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domingo, 17 de março de 2019

WEC e IMSA em Sebring


Vale o registro que duas das maiores categorias do mundo, em especial no endurance, estiveram neste final de semana em Sebring, nos Estados Unidos. Tivemos as 1000 Milhas do WEC e as 12 Horas do IMSA.

No certame mundial, mais uma vitória na LMP1 para a Toyota de Fernando Alonso, Sébastien Buemi e Kazuki Nakajima. E no estadunidense, os brasileiros Felipe Nasr e Pipo Derani, junto de Eric Curran, triunfaram pela Action Express.


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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: Ricciardo na Renault; sobre novos carros, e mais notícias da Fórmula 1; Yamaha 2019 da MotoGP; Kohl na Indy Lights; e Nasr na Formula E


Rapidinhas dos últimos dias, para ser mais honesto. Começando pela Fórmula 1.

Na última segunda-feira, finalmente vimos Daniel Ricciardo vestir suas novas cores, da Renault.

Haas e Aston Martin Red Bull anunciaram as datas de lançamento de seus carros: 7 de fevereiro (isso mesmo, amanhã) e 13 de fevereiro, respectivamente.

Quanto aos americanos, diga-se, esperem por novas cores, devido a patrocinador master: Rich Energy (uma bebida energética, acho). E por falar em energéticos, os rubro-taurinos, aliás, também têm uma nova parceria: FuturoCoin, uma criptomoeda.

Na Ferrari, o anúncio de quatro novos pilotos reserva, que atuarão nos simuladores: dois já conhecidos da categoria, Pascal Wehrlein e Brendon Hartley, vindos de programas da Mercedes e da Red Bull; Antonio Fuoco, da Fórmula 2 e já membro da academia italiana; e Davide Rigon, que também já era parceiro da marca.

Fechando o certame, o GP do Azerbaijão teve seu contrato renovado, permanecendo no calendário até, pelo menos, 2023.


Eis o novo protótipo da equipe de fábrica da Yamaha para a disputa da temporada 2019 da MotoGP.

Um pulinho nos Estados Unidos: o brasileiro Lucas Kohl, que nos últimos três anos correu na USF2000, este ano dará um importante passo na Road to Indy, passando a disputar a Indy Lights.

E por último, mas nem de longe menos importante, o atual campeão do IMSA SportsCar na categoria de protótipos, Felipe Nasr, voltará aos monopostos.

O brasileiro substituirá Maximilian Günther, que mal chegou e não agradou, na Dragon-Penske, a partir do ePrix da Cidade do México, daqui a 10 dias.


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sábado, 13 de outubro de 2018

Nasr campeão do IMSA WeatherTech SportsCar


Haja coração, minha gente! Haja coração! Que corrida! Que corrida espetacular! Os minutos finais foram de se assistir de pé!

Em seu ano de estreia no IMSA WeatherTech SportsCar, pilotando um protótipo Cadillac DPi da Action Express, Felipe Nasr é campeão da categoria, ao lado de Eric Curran!

Foi por pouco. A última hora de prova, das 10 horas de Petit Le Mans, em Road Atlanta, foi uma loucura.

Comecei a assistir, confesso, a aproximadamente 3 horas do fim, com o brasileiro ao volante. Pelotão de frente, com ampla vantagem sobre Colin Braun e Jon Bennett. Estava tudo tranquilo para a dupla da Action Express.

Eis que para o último stint, o carro começa a apresentar problemas, tomando de 1 até 4 segundos por volta dos adversários, caindo lá para trás. Parecia o fim. Parecia.

Acontece que a dupla estadunidense da CORE Autosport, mais especificamente Braun, estava tirando tudo do carro. Acelerando demais. Ou seja... isso mesmo, a cerca de 15 minutos do final, teve que reabastecer.

Pouco depois, Pipo Derani, da ESM, que até então estava brigando pela ponta em 3º, foi fazer o mesmo. Acabou que um brasileiro ajudou outro, pois ele saiu logo à frente de Braun.

Enquanto isso, Nasr recuperava um ritmo um pouco mais decente e superou um outro carro da mesma classe, terminando em 8º, logo atrás do rival. Isso bastou para a conquista do caneco.

A corrida, em sua principal divisão, parecia estar nas mãos de Filipe Albuquerque, que dividia o carro com Christian Fittipaldi. Mas... a gasolina acabou nos metros finais. A inércia os levou até a linha de chegada, pelo menos, fechando o top 5.

Assim a vitória caiu no colo da Wayne Taylor Racing, com Jordan Taylor, Ranger van der Zande que deu um show no último stint e Ryan Hunter-Reay.

Na GT Le Mans, venceram Nick Tandy, Patrick Pilet e Fréderic Makowiecki, do time da Porsche. E na GT Daytona, Daniel Serra, Gunnar Jeannette e Cooper MacNeil, com a Ferrari da Scuderia Corsa.

Antonio García e Jan Magnussen levaram o título da GTLM pela equipe da Corvette. E passaram um aperto danado com um estrago nas horas finais, que foi consertado em questão de minutos por um time de mecânicos para lá de eficientes. Por sorte, estavam sob bandeira amarela.

Bryan Sellers e Madison Snow foram os campeões da GTD, com a Lamborghini da Paul Miller.


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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

IMSA SportsCar 2018/19 - Derani e Nasr juntos na Action Express


Ano passado flertou com a IndyCar e, mais recentemente, com a Formula E, mas Pipo Derani já tem um destino certo para 2019: dividir um protótipo da Action Express com Felipe Nasr. Este, se juntou ao time este ano e mostrou que o mesmo tem carro pra vencer corrida. Sim, uma dupla brasileira.

Derani já corria no IMSA, pela ESM (que me parece ter perdido o apoio da Tequila Patrón), onde manda muito bem, vencendo as tradicionais 12 Horas de Sebring duas vezes, inclusive este ano. E no WEC/ELMS, já chegou em 2º lugar nas 24 Horas de Le Mans, que ele até voltou a disputar este ano.


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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da IndyCar Series 2018: Andretti continua com Bryan Herta; Ferrucci na Dale Coyne; Daly segue na Harding; e RLL quer Nasr


Sob o comando da Bryan Herta em seu carro, Marco Andretti anunciou que continuará na IndyCar, na equipe de sua família, não só em 2019, como até além disso, embora não tenha especificado.

Depois de queimar seu filme sendo praticamente expulso da Trident na Fórmula 2, Santino Ferrucci estará novamente com a Dale Coyne no certame norte-americano. Será em um terceiro carro do time em Portland e Sonoma.


E a Harding continua com o "teste infinito" de Conor Daly, escalando-o agora para as 500 Milhas de Pocono. Desta vez, frustrando a oportunidade de Zachary Claman DeMelo.

Outra equipe que quer um terceiro carro, mas para 2019, é a Rahal Letterman Lanigan. E um piloto no qual tem interesse para confiar seu cockpit, é Felipe Nasr, com o qual pretendem testar. O brasileiro está no IMSA, onde inclusive já venceu corrida.


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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Atualizações de outras categorias: Nasr vence no IMSA; Alonso lidera testes em Le Mans; e notícias de Formula E e F4


Como devem saber, este ano, Felipe Nasr optou por correr no IMSA, pela Action Express. E no último sábado, ele conquistou sua primeira vitória no certame de endurance estadunidense.

Foi dividindo seu protótipo com Eric Curran, na etapa de Detroit. Uma dobradinha brasileira, pois Helio Castroneves, que igualmente disputa a categoria pela Penske e recentemente também conquistou sua primeira vitória por lá, chegou em 2º lugar.


Subindo para o nível mundial, neste último final de semana, tivemos testes coletivos para as 24 Horas de Le Mans. E em todas as sessões, vindo de uma vitória, Fernando Alonso foi o mais rápido, a bordo do Toyota TS050.

E visando uma mudança na categoria, em especial o regulamento técnico da classe LMP1 para 2020, a FIA está vindo com ideias de redução de custos, para atrair novas equipes e, quem sabe, montadoras.

Diga-se de passagem, fala-se em interesse da McLaren em disputar o certame - possivelmente com o Senna. E a Aston Martin, que já disputa o WEC, poderia também colocar o Valkyrie na pista.


Há alguns dias, eu falei sobre a DS escalar os pilotos da Techeetah para testarem seu Gen2, certo? Pois bem, as sessões aconteceram em Calafat, com Jean-Éric Vergne e André Lotterer.

Por falar no novo carro uma das novidades do mesmo, que eu soube, são inovadores - e caros - freios eletrônicos, no lugar dos tradicionais sistemas hidráulicos. Tecnologia das pistas, para os nossos carros nas ruas, num futuro nada distante.


A Formula E divulgou hoje seu calendário da temporada 2018-2019 (só com uma corrida em 2018, na verdade, em dezembro), infelizmente, novamente com a ausência de um ePrix brasileiro, que vinha sendo cotado desde os primórdios do certame.

Reparem que o campeonato começará com um ePrix na Arábia Saudita. Ah! E como com os Gen2, não haverá necessidade de troca de carro, as corridas terão 45 minutos + 1 volta de duração.

Por último, mas não menos importantes, vamos falar dos nossos garotos das categorias de base. Mais especificamente, Fórmula 4 Francesa, Italiana e Alemã.

Caio Collet na F4 Francesa (embora a corrida tenha sido em Spa-Francorchamps, na Bélgica, onde aliás, se fala francês), conquistou uma pole position e um pódio, abrindo sua vantagem no campeonato. E Gianluca Petecof, protegido da Ferrari, que havia sido vetado para a corrida da F4 Italiana em Monza, por dores nas costas, foi liberado pela F4 Alemã para correr no Red Bull Ring, na Áustria.


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sexta-feira, 27 de abril de 2018

WEC e ELMS 2018/19 - Button e Nasr nas 24 Horas de Le Mans e outras provas de endurance


Olha quem resolveu aparecer... Jenson Button! O campeão mundial da Fórmula 1 em 2009 fará sua estreia no WEC este ano, incluindo, é claro, as 24 Horas de Le Mans!

O inglês correrá na classe LMP1 pela russa SMP Racing, dividindo o carro #11 com Vitaly Petrov e Mikhail Aleshin. Lembrando ainda que ele também está na disputa do Super GT, o que irá tirá-lo das 6 Horas de Spa-Francorchamps.

Outro piloto que anunciou a sua participação no endurance mundial, inclusive a supracitada principal prova, além de outras cinco provas do ELMS, foi Felipe Nasr, que já vem atuando no IMSA.

O brasileiro correrá na classe LMP2 pela Villorba Corse, com a qual já testou ano passado, a bordo de um Dalara-Gibson P217, que compartilhará com Roberto Lacorte e Giorgio Sernagiotto.


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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Atualizações da Stock Car 2018: dança das cadeiras, novas regras para Corrida de Duplas e convidados desta


Em outubro eu falei de uma nova equipe na Stock Car, a Squadra G-Force. Há quase uma semana, os pilotos da mesma foram anunciardos: Sergio Jimenez e Gustavo Lima.

Sobre a corrida de duplas, a categoria andou impondo alguns requisitos sobre os convidados (o que desagradou alguns pilotos): não podem ser pilotos que estiveram na categoria (pelo menos não recentemente), e preferencialmente, que tenham disputado grandes campeonatos de relevância internacional nos últimos anos.

Na Hot Car, Guilherme Salas chamou o argentino Mario Altuna, vindo das corridas de turismo do seu país. Na RC, Max Wilson convocou Felipe Giaffone, campeão da Copa Truck, e Ricardo Maurício na Full Time, convidou Felipe Nasr, que vem do IMSA.


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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do WEC 2017/18: Alonso pode correr com a Toyota nas 24 Horas de Le Mans; e Nasr testa na LMP2


Já não é mais segredo para ninguém que Fernando Alonso busca a Tríplice Coroa do Automobilismo. Este ano disputou a Indy 500 e ano que vem, já está confirmado nas 24 Horas de Daytona como uma preparação para as 24 Horas de Le Mans.

Em qual classe e qual equipe poderia ajudar o espanhol a alcançar seus objetivos? Especula-se que ele já moldou um banco no TS050 Hybrid da Toyota na LMP1.

O que é até engraçado, visto que ainda corre numa McLaren com motores Honda, e que passará a ter motores Renault, do mesmo grupo da Nissan. Temos aqui três montadoras japonesas, e estas, ao lado das alemãs, levam essa rivalidade com as conterrâneas muito à sério.


Alonso teria, inclusive, perdido uma oportunidade de teste do WEC esta semana, em Paul Ricard, devido ao compromisso com o GP do Brasil na Fórmula 1, mas deverá poder fazer isso muito em breve no Bahrein. Outro conhecido nosso, porém, aproveitou a chance, no entando, foi na LMP2.

Felipe Nasr já sabe que vai correr na IMSA, mas não é incomum pilotos se dividirem entre dois certames de endurance.

E esta semana ele esteve na França, correndo com o Dallara P217 Gibson da Cetilar Vilorba Corse. Pela foto, acho que todo mundo gostou da experiência, hein?


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Paulo Vitor (novo Twitter)

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

IMSA SportsCar 2017/18 - Nasr na Action Express


Há quase cinco meses, eu escrevi um post comentando o paradeiro de Felipe Nasr. Falei do que tem feito até então, e hoje, vim falar do que ele vai fazer em 2018.

O brasileiro que ficou sem lugar na Fórmula 1 após duas temporadas pela Sauber, mudará seu rumo para os protótipos de endurance. Recentemente ele relembrou como é a experiência num gran turismo Porsche, aqui no Brasil mesmo, dividindo o carro com Ingo Hoffmann. Relembrando, pois o brasiliense já participou de provas como as 24 Horas de Daytona, antes de pilotar F1.

Enfim, o destino de Nasr será o IMSA SportsCar, onde irá correr de Cadillac DPi, pela Action Express. Equipe pela qual, diga-se de passagem, compete o conterrâneo Christian Fittipaldi, bicampeão do certame. Ele dividirá o carro com Mike Conway e Eric Curran.


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Paulo Vitor

domingo, 7 de maio de 2017

E o que Felipe Nasr anda fazendo?


Desde que ficou sem vaga na Fórmula 1, após a Sauber renovar o contrato de Marcus Ericsson e trazer Pascal Wehrlein, e de a Manor encerrar suas atividades na categoria, não tivemos mais notícias de Felipe Nasr, que ficou quieto durante meses. Pelo menos fora dos holofotes da imprensa.

Até que, no final do mês passado, o brasiliense quebrou o silêncio para o jornalista Marcelo Courrege, e como se tratou de algo exclusivo para este, vou limitar-me a deixar somente o link aqui, que é o mais ético a ser feito. Porém ao final desta semana, o piloto deu declarações à revista Autosport, e suas palavras ganharam o mundo.

Nasr não desistiu da Fórmula 1 e, junto de seu empresário, trabalha para voltar ao grid o mais rápido possível, tratando como "questão de tempo" e, "pronto para pular num caro de F1 amanhã", se for preciso. Para isso, se preparou. Ganhou aproximadamente 3 kg de músculos, já que os novos carros são mais exigentes fisicamente, além de estar sempre treinando seus reflexos no kart em Brasília, como podemos ver em sua conta no Instagram. E claro, há a parte comercial, de busca por patrocinadores tanto aqui quanto no exterior.

A matéria diz que ele ainda está aberto ao WEC, IndyCar ou Formula E, mas que tudo isso é secundário. O foco mesmo, claro, é a Fórmula 1. Demonstrando até uma preocupação com a futura representatividade do Brasil no certame.


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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Fórmula 1 2017 - Os incertos destinos entrelaçados de Nasr e da Manor


Ainda não se sabe se Felipe Nasr estará no grid da Fórmula 1 em 2017. O Banco do Brasil não quer mais saber de negócios com a Sauber, e Pascal Wehrlein é fortemente cotado para entrar no time.

Alemão que aliás, vem da Manor, onde há duas vagas. Porém, não se sabe se esta também permanecerá na categoria, justamente por causa de... Nasr.

O que o brasileiro fez, não foi nada além do seu trabalho. Muito bem feito, aliás: chegando em 9º lugar no GP do Brasil, embaixo de forte chuva, com um carro horrível. Marcando pontos para a equipe até então zerada, e o suficiente para passar a Manor no mundial de construtores e assim deixar esta sem a premiação em dinheiro.

Exatamente por causa dessa perda, não há certeza da permanência da nanica, que inclusive foi novamente colocada à venda e em processo de falência, busca um administrador legal. Além de patrocínio, para poder continuarem correndo.

Resumindo: Nasr consegue uma grana alta para a financeiramente problemática Sauber, que não deve renovar com o piloto (não é ingratidão, mas negócios), este que assim, tirou o prêmio que até então deveria ser da Manor e esta, sentida, seria a única esperança do brasileiro, que a prejudicou - sem ter essa intenção, é claro.

O mundo da Fórmula 1 às vezes é ironicamente cruel.

P.S.: Eu não sei se estou escrevendo tão mal assim, mas há quem não esteja entendendo. Eu não falei que Felipe Nasr dolosamente sacaneou a Manor, nem que esta foi vítima. Apenas uma análise de fatos, sem julgar intenções. É uma competição e cada um dá o melhor de si, como tem que ser. Não ficar pensando "vou chegar em 11º, pra não prejudicar aquele time, porque acho que o meu não vai renovar comigo e aí posso querer correr por eles". Será que deu para entender, ou está tão difícil? Gosto do Nasr, acho ele muito bom piloto, quero que ele permaneça na Fórmula 1 e se não conseguir, que volte depois. OK?!


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Paulo Vitor

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1: Graças a Mercedes e Wehrlein, Sauber só vai anunciar segundo piloto em 2017 e ainda há vagas na Manor


Tal como a Mercedes anunciou como o faria e até por causa disto, a Sauber só irá decidir quem será seu segundo piloto no início de 2017.

Uma vaga já está definida, e esta, é de Marcus Ericsson. Felipe Nasr disputa o outro cockpit, porém, sem o apoio do Banco do Brasil, que não quer mais negócios com o time suíço.

Cogitado para assumir o volante deixado por Nico Rosberg nas Flechas Prateadas, Pascal Wehrlein também vinha negociando com a Sauber. Mas as conversas pararam desde a aposentadoria do campeão mundial. Seria interessante para quem sabe, no ano seguinte ao próximo, conseguir uma parceria técnica com os alemães, já que os suíços contarão com motores defasados da Ferrari.

Lembremo-nos ainda que as duas vagas da Manor ainda não possuem dono e, de um jeito ou de outro, provavelmente Wehrlein não vai continuar por lá.


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domingo, 13 de novembro de 2016

Fórmula 1 2016 - GP do Brasil - Corrida


Lewis Hamilton venceu o GP do Brasil e manteve a luta pelo campeonato viva para daqui a duas semanas, em Abu Dhabi. Mais importante ainda, esta foi a sua vitória de número 52, superando Alain Prost e assim, se tornando o 2º maior vencedor da história da Fórmula 1, atrás apenas de Michael Schumacher. E por último, mas não menos importante, foi seu primeiro triunfo em Interlagos e partindo da pole position, igualando mais um feito de seu herói Ayrton Senna, como ele tanto queria. Coincidentemente, também na chuva.

Completando mais uma dobradinha pela Mercedes, Nico Rosberg teve sorte em chegar em 2º lugar. Aliás, até Hamilton teve sorte em vencer e eu já vou falar porquê. Enfim, o alemão que ainda lidera o campeonato, agora vai para a final podendo chegar até em 3º para ser campeão, mas claro, vencendo é melhor ainda.


A causa que poderia tirar o sorriso das Flechas Prateadas, é esta aí: Max Verstappen, que completou o pódio. Novamente eleito o Piloto do Dia e desta vez foi mais do que merecido. Inconsequente como de costume, mas demonstrou imensa perícia. Não fossem algumas escolhas erradas de pneus, o holandês teria vencido. Sempre que precisou correr atrás do prejuízo, rapidamente alcançava os líderes e chegou a ocupar a 2ª colocação, quase ameaçando o líder, Hamilton, que venceu de ponta a ponta.

Essa demonstração de gala do Mad Max na chuva quase foi pelo ralo, ou melhor, pelas áreas de escoamento d'água junto a esta. Porque ele rodou na Subida/Curva do Café e, ao contrário de outros que encerraram assim suas participações, ele salvou seu bólido lindamente.

Ah! Lembrem-se que Interlagos foi onde o Verstappinho estreou na Fórmula 1, fazendo teste pela Toro Rosso em 2014, com seus até então 17 anos recém completados.

Com o que fez hoje, ele garantiu a 2ª posição para a Red Bull no Mundial de Construtores. Não deu pra Ferrari.


Por falar em confusão de pneus e água, Interlagos hoje sofreu um dilúvio. Foi, talvez, a corrida de Fórmula 1 mais comprometida pela chuva que já aconteceu neste autódromo, com direito a duas bandeiras vermelhas. E os abandonos de Romain Grosjean, da Haas, ainda antes da largada, naquela volta que eles dão para checar se está tudo OK no carro; Marcus Ericsson da Sauber; Kimi Raikkonen, que rodou e bateu com a Ferrari logo na relargada após o safety car causado pelo piloto anteriormente citado; Jolyon Palmer, da Renault, num erro meio besta que quase tirou Daniil Kvyat, da Toro Rosso; Esteban Gutiérrez, que ficou irado após uma falha no carro da Haas; e Felipe Massa, da Williams, em sua última participação no GP do Brasil de Fórmula 1, mas este abandono merece um post próprio.


Sergio Pérez, da Force India, terminou num ótimo 4º lugar e Sebastian Vettel da Ferrari completou o top 5, sendo uma vítima cruel dos excessos de arrojo verstappiano. Esse resultado já está ótimo para o tetracampeão, pois este também teve sorte em completar a prova com as escapadas que deu.

Destaque ainda para Carlos Sainz Jr., da Toro Rosso logo atrás. Depois outro rubro-taurino, Daniel Ricciardo. E em 8º, finalmente nos pontos, não só para ele como para a equipe, Felipe Nasr, da Sauber, numa atuação que, sinceramente, foi brilhante. Pilotou muito, passando um certo aperto no final com Fernando Alonso, que completou a zona de pontuação pela McLaren-Honda.

Ainda sobre o Nasr, o brasileiro ali pode ter salvo seu futuro na Fórmula 1 e ainda por cima tirou a Sauber da última posição do Mundial de Construtores, zerada, superando a Manor, que marcou 1 pontinho com Pascal Wehrlein que quase voltou a fazê-lo hoje, assim como Esteban Ocon. Nem preciso dizer que a equipe foi à loucura, né?






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domingo, 23 de outubro de 2016

Fórmula 1 2016/17 - Felipe Nasr na Force India?


Esse é o rumor que surgiu com muita força neste final de semana, ganhando maiores proporções hoje: Felipe Nasr correndo na Force India em 2017, como companheiro de Sergio Pérez, ocupando o lugar de Nico Hulkenberg, que vai para a Renault.

Quem quer isso? Ninguém menos do que Bernie Ecclestone, que põe muita pressão nessa mudança, e nós sabemos que o velhinho tem poder, já tendo apoiado a entrada e a permanência de Nasr na Fórmula 1, pois o Brasil traz uma boa audiência para a categoria (ainda mais que teremos só um piloto no ano que vem). É verdade que esta caiu e que brasileiro gosta mais de ver alguém daqui ganhando do que é fã de automobilismo, mas para um país desse tamanho e populoso, não é de se assustar que daqui venham números altos em comparação com outros países.


Isso foi declarado pelo próprio Bernie, e a equipe falou que a vaga é do Nasr, embora tenham outros interessados e nenhum contrato assinado. O que faltam são só essas formalidades mesmo, que incluem patrocínio, que é muito importante.

Até poucos meses atrás, ele poderia "voltar" (pois foi apenas reserva) para a Williams (era quase certo), porquê além da aposentadoria de Felipe Massa, Valtteri Bottas queria ir para a Renault. Mas agora, temos mais este indicador da permanência do finlandês no time de Grove.

Para a vaga de Massa, deverá entrar o campeão da Fórmula 3 Europeia, Lance Stroll. Só estão esperando ele completar 18 anos para fazerem o anúncio, já que um de seus patrocinadores é uma marca de bebida alcoólica, no caso, a Martini.


Possivelmente o acontecimento explique o que houve ontem, por parte da Sauber. A equipe copiou excelente acerto que Felipe havia feito. Segundo o próprio, o melhor do ano. E passado essa configuração para o carro de Marcus Ericsson, como este mesmo disse. Depois, desconfiguraram todo o carro do brasileiro, deixando-o horrível.

"Ah não, você tem que reconhecer que eles tem o mesmo carro, para de tentar tirar a culpa porquê é brasileiro". Moralmente, talvez eu deveria dizer que estão em condições de igualdade. Mas além do próprio Ericsson ter admitido o que aconteceu (caiu que nem pato ao ser questionado, diga-se de passagem), deem uma olhada nos números de Felipe Nasr e nos de Marcus Ericsson nas categorias de base, especialmente na GP2 Series, onde o chassi e os motores são padronizados - ainda mais considerando equipes e quantidade de temporadas. Agora me responde: quem é o melhor piloto?

A nacionalidade do piloto, para mim, é irrelevante. Eu gosto é do esporte e assisto uma corrida mesmo que não tenha nenhum brasileiro. Se tiver e este se der bem, é claro que ficarei feliz. Mas não é importante. Particularmente, nem simpatizo muito com Nasr, para ser sincero. Mas também não tenho nada contra, e reconheço que é um piloto competente.


Retaliação não parece muito teoria da conspiração? Sim. Numa equipe grande e de fábrica, principalmente. Não é o caso da Sauber, que depende muito de patrocínio e pela então falta deste, quase veio a fechar as portas ainda neste ano. "Ué, mas e o Banco do Brasil?" O dinheiro que este põe no time, costuma ser todo gasto na pré-temporada com a concepção do chassi. Com a saída do brasileiro, sai o patrocínio do banco. Nos últimos meses, o que vem chegando são patrocínios do sueco, além do dinheiro do novo dono da equipe.

Não penso que, não fosse o rumor, a Sauber faria muito diferente do que fez. Mas pode ter influenciado, se tiver sido o caso. Se antes já estavam dando preferência ao sueco por razões de patrocínio, depois disso é que as coisas pioraram. Lembrando que o leite já havia azedado e muito no GP de Mônaco.

Ainda assim, ainda acho difícil de acreditar. É uma competição, e um esporte de equipe. Não faz sentido. Ainda mais que a Sauber precisa desesperadamente de pontos, pois ainda está zerada. Mas que é muita coincidência, é.

Tretas à parte, de qualquer forma, a mudança é boa? Bem... é melhor do que permanecer numa equipe que te sacaneia, e que ainda por cima terá o motor muito defasado no ano que vem. Teremos mudanças profundas no regulamento, mas a Force India - apesar de também viver numa montanha russa financeira, já que é outra "garagista" -, costuma ter uma performance mais consistente na parte da frente do meio do grid.


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Paulo Vitor

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Fórmula 1 2016 - Os boatos entre Renault e Williams, McLaren e a situação da Sauber

Melhor um post médio do que três pequenos para abordar assuntos de uma mesma categoria, não é? É assim que eu penso quando faço isso aqui. Quantidade não é qualidade, e tem um motivo para eu colocar a Sauber no meio disso.


Primeiramente, vamos falar da Renault, que até onde sabemos não renovou o contrato de nenhum dos seus dois pilotos, e não está satisfeita com nenhum dos dois. Tanto em desempenho quanto em carisma, nas palavras do diretor.

Há pouco tempo, diziam que Felipe Massa poderia ir para lá. O piloto não nega a possibilidade de deixar a Williams, mas prefere permanecer no time de Grove e se mostra tranquilo quanto a sua situação. Agora dizem que seu companheiro Valtteri Bottas é que teve uma proposta dos franceses e o mesmo defendeu Massa essa semana, ou seja, não está preocupado em lutar por uma sobrevivência interna na escuderia.


Caso mudem um dos pilotos da Williams, possivelmente é para trazer Jenson Button. A equipe tem interesse, mas não quer esperar a enrolação da McLaren para resolver esse tipo de questão. O time de Woking, aliás, quer promover Stoffel Vandoorne, então é bem possível que o inglês deixe mesmo o time, mas admite até que pode correr em outras categorias. como o WEC ou Rallycross.


Quanto a Sauber, vocês sabem: foi vendida. A situação financeira melhorou, mas a situação geral da equipe, ainda não foi solucionada por completo. Pelo menos levarão atualizações para o GP da Bélgica. Eles precisam correr atrás do prejuízo e recuperar seu devido lugar. Além disso, também perderam um pessoal importante na área técnica.

E por falar nesta equipe, Felipe Nasr é outro piloto que já teve seu nome ligado à Renault e (com o apoio da filial brasileira e também até porquê o presidente da marca, Carlos Ghosn, é brasileiro), uma fonte ou outra, fala em Williams também, mas esta eu acho muito pouco provável. Na verdade todo mundo que de alguma forma está inseguro/desconfortável com a sua situação, namora a escuderia francesa.


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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Fórmula 1 2016/17 - Renault e Williams no centro de rumores


Sabem como é... vai chegando o meio do ano, e começam as especulações da dança das cadeiras na Fórmula 1. Uma parte desta dança está focada entre Mercedes, Ferrari e McLaren. A outra, meio que por consequência desta, está entre a Renault e a Williams.

Como eu disse no outro post, tanto os contratos de Felipe Massa quanto o de Valtteri Bottas na escuderia de Grove, terminam no final deste ano.

Nos últimos dois anos, houve interesse das equipes de ponta no finlandês, o que não voltou a se repetir este ano - embora eu ainda não fique surpreso caso ele não tenha um pré-contrato com alguma delas. Então, a opção mais lógica, é que ele continue onde está.

Também não há razão para que descartem o brasileiro. Sempre estiveram satisfeitos com ele, e creio que este ano estejam ainda mais. Mas há outros pilotos de olho em sua vaga, como podem ser os casos de Jenson Button, caso seja o inglês a deixar a McLaren, e não Fernando Alonso ocupando o lugar de Nico Rosberg na Mercedes, e de Daniil Kvyat, que deve estar de saco cheio da Red Bull como um todo, pelo duro golpe dado em sua carreira.

Temendo essa possibilidade, há quem aponte conversas entre Massa e a Renault. Lembrando que ele quase foi pra lá quando esta era Lotus, ao deixar a Ferrari. Só que quem também tem interesse nos franceses, é seu conterrâneo Felipe Nasr, de saco cheio da Sauber e ainda mais depois do estopim em sua relação com seu companheiro Marcus Ericsson após o GP de Mônaco.

E por que a Renault estaria assim tão aberta? Porque está insatisfeita tanto com Kevin Magnussen, quanto com Jolyon Palmer. Talvez até mais com este. Só que assim como na Williams, Button e Kvyat também podem querer alguma dessas vagas. Curioso que, no caso do inglês, ele é ex-piloto dessas duas equipes.

Isso tudo poderia ainda abrir uma vaga na Toro Rosso, mas esta seria mais restrita aos pilotos do programa de desenvolvimento de pilotos da Red Bull. E outra na Sauber, onde é bom Magnussen e Palmer ficarem de olho.

Também não podemos deixar de lembrar que Pastor Maldonado está louco para voltar à Fórmula 1, e esteve em Mônaco conversando com as equipes.


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domingo, 29 de maio de 2016

Fórmula 1 2016 - GP de Mônaco - Corrida


Finalmente, Lewis Hamilton demonstra reação vencendo o GP de Mônaco! O pole position Daniel Ricciardo, da Red Bull, chegou num amargo 2º lugar, e quem voltou ao pódio para completá-lo, foi Sergio Pérez, da Force India.


Vimos um vencedor redimido, um 2º colocado emburrado, e com razão, e um 3º todo pimpão, como nesses circunstâncias, tem que ficar mesmo. E teve Justin Bieber se metendo onde não deveria. Dentro do cercadinho do qual nem os membros da equipe passam. Só quem vai receber o troféu pela equipe vencedora, os organizadores e olhe lá. Não sei se queria um degrau de 4º lugar, talvez. Vai entender, né?


O inglês não era o primeiro a ver a bandeira quadriculada desde o dia 25 de outubro, quando venceu o GP dos Estados Unidos do ano passado. Ou seja, foi um jejum de 7 meses e, nesse tempo, quem ele mais viu ganhar foi seu companheiro na Mercedes, Nico Rosberg, atual líder do campeonato que hoje terminou com um modesto 7º lugar.

A corrida começou chuvosa e com safety car nas primeiras voltas, com todos usando o pneu de chuva mais pesada. Logo, alguns começaram a se arriscar com os intermediários. Menos Ricciardo e Hamilton, até que o australiano decidiu fazer o mesmo que os outros.

Ainda com os pneus de chuva pesada, Rosberg teve algum problema breve e Hamilton aproveitou a brecha para ultrapassá-lo na pista, e já que não estava bem, o líder do campeonato já fez a sua parada. O que talvez até explique o mau resultado do alemão.

Hora das Flechas Prateadas arriscarem. Hamilton prosseguiu na pista que, com o sol dando as caras, começou a secar ainda mais rápido. Enrolando o máximo que podia, o inglês finalmente fez a sua parada, colocando os pneus ultra-macios, visto que o pessoal lá de trás já estava fazendo isso, e que dava certo.

Pouco depois, quando Ricciardo foi fazer a sua parada, a Red Bull se atrapalhou com os pneus, fazendo-o perder muito, muito tempo. O australiano voltou para a pista com os compostos super-macios, e juntinho com Hamilton. Só que o inglês vinha mais rápido e com isso, conseguiu tomar a ponta.

Ainda era meio cedo para dizer, mas agora sabemos que, com certeza, foi ali que a vitória caiu no colo do piloto da Mercedes. Mas sem tirar sua dose de mérito, pois fez seu trabalho direitinho e a equipe ousou na estratégia.


O rubro-taurino veio até babando colado na sua traseira, doido para ultrapassá-lo. A melhor chance que teve, foi quando o líder cortou um pedaço da chicane aposta a saída do túnel e, perdendo um pouco de ritmo, viu Ricciardo tentando ultrapassá-lo. Hamilton fechou a porta de uma forma perigosa e o australiano demonstrou muita habilidade ao impedir um acidente. Mas essa agressividade é até compreensível. Afinal, são pilotos, são competitivos e o inglês estava em seu direito de fazer um movimento de defesa. O que ficou feio foi ele praticamente ter jogado o carro em cima de Ricciardo, e não fechado a porta. Não deu em nada, mas pelo menos foi investigado.

Depois disso, o piloto da Red Bull preferiu abrir um certo espaço. Pois embora estivesse visivelmente mais rápido mesmo com um jogo de pneus menos aderente, se ficasse na traseira do W07 Hybrid o tempo todo, seus compostos se desgastariam ainda mais rapidamente. E assim seguiram até o fim, roubando o sorriso de Ricciardo, que foi até estranho de se ver tão sério no pódio.

Tudo o que Helmut Marko pôde fazer, foi pedir desculpas para Ricciardo por cagar no pau dele, dizer que foi um erro humano e que vão apurar isso.

Aliás, pior ainda para os austríacos, é que após largar dos boxes, bater na quinta e bater no sábado, Max Verstappen bateu hoje também. E teve aquela batida feia dele no ano passado, ainda na Toro Rosso, depois da qual muitos o condenaram. É talentoso, mas ainda tem muito para se desenvolver e amadurecer, e é melhor que não tente fazer todo esse processo nas ruas do principado.


O 3º colocado foi uma surpresa bem agradável, pois é legal ver uma equipe intermediária completando o pódio. Largando em 8º, Pérez fez uma estratégia de uma parada só, mas que seria mais garantida de ir até o final da prova do que os outros que optaram pelos Pirelli mais macios. O mexicano foi de macio. Só que quem fez o mesmo, foi Sebastian Vettel. O piloto da Force India teve que segurar a Ferrari ali atrás nas últimas voltas, e acabou levando a melhor. Decepcionado com seu próprio resultado, Vettel pediu desculpas à equipe. Companheiro de Pérez, Nico Hulkenberg, largou em 5º e terminou em 6º. Perdeu uma posição, só. Mas pelo menos pontuou.

O alemão da Scuderia terminou na mesma posição em que começou, mas pelo menos terminou. Já Kimi Raikkonen bateu na Loews (quase levando Massa e Grosjean juntos), quebrando sua asa dianteira. O finalndês até tentou levar o carro aos boxes, mas acabou abandonando logo ao sair do túnel, na área de escape, pois seu SF16-H estava numa situação complicada de ser dirigido.


Quem também fez uma boa corrida foi Fernando Alonso. O espanhol da McLaren-Honda largou em 10º e terminou num ótimo 5º lugar. Chassi os ingleses tem, o motor japonês já não é tão ruim, e tem aquela componente dentro do cockpit, que em Mônaco faz muita diferença. O mesmo pode se dizer do seu companheiro Jenson Button, que foi de 13º para 9º, também pontuando para a escuderia de Woking. Um bom final de semana para os 50 anos da McLaren na Fórmula 1.


Carlos Sainz Jr. da Toro Rosso foi o 8º, perdendo uma posição. Mas pelo menos terminou a corrida, ao contrário de seu companheiro de equipe, Daniil Kvyat. O russo, desesperado em mostrar serviço, bateu em Kevin Magnussen, que logo abandonou também. A Renault, aliás, já estava fora com Jolyon Palmer, que bateu logo que o safety car saiu da pista lá no início da prova. Cuidado, Kvyat, que o próximo rebaixamento é para a GP2 Series. E o russo vinha tendo problemas com o carro desde a primeira volta.

Atualização: FIA pune Kvyat, que perderá 3 posições no grid do GP do Canadá.


O último pontinho do dia, ficou para Felipe Massa, que superou seu companheiro Valtteri Bottas - que havia largado em 10º -, deixando-o fora da zona de pontuação. O saldo foi até positivo, visto que o brasileiro largou em 14º e o FW38 não se deu bem nessa pista. Os dois fizeram o que podiam e deram até sorte de terminar, considerando os incidentes da prova. Mas infelizmente não deu pra Williams pontuar mais.


Pior para a Haas, que até teve seus dois carros cruzando a linha de chegada, mas com nenhum na zona de pontuação. Dessa vez, Esteban Gutiérrez chegou à frente de Romain Grosjean. Foram 12º e 13º, respectivamente. Terminando só na frente da Manor, que viu muitas bandeiras azuis. Principalmente Pascal Wehrlein, que chegou a desobedecer uma e ultrapassar a velocidade permitida em uma das vezes que o safety car virtual foi acionado. Por isso, mesmo com os comissários ali em cima, terminou à frente de seu companheiro, Rio Haryanto.

E agora, a treta da prova, motivo de um duplo abandono, na mesma equipe. Sim, é da Sauber mesmo que eu estou falando.


Felipe Nasr vinha na frente, Marcus Ericsson atrás. Estavam atrás de um pequeno pelotão, até que o brasileiro recebeu de seu engenheiro a ordem de deixar o companheiro passar na curva 1. Ele negou, e o sueco reclamou. Novamente, outra ordem para Nasr, agora da chefia. Era para Ericsson passar na última curva, então. Porém, logo que o brasileiro deu uma leve brecha na penúltima curva, o sueco já foi enfiando o carro e os dois bateram. No mesmo lugar que Kvyat e Magnussen, diga-se de passagem. Até tentaram continuar a corrida, mas a curto prazo, isso causou o abandono dos carros da Sauber.

No motorhome, houve reunião ainda durante a prova. Para início de conversa, Nasr fazia a corrida dele. Não havia razão, e nem era hora e lugar para se deixar passar. O sueco foi o culpado. Mas achei bacana que o próprio Ericsson assumiu a culpa. Ele foi punido e perderá 3 posições no grid da próxima etapa, o GP do Canadá.

Vivemos reclamando do GP de Mônaco, mas esse não ficou devendo em nada. Melhor do que muitas provas em circuito sem ser de rua. E foi assim não só na Fórmula 1, como nas corridas da GP2, tanto na corrida 1 quanto na corrida 2.





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