consecutivo (e líder da temporada atual, com quase 100 pontos de vantagem) do World SBK, o Mundial de Superbike.

No entanto, na corrida, a vitória foi da Yamaha, com Alex Lowes e Michael van der Mark. Em 2º, veio a Honda de Takaaki Nakagami, Takumi Takahashi e Patrick Jacobsen. Completando o pódio, veio Rea com Leon Haslam e Kazuma Watanabe.


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domingo, 21 de janeiro de 2018

Atualizando o blog: nostalgia, datas, regras e motores da Fórmula 1; um Schumacher na F4 árabe; e na MotoGP, o substituto de Folger na Tech3


O circuito de Laguna Seca, nos Estados Unidos, é um templo clássico muito famoso do automobilismo. Mas nunca recebeu uma prova de Fórmula 1. O que no entanto, não impede de carros da categoria de correr lá, para ações promocionais.

Que tal o lendário McLaren M23 Ford Cosworth, campeão das temporadas de 1974 e 1976, respectivamente pelas mãos de Emerson Fittipaldi e James Hunt? Ao volante, um outro gênio: Mika Hakkinen, bicampeão em 1998 e 1999, justamente pela equipe de Woking. Caso tenham se interessado, eis o link para o vídeo no YouTube.

Voltando aos tempos modernos, a mesma Ford que dava "coração" ao ícone acima, diz que no momento, não cogita voltar ao certame, mas não descarta este retorno para o futuro. Curioso que a Cosworth, hoje fora da Ford, também demonstra interesse.

A Toro Rosso, agora o lado da Honda, anunciou a data de lançamento do seu novo carro, o STR13: 25 de fevereiro. Isto é, na véspera do início dos testes pré-temporada, que acontecem em Barcelona.

Atualização (30/01): a STR adiou o lançamento para o dia seguinte, ou seja, quando os testes começarem.

Por falar nesse tipo de atividade, dando um pulo rapidinho na MotoGP, a Tech3 Yamaha já escolheu um substituto para o afastado Jonas Folger nos testes em Sepang: Yonny Hernández.

Voltando aos monopostos, a Fórmula 1 decidiu estabeler um peso mínimo para os pilotos, que deverá ser atendido a partir da temporada de 2019: 80 kg. Os que pesarem menos do que isso, terão um lastro em seus carros. Isso para dar um equilíbrio ao peso mínimo total dos carros junto aos seus respectivos pilotos.

Outra mudança para o ano que vem, é de dar mais espaço para as logomarcas de patrocinadores nos chassis, aumentando o tamanho de certos componentes dos mesmos, na lateral e na asa traseira.

Descendo de categoria, David Schumacher, filho de Ralf, irá fazer sua estreia em monopostos na Fórmula 4 dos Emirados Árabes Unidos.


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domingo, 27 de agosto de 2017

Fórmula 1 2017 - Mick Schumacher pilota Benetton do primeiro título do pai em Spa-Francorchamps


Foi noticiado ao longo deste mês que Mick Schumacher, filho de Michael Schumacher, pilotaria a Benetton-Ford B194 do primeiro dos sete títulos do pai na Fórmula 1, no final de semana do GP da Bélgica. Um carro polêmico naquela temporada de 1994, diga-se de passagem.

Bem, notícia dada, e assim aconteceu: o mini Schumi conduziu o bólido ao longo do mítico circuito de Spa-Francorchamps, onde o pai fez sua estreia na categoria em 1991, pela Jordan. Com um capacete metade seu, metade do heptacampeão, foi impossível não se emocionar. Ao final da volta, o garoto reverenciou a máquina.

Keep fighting, Michael! Forza, Schumi!


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sábado, 26 de agosto de 2017

Fórmula 1 2017 - GP da Bélgica - Classificação


Lewis Hamilton cravou a pole position, mas não foi apenas mais uma. Esta, foi especial: ele igualou o número recorde da categoria, de seu antecessor na Mercedes, Michael Schumacher, justo no circuito onde este fez sua estreia na Fórmula 1, em 1991 pela Jordan.

Assim como foi no Canadá por causa de Ayrton Senna, o inglês ficou emocionado. Chorou. Principalmente depois de ouvir uma mensagem de parabenização vinda da família do heptacampeão, através do antigo chefe de ambos nas Flechas Prateadas, Ross Brawn (que também acompanhou Schumi na Ferrari).

Entre o tricampeão e Valtteri Bottas, ficou a Ferrari de Sebastian Vettel, e o companheiro deste, Kimi Raikkonen, que parecia que poderia cravar a pole, acabou ficando em 4º. Max Verstappen completou o top 5, seguido por seu companheiro na Red Bull, Daniel Ricciardo.

Depois, as duas Renault no Q3, com Nico Hulkenberg em 7º e Jolyon Palmer em 10º. Entre eles, as Force India de Sergio Pérez e Esteban Ocon, respectivamente.

Fora isso, só cabe destacar que Felipe Massa largará em último ou penúltimo, embora esta não seja sua posição na tabela. Porque acelerou mais do que deveria numa bandeira amarela durante o último treino. A incerteza da posição é porquê Stoffel Vandoorne também perderá meio mundo de posições por mais uma troca de motor Honda da McLaren.


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sexta-feira, 14 de abril de 2017

As Fotos


O que mais eu poderia dizer sobre fotos que, em 2017, reúnem os sobrenomes Senna, Lauda, Prost, Piquet (três, incluindo o sênior), Fittipaldi, Newey (filho de engenheiro tão respeitado, que vale estar na foto seguindo um caminho diferente do pai) e Schumacher? Simplesmente... As Fotos!

Eles estão em Silverstone, onde neste mesmo final de semana acontecem etapas do WEC, da F3 Europeia e da World Series (esta última é categoria satélite da primeira desde meados do ano passado).


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domingo, 25 de dezembro de 2016

Mick Schumacher na Fórmula 3 Europeia


Após 2 anos correndo nas divisões italiana e alemã de Fórmula 4, das quais saiu esse ano com o vice-campeonato em ambas, Mick Schumacher irá disputar a Fórmula 3 Europeia em 2017. A equipe será a italiana Prema, a mesma pela qual ele já vinha correndo. O filho do heptacampeão mundial de Fórmula 1, Michael Schumacher, também foi vice-campeão europeu e mundial de kart em 2014.


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domingo, 13 de novembro de 2016

Fórmula 1 - Esperança por Schumacher, agora no Facebook e no Instagram


Há quase três anos, Michael Schumacher disputa a segunda corrida mais difícil da sua vida. A primeira, pela vida, ele já venceu. Está acordado e consciente, obrigado. Mas muito magro e limitado em sua movimentação, que é quase nula.

É tudo o que sabemos oficialmente, já que a família e a assessora de imprensa desta, Sabine Kehm, mantém quase tudo em segredo, além de desmentir quase todas as notícias sobre o heptacampeão da Fórmula 1.

Mas, acho que podemos ser um pouco otimistas sobre o seu longo tratamento. Ross Brawn, com quem trabalhou na Benetton, na Ferrari e na Mercedes, e acabou virando amigo da lenda, sendo uma das únicas pessoas que podem visitá-lo, disse que deve respeitar o silêncio mantido pela família, mas que também há sinais encorajadores em sua recuperação, e deixou no ar que alguma coisa que sai na mídia pode ser verdadeiro.

Além disso, foram criadas páginas oficiais para o piloto no Facebook e no Instagram, o que pode ser um sinal de que estão se animando com ele. Falo da família e de Kehm.

Quem sabe não tenhamos alguma boa notícia através dessas mídias? Forza, Schumi! Keep Fighting, Michael!


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Um abraço!

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Montezemolo está otimista quanto a recuperação de Schumacher


A notícia é do jornal italiano la Reppublica, e quem em enviou foi o Flagrare-senpai, em quem eu aconselho dar uma conferida, se gosta de histórias de ficção científica (mais do que isso, na verdade, mas ele declara só isso, então não me sinto à vontade para ir além), e até jogos online, como Dota.

É sobre o estado de saúde de Michael Schumacher, mantido sob sigilo pela família. O que eu compreendo e respeito. Mas às vezes seria bom dar alguma notícia aos fãs.

Entre as pessoas que podem visitar o heptacampeão, está o ex-presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, segundo o qual ele está reagindo positivamente em sua recuperação, e acredita que sairá da situação complicada na qual se encontra.

E qual é essa situação? É um mistério. A única coisa que foi informada oficialmente em todo esse tempo, que eu me lembre, foi quando ele saiu do coma. Fora isso, são especulações. Possivelmente ele tem formas mínimas de se expressar, como mexendo os olhos, e que tenha perdido muito peso.

Os relatos mais esperançosos dizem que ele gosta de ser colocado sentado numa varanda de sua mansão na Suíça, para ficar observando as montanhas.

Quero acreditar no otimismo de Monrezemolo, e que Schumi realmente fique melhor, na medida do possível. Forza, Schumi! Keep fighting, Michael!


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Um abraço!

domingo, 17 de julho de 2016

Fórmula 1 - "E se Senna não tivesse morrido?" Estaria vivo... só sabemos disso.

Há pouco mais de uma semana, publiquei o texto que virá logo aqui abaixo lá no meu Facebook. Lá, pois temi que os leitores daqui não gostassem. Porém, acabou sendo bem recebido, o que me encorajou trazê-lo para cá. Só peço perdão pela formatação diferente. Isso acontece quando copiamos e colamos um texto lá da rede social aqui no editor do Blogger.

PS: eu mencionei Jules Bianchi, e hoje faz 1 ano que ele se foi. :-(

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Um abraço!


Estava navegando pelo YouTube, quando um vídeo me chamou a atenção: mais um dos muitos "E se Ayrton Senna não tivesse morrido?", geralmente feitos por canais que nada tem a ver com Fórmula 1 (ou são, aliás, dos "fãs" de F1, assim como os "fãs" de tênis... da época que o Guga jogava, somente), com umas expectativas tão otimistas, que eu adoraria saber o que esse povo bebeu antes de escreverem os roteiros desses vídeos. Seria 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 vezes campeão.
Gente... vamos com CALMA! Tudo bem que é impossível prever essas coisas. Mas eu vou tentar dar algumas hipóteses mais realistas para vocês.
"Ai, Paulo, isso é porquê você não acordava naquelas memoráveis manhãs de domingo." É verdade. E que ótimo, pois é justamente isso que me livra de um julgamento mais passional e menos racional. Mas sinceramente? Eu não só não os reprimo por isso, como até os invejo. Queria ter vivido aquelas manhãs de domingo - antes que me joguem as pedras que certamente já estão em vossas mãos, hahahaha.
Senna era um piloto excepcional? Óbvio! Disso, não há como discordar. E ele possivelmente ganharia mais títulos, sim, SE estivesse sempre nos melhores carros - para dizer o mínimo. Além do piloto, existem muitos outros fatores nos esportes a motor.
Então vamos lá... 1994, num 1º de maio que, na pior das hipóteses, ele ainda bateria o carro na curva Tamburello, mas sobreviveria.
Michael Schumacher, da Benetton, e Damon Hill, da Williams, disputaram aquele campeonato até o fim. Curioso que, Hill, embora tenha sido campeão em 1996, não era lá um piloto espetacular assim, com todo respeito. Estranhamente, ficou muito bom do meio daquela temporada pra frente, o que me faz cogitar a possibilidade da Williams ter feito alguma mutreta como a rival Benetton. Controle de tração, quem sabe, como salvo engano a McLaren também foi acusada. Enfim, se Hill chegou ao final podendo ser campeão, é bem provável que Senna também conseguiria. Então, sim, o tetracampeonato do brasileiro poderia ter vindo naquele ano, ou claro, poderia perdê-lo para o título de Schumacher, como ele acabou conquistando naquele ano.
Em 1995, devido ao final do ano anterior, creio que Senna estaria satisfeito o suficiente para permanecer onde estava. Ainda mais se fosse tetra. Mas no final daquele ano, daria alemão. A Benetton foi um canhão.
Aqui chegamos num ponto importantíssimo: insatisfeito, Senna continuaria na Williams?
Renovando seu contrato por pelo menos mais 2 anos, eu não duvido nada que ele venceria os campeonatos de 1996 e 1997, vencidos por Hill, como eu já disse, e posteriormente por Jacques Villeneuve. Ou renovando por 1 ano e sendo campeão mais uma vez, ele iria querer ficar lá mais.
Mas Senna é um multicampeão. Ele não iria querer ficar de figurante no grid. Mais: ele estaria chegando aos 36 anos, que é a idade em que um piloto, mesmo um gigante, pode começar a pensar em aposentadoria. Pode ser bom o tanto que for, que os reflexos não se comparam aos dos jovens pilotos. Mas vamos considerar que Senna era um cara fora de série, como realmente era (mas não um deus, óh fieis da Igreja do Câmbio Travado - e nem o único), e se aposentasse aos 40, no ano 2000, com um desempenho não tão inferior ao qual tinha no ápice de sua carreira.
Todo mundo sabe que Senna queria se aposentar na Ferrari, como o mesmo vivia dizendo. Reza a lenda ainda, que ele até tinha um pré-contrato com a Scuderia di Maranello, válido a partir de 1996 caso ele realmente fosse para lá.
Se ele fosse para a Ferrari, não podemos afirmar se ganharia mais títulos ou não. "Ué, Paulo, mas a Ferrari não foi campeã em 2000? Ele se aposentaria com seu último título!" Poderia ser assim, ou não, meu/minha jovem padawan. A Ferrari virou aquela máquina de fabricar títulos com a ida de Schumacher para lá em 1996, pois junto com ele, acabaram indo os engenheiros da Benetton que ajudaram os italianos a construírem o que talvez tenha sido o maior dream team da história da Fórmula 1: o inglês Ross Brawn e sul-africano Rory Byrne, sob a tutela do chefe Jean Todt, atual presidente da FIA. Ou seja, não fosse pela ida do alemão pra lá, a Ferrari provavelmente não teria se tornado aquela Coca-Cola toda e, de saco cheio de não ganhar mais nada, talvez a Fiat até tivesse tirado a Scuderia do certame. Lembrando que isso é só uma possibilidade. Sei lá, Senna também poderia levar um bom time de engenheiros e fazer a Ferrari voltar aos seus dias de glória até mais cedo. Por que não?
Mas há de se lembrar ainda de outra combinação fantástica de homem-máquina: Mika Hakkinen a bordo da McLaren, o adversário que Schumacher mais temeu e respeitou. O finlandês conquistou seu bicampeonato em 1998 e 1999. Senna poderia vencê-lo, ou não. Ou, criando um terceiro caminho lá no final de 1995 (ou de 1997), o brasileiro poderia ter voltado para a McLaren, onde tinha uma boa relação com Ron Dennis e este certamente iria querer seu Ás de volta. Lá, mais uma vez, poderia ou não ter sido campeão nos anos que seriam do Hakkinen. Lembremo-nos sempre das muitas variáveis.
Isso só para ter um mínimo de noção, viram como é complicado, gente? Senna poderia ganhar tanto mais um ou mais títulos, tanto como poderia não ter ganho mais nenhum. Mas independente de números, podemos ter uma certeza: mais emoção, não faltaria.
PS: sem querer ver coisa boa em tragédia, mas... há males que vem para o bem. Não fosse a morte de Ayrton Senna, a Fórmula 1 não teria se tornado uma categoria tão segura como é hoje, pois foi graças àquele acidente naquele 1º de maio de 1994, que começou a se preocupar muito com a segurança dos pilotos, que começaram a exigir mais isso. A categoria só voltou a ver um piloto morrer recentemente, quase exatos 20 anos depois (isso em um Grande Prêmio, pois a reserva Maria de Villota morreu em testes há poucos anos, mas numa situação que jamais aconteceria em pista), com o acidente de Jules Bianchi no GP do Japão de 2014 (ele vegetou por mais 9 meses antes de morrer, o que veio a acontecer em meados de 2015). E por causa deste acidente, mais mudanças virão no ano que vem, com a adoção do Halo, que é um dispositivo que protege a cabeça do piloto. Não fosse aquele acidente fatal, entre Senna e Bianchi, muitos outros poderiam ter morrido (incluindo o próprio Senna, que poderia ter morrido mais tarde).

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Top 5 dos mais jovens vencedores da história da Fórmula 1


Ontem, no GP da Espanha, Max Verstappen tornou-se o mais jovem vencedor da história da Fórmula 1, logo em sua estreia pela Red Bull, aos 18 anos, 7 meses e 16 dias. Ele também é o único holandês a vencer uma prova da categoria.

Outros caras venceram ainda bem novos, mas provavelmente o novo recordista nunca será superado, até porquê desde a sua entrada precoce na categoria, aos 17 anos, a FIA colocou uma idade mínima de 18 anos para ingressar no certame.


Anteriormente, este recorde pertencia ao alemão Sebastian Vettel, que o fez no GP da Itália de 2008, pela Toro Rosso, aos 21 anos, 2 meses e 11 dias.


No GP da Hungria de 2003, foi a vez de Fernando Alonso tomar o recorde de precocidade na vitória, correndo pela Renault. Ele tinha 22 anos e 22 dias.


O fundador da escuderia de Woking, Bruce McLaren, venceu o GP dos Estados Unidos aos 22 anos, 3 meses e 12 dias, com seu próprio carro, é claro.


Em 5º lugar, temos Lewis Hamilton. O inglês venceu o GP do Canadá de 2007, pela McLaren, aos 22 anos, 5 meses e 3 dias. Talvez não devesse estar aqui, ou pelo menos não nessa posição, por já ser mais velho que Alonso e Bruce, e obter essa vitória anos depois, mas merece destaque, porque ele ainda era novato naquele ano e foi o primeiro vencedor negro da história da Fórmula 1.



Por causa de pequenas diferenças de meses ou até dias, deixamos de falar de outros vencedores jovens. E também não levei em consideração as 500 Milhas de Indianápolis, que fazia parte do calendário da Fórmula 1 nos primeiros de seus recém completados 66 anos. Ou seja, quem vencesse a Indy 500, mesmo que só participasse daquela corrida estando fora do certame europeu, era considerado um vencedor deste.


Mas enfim, outros jovens ganharam corridas nos 22 e 23 anos, como: Kimi Raikkonen, no GP da Malásia de 2003, pela McLaren; Emerson Fittipaldi, no GP dos Estados Unidos de 1970, pela Lotus; Robert Kubica, no GP do Canadá de 2008, pela BMW Sauber; e Michael Schumacher no GP da Bélgica de 1992, pela Benetton.

Duas dessas que convém ressaltar, são as de Fittipaldi e Kubica.

A equipe do brasileiro estava sem correr há duas etapas, devido ao acidente fatal de um de seus pilotos, Jochen Rindt que era o líder do campeonato e, após a vitória do companheiro, tornou-se o primeiro - e salvo engano o único - campeão póstumo da história da Fórmula 1.

E o polonês, no ano anterior no mesmo autódromo de Montreal, sofreu um acidente horrível que o manteve de molho por algum tempo com os pés lesionados.


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