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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Atrasadíssimo, mas só para constar... P.S.: ou relembrando


Ultimamente aqui perto de casa, tenho visto muito uns Chevrolet Tigra e um Calibra, lindos.

Como era legal, não? A época em que a General Motors trazia os carros da Opel para o Brasil. Esses aí, Astra, Corsa, o nosso Vectra GT, que era um Astra mais novo e, enfim...

Lembrei que no início do ano, haviam rumores sobre o Grupo PSA (Peugeot-Citroën/DS) estar interessado em adquirir a montadora alemã. Mas não voltei a dar aquela conferida sobre este tema.

Pois bem, aconteceu. Os franceses compraram. E já faz meses, viu? Foi em março! Consequentemente, levaram a Vauxhall junto.

Diga-se de passagem, descobri esta outra marca ali pelos menos 11, 12 anos, ao começar a jogar Need for Speed: Underground 2, em que um dos carros iniciais era um conhecido de nós brasileiros: a então nova geração do Corsa. "Mas o que é isto de Vauxhall?", pensava o jovenzinho Paulo Vitor.

Enfim, esta outra era (não que tenha deixado de existir, mas agora, tem outra dona), digamos, a divisão britânica/inglesa (vendem na Austrália e na Nova Zelândia, também) da Opel, fazendo os carros com a direção do lado direito.

Só para falar uma terceira vez no modelo, o Corsa ainda existe em nova geração, tanto na Opel quanto na Vauxhall.

Ah, não acredito... Agora que este que vos fala terminou o post, viu que falou, sim, sobre isto na época. A cabeça está ficando ruim, hein?

Bom, vai ficar aqui, agora, pois acho que serviu para contar algumas curiosidades para quem não sabia, além de relembrar - já que eu mesmo havia me esquecido, rs.


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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Formula E 2018/19: DS troca Virgin por Techeetah; Agag quer mulheres em testes na Arábia Saudita; e novos chefes na Dragon


Como já era até previsível, a DS trocou a Virgin (talvez devido ao novo acionista majoritário) pela Techeetah. O que é um bom negócio, ao meu ver.

Os chineses chegaram ao certame na segunda metade de 2016, e já mostraram um potencial e tanto. Não à toa, o atual campeão, Jean-Éric Vergne, é deste time. E por pouco não levaram o mundial de equipes, tomado pela Audi Sport na última corrida.

Se com a permissão da Arábia Saudita para mulheres dirigirem desde o mês passado, na Fórmula 1, a Renault Sport convidou uma pilota árabe para uma exibição, na Formula E, o próprio chefão da categoria, Alejandro Agag, quer pilotas participando dos testes para novatos a serem realizados no país.

E na Dragon, equipe, digamos, afiliada à Penske, e que até então estava sem um chefe de equipe oficial, agora, não está mais. Anunciaram a contratação de Gary Holland, vindo da LMP2 do WEC. E o novo chefe de engenharia é Jakob Andrease, com experiência de F1 nas inglesas McLaren e Williams.


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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Atualizações de outras categorias: Nasr vence no IMSA; Alonso lidera testes em Le Mans; e notícias de Formula E e F4


Como devem saber, este ano, Felipe Nasr optou por correr no IMSA, pela Action Express. E no último sábado, ele conquistou sua primeira vitória no certame de endurance estadunidense.

Foi dividindo seu protótipo com Eric Curran, na etapa de Detroit. Uma dobradinha brasileira, pois Helio Castroneves, que igualmente disputa a categoria pela Penske e recentemente também conquistou sua primeira vitória por lá, chegou em 2º lugar.


Subindo para o nível mundial, neste último final de semana, tivemos testes coletivos para as 24 Horas de Le Mans. E em todas as sessões, vindo de uma vitória, Fernando Alonso foi o mais rápido, a bordo do Toyota TS050.

E visando uma mudança na categoria, em especial o regulamento técnico da classe LMP1 para 2020, a FIA está vindo com ideias de redução de custos, para atrair novas equipes e, quem sabe, montadoras.

Diga-se de passagem, fala-se em interesse da McLaren em disputar o certame - possivelmente com o Senna. E a Aston Martin, que já disputa o WEC, poderia também colocar o Valkyrie na pista.


Há alguns dias, eu falei sobre a DS escalar os pilotos da Techeetah para testarem seu Gen2, certo? Pois bem, as sessões aconteceram em Calafat, com Jean-Éric Vergne e André Lotterer.

Por falar no novo carro uma das novidades do mesmo, que eu soube, são inovadores - e caros - freios eletrônicos, no lugar dos tradicionais sistemas hidráulicos. Tecnologia das pistas, para os nossos carros nas ruas, num futuro nada distante.


A Formula E divulgou hoje seu calendário da temporada 2018-2019 (só com uma corrida em 2018, na verdade, em dezembro), infelizmente, novamente com a ausência de um ePrix brasileiro, que vinha sendo cotado desde os primórdios do certame.

Reparem que o campeonato começará com um ePrix na Arábia Saudita. Ah! E como com os Gen2, não haverá necessidade de troca de carro, as corridas terão 45 minutos + 1 volta de duração.

Por último, mas não menos importantes, vamos falar dos nossos garotos das categorias de base. Mais especificamente, Fórmula 4 Francesa, Italiana e Alemã.

Caio Collet na F4 Francesa (embora a corrida tenha sido em Spa-Francorchamps, na Bélgica, onde aliás, se fala francês), conquistou uma pole position e um pódio, abrindo sua vantagem no campeonato. E Gianluca Petecof, protegido da Ferrari, que havia sido vetado para a corrida da F4 Italiana em Monza, por dores nas costas, foi liberado pela F4 Alemã para correr no Red Bull Ring, na Áustria.


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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: Charlotte 600 da NASCAR; teto orçamentário na Fórmula 1, e mudança na Sauber; IndyCar, McLaren e Alonso; Castroneves na Indy 500 em 2019; sobre a DS e a Techeetah na Formula E


Ontem, além do GP de Mônaco de Fórmula 1, e das 500 Milhas de Indianápolis da IndyCar Series, tivemos uma outra prova muito tradicional do automobilismo na NASCAR Cup Series: as 600 Milhas de Charlotte, também conhecidas como Coca-Cola 600.

A corrida foi dominada por Kyle Busch, que faturou-a pela primeira vez na carreira. Largando da pole position, o piloto da Joe Gibbs liderou 378 das 400 voltas e venceu todos os quatro segmentos com seu Toyota Camry. Que domínio!

Agora falando em Fórmula 1, este final de semana o Liberty Media tratou de um dos temas mais polêmicos, que não agrada as equipes grandes (com direito a chilique de Ferrari e Mercedes), mas, que - junto com a FIA - eles insistem: teto orçamentário. Inclusive trouxeram de volta Martin Whitmarsh só para trabalhar com isso.

O valor é de US$ 150 milhões por temporada, porém, o plano é fazê-lo de forma gradual, testando, pra ver se dá certo, entre 2021 e 2023. E para facilitar a entrada de novas equipes, as fabricantes poderiam vender o ERS, seja lá como este for até lá, já que a tecnologia híbrida não tem agradado. Então deve ser algo mais simples, como dito anteriormente.

Depois da saída de Jörg Zander da Alfa Romeo Sauber, esta, aproveitando-se do novo vínculo italiano, trouxe Simone Resta da Ferrari. Eis o novo diretor-técnico dos suíços.


Agora, pode ser mais uma viagem minha mesmo, mas... acho que Fernando Alonso correrá na IndyCar Series ano que vem, mas ainda com a McLaren. Como? Pois é, tenho falado aqui do interesse cada vez maior do time de Woking em competir no certame estadunidense.

Fernando Alonso está desanimado com a falta de possibilidades de competir na Fórmula 1, na qual conquistou seu bicampeonato consecutivo em meados da década passada, 2005 e 2006. Já esteve nas 500 Milhas de Indianápolis ano passado, e disse que queria voltar um dia. Está atrás da Tríplice Coroa do Automobilismo, tanto que está com a Toyota na LMP1 do WEC - e começou muito bem, vencendo. Então, acho que ele está pronto para virar de vez a página da F1, enquanto ainda é competitivo e pode realizar outras grandes coisas.

Por que pensei nisso? Porque Zak Brown disse que gostaria muito de ter o espanhol correndo pela McLaren mesmo fora da Fórmula 1. Entenderam?

Falando em Indy 500, depois de pedir ao chefe ao vivo após seu infeliz abandono, Helio Castroneves já foi confirmado pela Penske para a edição de 2019 da corrida.

A última e não menos importante categoria: Formula E. Muito provavelmente, a Techeetah será a campeã entre as equipes e, no início do ano, falava que queria uma fábrica parceira, pois era e ainda é, um time independente, embora use o powertrain da Renault e.dams (futuramente Nissan). Mas uma montadora traz dinheiro e mais profissionais capacitados.

Pois bem, sabemos que a DS Virgin tem um novo acionista majoritário, e com isso, parece que a DS vai pular fora. Para onde? Techeetah. Qual o sinal disso? Escalou Jean-Éric Vergne e André Lotterer para testarem o seu Gen2.

Última peça do quebra-cabeça: será uma nova DS Techeetah, ou a Virgin, que usará o powertrain da Audi Sport ABT, que estão negociando? Vamos aguardar para ver.


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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Formula E 2017/18 - Lynn vira titular na DS Virgin


Alex Lynn já era reserva na DS Virgin, quando teve que substituir José María López, o Pechito, no ePrix de Nova York (e apesar dos abandonos, surpreendeu com a pole), devido ao compromisso do argentino com a Toyota no WEC.

Agora o tricampeão do WTCC não irá continuar com a equipe nos monopostos elétricos, e assim, o britânico ex-reserva da Williams na Fórmula 1, passará ao posto do titular na temporada 2017/18.


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domingo, 16 de julho de 2017

Formula E 2016/17 - ePrix de Nova York - Corrida 2


Gostou de ganhar no ePrix de Nova York, hein, Sam Bird? O piloto da DS Virgin repetiu o feito de ontem, faturando a corrida 2 da rodada dupla, desta vez tendo largado da pole position. Mas não foi uma vitória fácil de ponta a ponta.

Dada a largada, assim como aconteceu na primeira corrida, quem vinha em 2º tomou a ponta logo na primeira curva. No caso, foi Felix Rosenqvist. Ocupando assim a posição até a volta 12, quando Bird a tomou de volta, para não mais perder.

A propósito, se ontem tivemos as Techeetah completando o pódio, hoje foi a vez da Mahindra, mostrando-se uma equipe cada vez melhor. Rosenqvist chegou à frente de Nick Heidfeld, mas os dois chegaram a brigar (não tão duramente como no México, pra não repetir a lambança) por essa posição. Em determinado momento o sueco teve algum problema no carro e, mais tarde, o alemão devolveu a posição, para compensar. Achei digno.


Heidfeld quase perdeu esse último degrau para um estreante do final de semana, Pierre Gasly, que estava na Renault e.Dams no lugar de Sébastien Buemi. O pupilo da academia da Red Bull foi muito otimista achando que um veterano feito Heidfeld o deixaria passar por uma brecha nos metros finais, e garoteou dando uma panca no soft wall, por sorte conseguindo atravessar a linha de chegada, Em frangalhos, mas atravessou.

Se não tivesse atravessado, quem acharia muito bom, teria sido Lucas di Grassi, que completou o top 5 pela ABT Audi Sport, depois de largar em 9º. Ele sai de Nova York tendo reduzido a diferença entre Buemi e ele para 10 pontos, faltando apenas mais uma rodada dupla.

O carro da ABT parece bom de corrida, mas nem tanto de classificação, pelo menos nesta etapa. O inverso do que foi com outros carros. Assim, di Grassi conseguia fazer escalas razoáveis. Era o melhor possível. Mais infeliz deve ter ficado Nelsinho Piquet, que mais uma vez foi deixado na mão pela NextEV, recolhendo seu carro a 2 voltas do fim, quando já vinha lá atrás.

Ah! Só queria ressaltar mais uma coisa: a maioria dos pilotos trocou de carro um pouco antes da metade da prova, por conta de uma bandeira amarela em todo o circuito, devido ao abandono, salvo engano, de Daniel Abt (se não ele, algum outro que abandonou e o carro ficou no meio da pista). E nisso, quase que Bird, que deixou para os segundos finais, perdeu a liderança. Foi certinho, assim que ele voltou para a pista, bem na frente de Rosenqvist, foi dada a bandeira verde.






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sábado, 15 de julho de 2017

Formula E 2016/17 - ePrix de Nova York - Corrida 1


Sam Bird, da DS Virgin, foi o vencedor na corrida 1 da primeira edição do ePrix de Nova York, após ter largado em 4º. Na pole position, estava seu companheiro de equipe por um final de semana (substituindo o José María López, vulgo Pechito) e em sua estreia na categoria, Alex Lynn. Impressionante.

Lynn já surpreendeu ao liderar um dos treinos livres e, na classificação, como mais tarde disse que ele mesmo não esperava, foi o mais rápido. Na corrida, porém, como um novato, ele não soube administrar o uso de energia do carro, foi ficando para trás e mais para o final, abandonou com problemas em seu segundo carro. Logo na largada ele foi superado por Daniel Abt, da equipe que leva seu sobrenome, mas logo será Audi Sport. Não demorou muito ainda para Sam Bird alcançá-lo e ultrapassá-lo.

O pódio foi completado pelos pilotos da Techeetah. Jean-Éric Vergne, que largou em 3º e chegou em 2º, e nosso veterano do mundo automobilístico, Stéphane Sarrazin, que largou lá de 11º e fechou o pódio, nitidamente emocionado.


Outro piloto da ABT e postulante ao título, Lucas di Grassi chegou em 4º, tendo ganhado essa posição mais para o final, após ter largado em 10º. Ele completaria o top 5, o que já estava de bom tamanho. Até que Felix Rosenqvist, que estava à sua frente, rodou sozinho, talvez por nervosismo em não aguentar a pressão do brasileiro. E assim, Loïc Duval, da Faraday Future Dragon, completou o top 5.

O sueco até conseguiu voltar à prova, mas mais tarde abandonou, assim como seu companheiro na Mahindra, Nick Heidfeld, que também mais para o final, deu uma batidinha boba, mas que lhe custou a suspensão traseira direita.

E o Abt que liderou boa parte da prova, caiu algumas posições na segunda parte da corrida mas ainda era sério candidato ao pódio. Até que mais uma vez a sorte sorriu para di Grassi, seu companheiro de equipe. O alemão vinha segurando o ímpeto de Sarrazin, até ter um problema no carro e abandonar. Com isso, os dois que vinham atrás o ultrapassaram e ainda quase que os dois carros da mesma equipe se chocaram.


A NextEV parecia que faria uma corrida razoável e para Oliver Turvey, o saldo foi até positivo: de 8º para 6º. Nelsinho Piquet, porém, teve algum problema no meio da prova e despencou várias posições. Até conseguiu se recuperar um pouco e quase entrou na zona de pontuação. Quase.

Na Renault e.Dams, Nicolas Prost largou em 9º e chegou em 8º. Substituindo o campeão Sébastien Buemi, Pierre Gasly parecia que não faria por merecer o lugar que estava ocupando, largando da última fila, mas conseguiu chegar logo à frente de seu companheiro.

Foi uma corrida boa. De ultrapassagens difíceis, mas boa. A pista era muito estreita e travada. Tanto que nas duas primeiras voltas tivemos vários toques e consequentemente detritos ficando na pista. E faltando 5 voltas para o fim, tivemos um safety car que durou 2 voltas. Se me lembro bem, foi devido ao abandono de Heidfeld.





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domingo, 19 de março de 2017

Formula E 2017 - DS e McLaren querem entrar como equipes de fábrica


A DS é uma divisão mais requintada da Citroën e, como sabemos, entrou na Formula E como parceira técnica da Virgin, até chegar ao ponto de praticamente mandar e desmandar na equipe.

Porém, isso ainda não é, de fato, um time de fábrica. E por isso, a montadora francesa solicitou a sua entrada desta forma mais autônoma no certame de monopostos elétricos.

E ela não está sozinha: a McLaren, que logo mais será ainda fornecedora única de baterias da categoria, também manifestou o interesse de entrar com sua própria equipe no campeonato.

Além  dessas duas que deram tais declarações na semana passada, outra que há pouco tempo se candidatou, foi a Mercedes-Benz.


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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Formula E 2016/17 - Lynn é reserva da DS Virgin


Tendo as portas da Fórmula 1 fechadas por mais um ano, Alex Lynn foi para a Formula E. Era esperado que ele o fizesse, porém acreditava-se que seria para ser reserva da Renault e.Dams, como ele de fato tentou. E ele será reserva, mas da DS Virgin.

Lynn será, a partir deste temporada, 2016/17, até pelo menos o fim da temporada 2017/18, o terceiro piloto do time e também piloto de desenvolvimento. Função que começa a ser útil numa categoria que vem crescendo bastante.

A DS Virgin conta atualmente como titulares com Sam Bird e José María López, o Pechito, atual tricampeão do WTCC. E deste último, pode vir a chance de Lynn virar titular, pelo menos ocasionalmente: o argentino é cotado para correr pela classe LMP1 do WEC, pela Toyota. Era a mesma situação que o colocava na Renault e.Dams pois, além do chefe desta ser o seu mesmo na GP2 Series, Sébastien Buemi também corre pelos nipônicos no endurance e dará preferência para este certame quando houver coincidência de datas. E vira e mexe, Sam Bird também aparece no WEC.



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Paulo Vitor

domingo, 15 de janeiro de 2017

Debandada de carros do mercado brasileiro


Tivemos duas primeiras semanas do mês e do ano com diversos modelos deixando de ser oferecidos por suas respectivas montadoras.

Só a Fiat, que começou esse "limpa" no segundo semestre de 2016, retirou o Freemont, Siena EL (versão 1.0 de entrada), Linea, Bravo, Doblò Cargo (mais voltado para o trabalho) e Idea. O encerramento de tantos modelos, indica novos lançamentos vindo aí para renovar a frota.


Completando sua maioridade no mercado brasileiro, o Renault Clio sai de linha aos 18 anos por aqui. Inclusive deixou de ser fabricado na Argentina, de onde era importado.

A Citroën retirou toda a DS do mercado. A linha de luxo da francesa não cumpriu suas expectativas de mercado e, por falar nisso, junto com um de seus modelos, o DS3, possivelmente vai embora junto com seu rival Swift Sport, que sumiu do site da Suzuki. Não se sabe se temporariamente, mas o modelo japonês, por mais legal que seja e por um preço razoável, vendeu pouco.


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sábado, 3 de setembro de 2016

Formula E 2016/17 - DS faz novo motor para a Virgin


A DS, marca do grupo PSA (Peugeot-Citroën, sendo que a DS está mais para uma divisão de luxo desta segunda), que até então apenas tinha uma parceria técnica com a Virgin mas se sujeitava às normas desta, agora está mais para um time de fábrica que comanda a equipe.

Assim sendo, abandonou o antigo powertrain da equipe para entregar o seu próprio.

Podem chamar de "trem de força", se quiserem. Só acho que fica estranho em português, mas é válido. Enfim, um novo motor elétrico.

É um conceito diferente. Antes a Virgin utilizava dois motores, assim como a NextEV, e vocês viram que tiveram uma queda de rendimento. Então a DS optou por trazer algo novo para a equipe e assim o fez.


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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Formula E 2016/17 - Techeetah anuncia Vergne e Qing Hua, e DS Virgin confirma López


Como falei aqui esses dias, Jean-Éric Vergne foi para a novata Techeetah, que o anunciou hoje ao lado de Ma Qing Hua, que já corria no time quando este ainda era a Aguri. A empresa que adquiriu a equipe é chinesa, e mantiveram um piloto do país deles.

E como era especulado, a DS Virgin contratou o bicampeão do WTCC, José María López. O Pechito, como é conhecido, estava correndo pela Citroën nos carros de turismo, e a DS, parceria da Virgin, é uma divisão de luxo da montadora francesa.


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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

DS5 chega ao Brasil


Para quem não sabe, DS é uma marca de luxo da Citroën. E com esta chega ao Brasil o DS5, por R$ 137.900, reestilizado na versão Be Chic.


O motor é o nosso já conhecido THP 165 de 1.6 litro turbo, que gera 165 cv de potência a 6.000 rpm e 24,5 kgfm de torque a 1.400 rpm, acoplado ao câmbio automático de 6 marchas, podendo serem trocadas manualmente por paddle-shifts no volante. Os freios são de discos ventilados em todas as quatro rodas. E o carro conta com diversos dispositivos de assistência e para maior segurança, tal como ESP, sistema de frenagem de emergência, assistente de arrancadas em subidas e obviamente os freios ABS.

Isso sem falar nos mimos como bancos elétricos que memoriza as posições do motorista e conta até com massageadores, ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia com diversas conectividades etc.

Ainda sobre segurança, os retrovisores são aquecidos e há nos faróis bixenônio, é claro, lâmpadas LED.


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Paulo Vitor