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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do WEC: 6h de São Paulo no Calendário; e Senna fratura tornozelo em Silverstone


O WEC divulgou hoje seu calendário provisório para a temporada 2019-2020, como podem ver acima (cliquem para ampliar, pois só assim poderão ver as datas). É... pelo visto vão continuar com este formato de super season.

Olha ali qual etapa aparece em fevereiro de 2020: as 6 Horas de São Paulo, em Interlagos, como já estava prometido.

Neste final de semana, a categoria está em Silverstone. Na primeira sessão de treinos livres, Bruno Senna, atual campeão da LMP2, disputando agora a LMP1 ainda com a Rebellion, perdeu o controle de seu carro e bateu forte, fraturando assim o tornozelo direito e, obviamente, já está suspenso das próximas atividades.


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quarta-feira, 7 de março de 2018

McLaren Senna GTR e Carbon Theme


No final do ano passado, a McLaren apresentou seu novo e mais extremo superesportivo, o Senna

Pelo carro por si só, e com um nome de peso desses (que deve ser tendência na marca, abandonando os nomes de letras mais números), naturalmente, era de se esperar que edições especiais começassem a surgir e, mais recentemente, começou-se a falar numa versão de corrida.

Esta, foi apresentada no Salão de Genebra: o McLaren Senna GTR. Mas saibam que até então, trata-se apenas de um conceito.


O pessoal de Woking não revelou muita coisa, mas aqui, o V8 4.0L biturbo deve gerar no mínimo 825 cv de potência, e como saem muitas coisas da versão de rua, ele ficou 50 kg mais leve.

Além disso, câmbio e suspensões receberam aprimoramentos dignos de um carro nascido para as pistas.

Quem sabe não o veremos no WEC, IMSA, ou algum outro certame no qual correm carros de gran turismo?


Focando só no visual, na semana passada também foi apresentado o McLaren Senna Carbon Theme que, como o nome sugere, esbanja muito mais vibra de carbono.

Nas poucas partes pintadas, nota-se as cores verde e amarelo, em referência ao capacete do tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna e, consequentemente, ao Brasil.


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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Nostalgia Ayrton Senna



O canal Nostalgia, do youtuber Felipe Castanhari, postou ontem um vídeo de mais uma hora e dez minutos de duração, falando sobre o tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna.

Claro que, como não é especialista no assunto, os mais íntimos do automobilismo podem notar um ou outro errinho. Coisa à toa, que sinceramente, não faz muita diferença no todo. Aliás, alguns detalhes enriqueceriam ainda mais o conteúdo, mas novamente, nada grave. Talvez até perderiam o foco se o fizessem. Para algo feito não especificamente para os fãs do esporte, este vídeo está realmente excelente. Ou melhor, está ótimo até para nós, apaixonados por velocidade, também. Tanto que resolvi compartilhá-lo aqui. Não quero desmerecer esse pessoal, não. De forma alguma. Nem tenho esse direito. Pelo contrário, tenho é que espalhar esse vídeo mesmo.

Inevitavelmente, aquele Senna pilar da moral e dos bons costumes foi um pouco reconstruído aqui, e como eu digo sempre, todo piloto de ponta, na verdade, não tem nada de bonzinho enquanto competidor. O que é perfeitamente natural e compreensível. Tantos outros gênios, como o brasileiro, foram e são assim.

Mas por mais que seja difícil escapar dessa narrativa do mito, que criou uma geração chata de "ai, a Fórmula 1 acabou em 1994", o Nostalgia trouxe muita coisa legal sobre o ídolo do esporte, tanto profissional quanto pessoal, por outro lado até humanizando o Senna, o que geralmente falta por aí. E achei ótimo que, surpreendentemente, tenham até entrado em detalhes das categorias de base, o que os leigos daqui ignoram ou não dão valor, e isso quando sabem que existem. Falaram de acontecimentos que muitas vezes faltam até em matérias feitas por profissionais do jornalismo esportivo, mais especificamente automobilístico.

Ayrton era um ser humano normal, com seus defeitos, mas também com bons exemplos para dar. Inegavelmente, um gênio que perdemos muito cedo, de maneira trágica. Mesmo que com tantos outros tenham sido assim, este em especial, não deixa de ser uma das maiores referências do esporte mundial, e merecidamente. Gostem ou não, Senna de fato transcendeu seu certame de atuação, tanto que fez muitas pessoas que nem gostavam daquilo, assistirem só por causa dele. O que por outro lado, gerou aquele pessoal que desmerece tantos outros grandes profissionais, e gênios que rivalizam com o brasileiro no patamar de melhores de todos os tempos.

Não quero parecer um chato, crítico, nem nada assim. Só um pouquinho realista. Porque de qualquer forma, Castanhari e toda a sua equipe estão de parabéns pelo brilhante trabalho feito aqui, que inclusive também foram bem sensatos no texto, sem idolatrar, endeusar etc., e com o maior respeito por outros pilotos, que normalmente falta ao falarem desses que se destacaram demais. O que fizeram, foi justamente trazer a Nostalgia da alegria daquelas manhãs de domingo. Assistam, pois vale a pena, cada minuto. Nem vão ver o tempo passando.


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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: mais Fórmula 1 nos EUA; Senna e di Resta no IMSA; Renault nos eSports; convidados na Stock Car; e considerações sobre o Halo


O Liberty Media, grupo americano e dono da Fórmula 1, quer um segundo GP da categoria nos Estados Unidos. Segundo Zak Brown, igualmente estadunidense, as negociações sobre isto estão caminhando e, o lugar mais próximo de um acordo, é Miami.

Antes de mudarmos de categoria, já viram os novos carros da Haas e da Williams?

E por falar no diretor-executivo da McLaren, o mesmo é dono de uma equipe no IMSA, a United Autosports. Bruno Senna, atual campeão mundial de LMP2 pelo WEC e piloto de GT de Woking, participou das 24 Horas de Daytona. E tanto ele quanto Paul di Resta, continuarão na equipe para mais provas do endurance americano.


Depois da Formula E, da MotoGP, da McLaren, de Fernando Alonso e da própria Fórmula 1 entrarem no mundo dos eSports, foi a vez da Renault Sport fazer o mesmo, em parceria com a Team Vitality.

Na Stock Car, mais convidados para a Corrida de Duplas, na novata equipe Squadra G-Force, que recentemente confirmou seus pilotos: Sérgio Jimenez terá Gustavo Frigotto como companheiro, e Gustavo Lima dividirá seu carro com Gustavo Myasava. Quantos Gustavos, hein? Os convidados vieram da Stock Car Light.

E na Hero, o novo piloto desta, Lucas di Grassi, terá ao seu lado o recém conhecido da mesma, Augusto Farfus.

Antes da última coisa, queria dar uma força aqui para a minha amiga Karolina Pedroni, do canal Pole 5. Ela cursa Jornalismo e está fazendo uma Vakinha para o TCC dela, que será um documentário sobre a presença da mulher no automobilismo. É um assunto recente, né? Ou já se esqueceram? Então, a quem puder ajudar, ou pelo menos divulgar, agradecemos.

Enfim, a Fórmula 2 está em testes pré-temporada com seu novo carro, e Sérgio Sette Câmara vai para a sua segunda temporada no certame, agora pela Carlin. Eu perguntei ao mineiro sobre o quanto o Halo compromete a visão do piloto, e esta foi a resposta dele:


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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: Rebellion na LMP1 do WEC com Senna; Fittipaldi testará com Jaguar na Formula E; Cunha muda de equipe na Pro Mazda; e Mundial de Kart da FIA no Brasil


A Rebellion anunciou hoje que na temporada 2018/19 do WEC, irá entrar para a classe LMP1.

Para isto, contará com Bruno Senna, que foi campeão mundial com eles na LMP2, ao lado dos também campeões André Lotterer e Neel Jani, vindos da Porsche, que deixará o certame.

E por falar na LMP2, para esta também anunciaram Gustavo Menezes, Thomas Laurent e Mathias Beche.


Último campeão da World Series F-V8, Pietro Fittipaldi fará teste na Formula E pela Jaguar, em janeiro, no Marrocos.

O brasileiro também experimentou o LMP1 da Porsche e participou de testes coletivos da Fórmula 2, onde procura uma vaga para 2018, embora também tenha chegado a negociar com a Sauber para a Fórmula 1.


Carlos Cunha Filho, que este ano foi correr na Pro Mazda e terminou o campeonato em 3º, continua na categoria, mas em outra equipe: ele trocará a Palfrey pela Juncos, com a qual o compatriota Victor Franzoni foi campeão este ano.

E por último, notícia do meio do ano, mas que inacreditavelmente eu só fui saber hoje e por isso peço desculpas: a FIA escolheu o Kartódromo Paladino, na Paraíba, como sede do seu Mundial de Kart em 2018. Vejam a matéria do Globo Esporte.

Coincidentemente, a entidade elegeu Felipe Massa como presidente da Comissão Internacional de Kart. Brasil sediando o evento, e tendo um representante como autoridade.


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sábado, 9 de dezembro de 2017

O novo superesportivo de topo da McLaren se chama... Senna!


Nos últimos meses a McLaren anunciou que estava preparando seu novo superesportivo de topo, sucessor do P1 e, de lá pra cá, veio soltando pequenas amostras do bólido.

Neste sábado, a marca de Woking apresentou sua máquina ao mundo, até então chamada de "P15". O nome verdadeiro? Não, não uma combinação de letras e números. Desta vez, como já viram, foi especial e pegou todo mundo de surpresa: Senna!


O piloto brasileiro conquistou todos os seus três títulos mundiais de Fórmula 1 pela equipe inglesa, em 1988, 1990 e 1991, que por isso, resolveu homenageá-lo. E que homenagem! Afinal, trata-se do mais importante modelo da Ultimate Series.


O Senna é equipado pelo mesmo motor V8 biturbo de 4.0L utilizado pelo 720S, que conhecemos no primeiro trimestre. Porém, ele ganhou uma cavalaria extra significativa: de 720 cv para 790 cv de potência. E o torque é acima de 80 kgfm.

Ele também é consideravelmente mais leve que o 720S: são 1.283 kg contra 1.198 kg da mais nova estrela da marca.


Números de desempenho, nós ainda não temos. Mas com certeza é bem melhor do que o 720S, e este já faz de 0 a 100 km/h em apenas 2,9 segundos e atinge 341 km/h de velocidade máxima. Então, não esperem nada menos do que isso do Senna.


Serão fabricadas apenas 500 unidades, pelo preço de 750 mil libras. Quase R$ 3,5 milhões. Brinquedinho caro, hein? Mas ah, como eu queria... Quem não, né?


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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: mudança de chefia da Honda na Fórmula 1; Senna nas 24h de Daytona; pintura de Piquet na Stock Car; e nova CNH


A McLaren passará a ser cliente da Renault a partir de 2018 na Fórmula 1, e com isto, a nova parceria da Honda será com a Toro Rosso.

Os japoneses começam assim a fazer uma reestruturação interna, começando com a saída do chefe Yusuke Hasegawa e trazendo Toyoharu Tanabe, que contará com mais alguém dividindo os trabalhos.


Atual campeão mundial na categoria LMP2 do WEC, Bruno Senna correrá nas 24 Horas de Daytona, do IMSA, ao lado de Fernando Alonso e Lando Norris, na United Autosports, equipe de Zak Brown, diretor-executivo da McLaren, da qual o sobrinho de Ayrton é piloto de GT.


Na Stock Car, a equipe Hero correrá na final do campeonato utilizando uma pintura muito especial em um de seus carros, no caso, no de Diego Nunes: da Williams de 1987, em homenagem aos 30 anos do tricampeonato de Nelson Piquet.

E por último, saindo do automobilismo, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), apresentou hoje o modelo de CNH que passará a ser válida a partir de 1º de janeiro de 2019. Será um cartão plástico com microship, no qual serão registrados informações sobre o portador. Lembrando ainda que este ano já falaram da versão eletrônica do documento.


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sábado, 18 de novembro de 2017

WEC 2017 - Senna e Canal campeões da LMP2


Tivemos hoje as 6 Horas do Bahrein, etapa final do calendário do WEC. E nesta prova, na classe LMP2, Bruno Senna, Julien Canal e Nicolas Prost, não só saíram vencedores, como os dois primeiros também se tornaram campeões mundiais, pela Rebellion. O último não esteve em todas as provas, já que também corre na Formula E.

Na LMP1, nós tivemos a definição do título antecipada, com Brendon Hartley, Timo Bernhard e Earl Bamber levando o caneco pela Porsche nas 6 Horas de Xangai. Os vencedores de hoje, foram Kazuki Nakajima, Anthony Davidson e Sébastien Buemi, da Toyota.

Nas classes GTE-Pro e GTE-Am, tivemos decisões de títulos: na primeira, Sam Bird (que aliás, pediu a namorada em casamento após a chegada, e ela disse sim) e Davide Rigon foram campeões com a Ferrari da AF Corse; e na segunda, os grandes vencedores foram Mathias Lauda, Pedro Lamy e Paul Dalla Lana, da Aston Martin.


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domingo, 5 de novembro de 2017

WEC 2017 - Hartley, Bamber e Bernhard campeões da LMP1 com a Porsche


Neste final de semana o WEC esteve na China para as 6 Horas de Xangai, e fazendo uma despedida em grande estilo da Porsche na LMP1, Brendon Hartley, Timo Bernhard e Earl Bamber conquistaram o título da categoria LMP1.

No caso dos dois primeiros, é um bicampeonato mundial. Bamber salvo engano entrou substituindo Mark Webber. Além disso, eles foram os vencedores das 24 Horas de Le Mans deste ano.

Hartley agora volta a se concentrar na Fórmula 1, onde provavelmente ficará no ano que vem pela Toro Rosso, abandonando assim a IndyCar, inclusive com a Ganassi já tendo escolhido seu substituto.

A vitória da corrida em sua classe, no entanto, ficou com a Toyota. Esse trunfo do trio, veio com um 2º lugar. Os vencedores foram Sebastien Buemi, Kazuki Nakajima e Anthony Davidson, que haviam largado na pole position.

Cabe destacar ainda que, na LMP2, Bruno Senna, Nicolas Porst e Julien Canal venceram com a Rebellion, e agora são os líderes da categoria.


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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Fórmula 1 2017 - O teste de Ogier com a Red Bull


Há pouco mais de um mês, que falei que o tetracampeão do WRC, Sébastien Ogier, faria um teste de Fórmula 1 pela Red Bull, que também o patrocina. Porém de lá pra cá, não tivemos nenhuma notícia sobre essas atividades. Hoje, as imagens foram divulgadas.


No Red Bull Ring, antigo A1 Ring, na Áustria, o francês teve ninguém menos que David Coulthard como professor para pilotar o RB7, carro que deu ao time e ao quase xará (de apelido Seb, pelo menos) Sebastian Vettel, seus segundos títulos mundiais consecutivos.

Para o piloto, foi a realização de um sonho que ele disse ter desde que, quando criança, via o ídolo Ayrton Senna correr (irônico para um francês, não?). Isso foi possível porquê atualmente ele está M-Sport, equipe que é apenas cliente da Ford e não um time de fábrica, o que antes era um impedimento.


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sábado, 10 de junho de 2017

Fórmula 1 2017 - GP do Canadá - 3º Treino Livre e Classificação


No último treino livre antes da classificação para o GP do Canadá, tivemos uma dobradinha da Ferrari, com Sebastian Vettel à frente de Kimi Raikkonen. Parecia que a primeira fila seria vermelha mais uma vez. Só parecia.


Eis que na classificação, Lewis Hamilton mostrou que a Mercedes não havia sido superada, massacrando o recorde da pista para conquistar a 65ª pole position de sua carreira na Fórmula 1, igualando ao número de Ayrton Senna e, por isso, teve uma supresa: recebeu de presente da família de seu ídolo, um capacete deste, da temporada de 1987. Ficou sem reação, tremendo e quase foi às lágrimas.

Depois, novamente, Flechas Prateadas e Cavallinos Rampantes embaralhados, com Sebastian Vettel completando a primeira fila e, atrás, nesta ordem, os finlandeses Valtteri Bottas e Kimi Raikkonen. Em seguida vieram as Red Bull, com Max Verstappen completando o top 5 à frente de Daniel Ricciardo.

De certa forma o primeiro entre os mortais, fora do grupo das grandes equipes, Felipe Massa tirou o que podia da Williams, fazendo o 7º melhor tempo, superando a dupla da Force India, que vieram logo atrás. Sergio Pérez e Esteban Ocon, respectivamente. Fechando a turma do Q3, Nico Hulkenberg, da Renault.


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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Stock Car 2017 - Pintura de Senna no carro de Cacá Bueno


Agora correndo pela Cimed, Cacá Bueno resolveu homenagear Ayrton Senna na pintura de seu Stock Car. O pentacampeão da categoria vai correr com um layout semelhante ao da Lotus quando patrocinada pela Camel, amarela como o capacete do tricampeão mundial de Fórmula 1, aproveitando a cor para também imitar o capacete deste.


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sexta-feira, 14 de abril de 2017

As Fotos


O que mais eu poderia dizer sobre fotos que, em 2017, reúnem os sobrenomes Senna, Lauda, Prost, Piquet (três, incluindo o sênior), Fittipaldi, Newey (filho de engenheiro tão respeitado, que vale estar na foto seguindo um caminho diferente do pai) e Schumacher? Simplesmente... As Fotos!

Eles estão em Silverstone, onde neste mesmo final de semana acontecem etapas do WEC, da F3 Europeia e da World Series (esta última é categoria satélite da primeira desde meados do ano passado).


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sexta-feira, 10 de março de 2017

Ayrton, Bruno Senna, e o McLaren 720S


Esta semana a McLaren apresentou seu novo superesportivo, o 720S, no Salão de Genebra e, num vídeo de lançamento, colocou Bruno Senna, piloto da marca, para pilotá-lo, com a voz de Ayrton Senna ao fundo, falando sobre buscar seus limites.

Obrigado por me mostrar isso, Jessy.


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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1 2017: Mercedes mostra partes do novo carro; e Hamilton com capacete de design do Brasil


Na véspera do lançamento do W08 Hybrid, nova Flecha Prateada, a Mercedes divulgou teasers mostrando partes do mesmo. No caso, o bico e a tampa do motor.


Piloto da equipe, Lewis Hamilton promoveu um concurso para que fãs enviassem designs para seu capacete, que será usado ao longo da temporada 2017.


E o vencedor foi um brasileiro! Raí Caldato, da cidade de Campinas, em São Paulo, utilizou elementos tradicionais do visual do tricampeão, mesclando com referências ao Brasil e ídolo do #44, Ayrton Senna (além dos patrocinadores, obviamente).


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

WEC 2017 - Rebellion anuncia sexteto completo e põe Senna e Prost no mesmo carro, Piquet em outro


Mês passado a Rebellion já havia anunciado a chegada de Bruno Senna ao time que já contava com Nicolas Prost e Nelsinho Piquet.

O fan service só não foi mais bem feito pois, apesar de estarem no mesmo time, não haverá duelo interno entre Bruno e Nico, como foi com Ayrton e Alain, tio e pai, respectivamente. A nova geração irá dividir o mesmo protótipo, com Julien Canal, novo piloto anunciado hoje, fechando um dos trios.

O outro carro será de Nelsinho, com Matthias Beche que já estava na equipe, e o outro novato nesta, que será David Heinemeier Hansson.

Os outros dois vieram da GT-Am. Em 2017, a Rebellion Racing irá disputar o WEC pela classe LMP2.


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sábado, 7 de janeiro de 2017

Atrasado: Senna estará com Derani nas 24h de Daytona (e outras provas do IMSA SportsCar) pela ESM


Me desculpem. Eu jurava que havia postado sobre isso aqui, mas pelo visto me enganei. Por isso o atrasado. Enfim, vamos ao que interessa...

Bruno Senna irá disputar a edição deste ano das 24 Horas de Daytona, ao lado de Ed Brown, Johannes van Overbeek e Brendon Hartley, pela Extreme Speed Motorsport. Sim, equipe pela qual Pipo Derani mandou ver em 2016.

E acalmem-se, que Pipo continua na equipe. Só não sabemos ainda quem pilotará qual carro em qual etapa. Mas ele está confirmado para todo o campeonato norte-americano de endurance. Assim como Senna participará de outras corridas do IMSA SportsCar: as 12h de Sebring, as 6g de Watkins Glen e a Petit Le Mans, em Road Atlanta.


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Paulo Vitor

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

WEC 2016/17 - Novo quarteto da Rebellion na LMP2 tem Senna, Prost e Piquet (e Beche)


A Rebellion Racing, equipe que disputará o WEC pela classe LMP2 (até esta temporada foi uma garagista da LMP1), reuniu três sobrenomes para 2017 que fizeram história na Fórmula 1 (com sua geração anterior): Bruno Senna, Nicolas Prost e Nelson Piquet Jr. vão correr com Mathias Beche.

Bem, não exata e necessariamente juntos. Serão dois carros e seis pilotos, os quais ainda não sabemos quem serão os outros dois. Três pilotos para cada carro. Vejamos como será a distribuição feita pela equipe.

Na verdade novato aí é só o Bruno, que esse ano disputou a LMP2 pela RGR Sport e, com a mudança de classe da Rebellion, esta quis contar com sua experiência. Mathias, Nelsinho e Nico já corriam pela equipe suíça na LMP1.




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domingo, 4 de setembro de 2016

WEC 2016 - 6 Horas do México


Mais uma vitória da Porsche no WEC, nas 6 Horas do México, sendo a segunda consecutiva do trio de campeões Mark Webber, Timo Bernhard e Brendon Hartley, do 919 Hybrid #1.

Completando o pódio da LMP1, vieram o Audi R18 #7 de André Lotterer, Marcel Fässler e Benoit Tréluyer e o Toyota TS050 Hybrid de Kamui Kobayashi, Mike Conway e Stéphane Sarrazin.

Não deu para o Audi #8 pole position de Lucas di Grassi, Loïc Duval e Oliver Jarvis, que tiveram problemas, terminando em 27º na classificação geral.

Festa caseira e também brasileira na LMP2. A equipe RGR Sport, que é mexicana, venceu. E com o carro no qual estava Bruno Senna, dividindo-o com o Ricardo González, também mexicano e o português Filipe Albuquerque.

Assim, ainda tem chances matemáticas de títulos. Seus rivais e líderes na classe, Nicolas Lapierre, Stéphane Richelmi e Gustavo Menezes (por incrível que pareça, é americano), chegaram em 2º lugar, 2 segundos atrás. E completando o pódio, a ESM de Pipo Derani, Ryan Dalziel e Chis Cumming.


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domingo, 17 de julho de 2016

Fórmula 1 - "E se Senna não tivesse morrido?" Estaria vivo... só sabemos disso.

Há pouco mais de uma semana, publiquei o texto que virá logo aqui abaixo lá no meu Facebook. Lá, pois temi que os leitores daqui não gostassem. Porém, acabou sendo bem recebido, o que me encorajou trazê-lo para cá. Só peço perdão pela formatação diferente. Isso acontece quando copiamos e colamos um texto lá da rede social aqui no editor do Blogger.

PS: eu mencionei Jules Bianchi, e hoje faz 1 ano que ele se foi. :-(

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Estava navegando pelo YouTube, quando um vídeo me chamou a atenção: mais um dos muitos "E se Ayrton Senna não tivesse morrido?", geralmente feitos por canais que nada tem a ver com Fórmula 1 (ou são, aliás, dos "fãs" de F1, assim como os "fãs" de tênis... da época que o Guga jogava, somente), com umas expectativas tão otimistas, que eu adoraria saber o que esse povo bebeu antes de escreverem os roteiros desses vídeos. Seria 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 vezes campeão.
Gente... vamos com CALMA! Tudo bem que é impossível prever essas coisas. Mas eu vou tentar dar algumas hipóteses mais realistas para vocês.
"Ai, Paulo, isso é porquê você não acordava naquelas memoráveis manhãs de domingo." É verdade. E que ótimo, pois é justamente isso que me livra de um julgamento mais passional e menos racional. Mas sinceramente? Eu não só não os reprimo por isso, como até os invejo. Queria ter vivido aquelas manhãs de domingo - antes que me joguem as pedras que certamente já estão em vossas mãos, hahahaha.
Senna era um piloto excepcional? Óbvio! Disso, não há como discordar. E ele possivelmente ganharia mais títulos, sim, SE estivesse sempre nos melhores carros - para dizer o mínimo. Além do piloto, existem muitos outros fatores nos esportes a motor.
Então vamos lá... 1994, num 1º de maio que, na pior das hipóteses, ele ainda bateria o carro na curva Tamburello, mas sobreviveria.
Michael Schumacher, da Benetton, e Damon Hill, da Williams, disputaram aquele campeonato até o fim. Curioso que, Hill, embora tenha sido campeão em 1996, não era lá um piloto espetacular assim, com todo respeito. Estranhamente, ficou muito bom do meio daquela temporada pra frente, o que me faz cogitar a possibilidade da Williams ter feito alguma mutreta como a rival Benetton. Controle de tração, quem sabe, como salvo engano a McLaren também foi acusada. Enfim, se Hill chegou ao final podendo ser campeão, é bem provável que Senna também conseguiria. Então, sim, o tetracampeonato do brasileiro poderia ter vindo naquele ano, ou claro, poderia perdê-lo para o título de Schumacher, como ele acabou conquistando naquele ano.
Em 1995, devido ao final do ano anterior, creio que Senna estaria satisfeito o suficiente para permanecer onde estava. Ainda mais se fosse tetra. Mas no final daquele ano, daria alemão. A Benetton foi um canhão.
Aqui chegamos num ponto importantíssimo: insatisfeito, Senna continuaria na Williams?
Renovando seu contrato por pelo menos mais 2 anos, eu não duvido nada que ele venceria os campeonatos de 1996 e 1997, vencidos por Hill, como eu já disse, e posteriormente por Jacques Villeneuve. Ou renovando por 1 ano e sendo campeão mais uma vez, ele iria querer ficar lá mais.
Mas Senna é um multicampeão. Ele não iria querer ficar de figurante no grid. Mais: ele estaria chegando aos 36 anos, que é a idade em que um piloto, mesmo um gigante, pode começar a pensar em aposentadoria. Pode ser bom o tanto que for, que os reflexos não se comparam aos dos jovens pilotos. Mas vamos considerar que Senna era um cara fora de série, como realmente era (mas não um deus, óh fieis da Igreja do Câmbio Travado - e nem o único), e se aposentasse aos 40, no ano 2000, com um desempenho não tão inferior ao qual tinha no ápice de sua carreira.
Todo mundo sabe que Senna queria se aposentar na Ferrari, como o mesmo vivia dizendo. Reza a lenda ainda, que ele até tinha um pré-contrato com a Scuderia di Maranello, válido a partir de 1996 caso ele realmente fosse para lá.
Se ele fosse para a Ferrari, não podemos afirmar se ganharia mais títulos ou não. "Ué, Paulo, mas a Ferrari não foi campeã em 2000? Ele se aposentaria com seu último título!" Poderia ser assim, ou não, meu/minha jovem padawan. A Ferrari virou aquela máquina de fabricar títulos com a ida de Schumacher para lá em 1996, pois junto com ele, acabaram indo os engenheiros da Benetton que ajudaram os italianos a construírem o que talvez tenha sido o maior dream team da história da Fórmula 1: o inglês Ross Brawn e sul-africano Rory Byrne, sob a tutela do chefe Jean Todt, atual presidente da FIA. Ou seja, não fosse pela ida do alemão pra lá, a Ferrari provavelmente não teria se tornado aquela Coca-Cola toda e, de saco cheio de não ganhar mais nada, talvez a Fiat até tivesse tirado a Scuderia do certame. Lembrando que isso é só uma possibilidade. Sei lá, Senna também poderia levar um bom time de engenheiros e fazer a Ferrari voltar aos seus dias de glória até mais cedo. Por que não?
Mas há de se lembrar ainda de outra combinação fantástica de homem-máquina: Mika Hakkinen a bordo da McLaren, o adversário que Schumacher mais temeu e respeitou. O finlandês conquistou seu bicampeonato em 1998 e 1999. Senna poderia vencê-lo, ou não. Ou, criando um terceiro caminho lá no final de 1995 (ou de 1997), o brasileiro poderia ter voltado para a McLaren, onde tinha uma boa relação com Ron Dennis e este certamente iria querer seu Ás de volta. Lá, mais uma vez, poderia ou não ter sido campeão nos anos que seriam do Hakkinen. Lembremo-nos sempre das muitas variáveis.
Isso só para ter um mínimo de noção, viram como é complicado, gente? Senna poderia ganhar tanto mais um ou mais títulos, tanto como poderia não ter ganho mais nenhum. Mas independente de números, podemos ter uma certeza: mais emoção, não faltaria.
PS: sem querer ver coisa boa em tragédia, mas... há males que vem para o bem. Não fosse a morte de Ayrton Senna, a Fórmula 1 não teria se tornado uma categoria tão segura como é hoje, pois foi graças àquele acidente naquele 1º de maio de 1994, que começou a se preocupar muito com a segurança dos pilotos, que começaram a exigir mais isso. A categoria só voltou a ver um piloto morrer recentemente, quase exatos 20 anos depois (isso em um Grande Prêmio, pois a reserva Maria de Villota morreu em testes há poucos anos, mas numa situação que jamais aconteceria em pista), com o acidente de Jules Bianchi no GP do Japão de 2014 (ele vegetou por mais 9 meses antes de morrer, o que veio a acontecer em meados de 2015). E por causa deste acidente, mais mudanças virão no ano que vem, com a adoção do Halo, que é um dispositivo que protege a cabeça do piloto. Não fosse aquele acidente fatal, entre Senna e Bianchi, muitos outros poderiam ter morrido (incluindo o próprio Senna, que poderia ter morrido mais tarde).