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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da IndyCar Series 2018: Andretti continua com Bryan Herta; Ferrucci na Dale Coyne; Daly segue na Harding; e RLL quer Nasr


Sob o comando da Bryan Herta em seu carro, Marco Andretti anunciou que continuará na IndyCar, na equipe de sua família, não só em 2019, como até além disso, embora não tenha especificado.

Depois de queimar seu filme sendo praticamente expulso da Trident na Fórmula 2, Santino Ferrucci estará novamente com a Dale Coyne no certame norte-americano. Será em um terceiro carro do time em Portland e Sonoma.


E a Harding continua com o "teste infinito" de Conor Daly, escalando-o agora para as 500 Milhas de Pocono. Desta vez, frustrando a oportunidade de Zachary Claman DeMelo.

Outra equipe que quer um terceiro carro, mas para 2019, é a Rahal Letterman Lanigan. E um piloto no qual tem interesse para confiar seu cockpit, é Felipe Nasr, com o qual pretendem testar. O brasileiro está no IMSA, onde inclusive já venceu corrida.


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sexta-feira, 27 de abril de 2018

WEC e ELMS 2018/19 - Button e Nasr nas 24 Horas de Le Mans e outras provas de endurance


Olha quem resolveu aparecer... Jenson Button! O campeão mundial da Fórmula 1 em 2009 fará sua estreia no WEC este ano, incluindo, é claro, as 24 Horas de Le Mans!

O inglês correrá na classe LMP1 pela russa SMP Racing, dividindo o carro #11 com Vitaly Petrov e Mikhail Aleshin. Lembrando ainda que ele também está na disputa do Super GT, o que irá tirá-lo das 6 Horas de Spa-Francorchamps.

Outro piloto que anunciou a sua participação no endurance mundial, inclusive a supracitada principal prova, além de outras cinco provas do ELMS, foi Felipe Nasr, que já vem atuando no IMSA.

O brasileiro correrá na classe LMP2 pela Villorba Corse, com a qual já testou ano passado, a bordo de um Dalara-Gibson P217, que compartilhará com Roberto Lacorte e Giorgio Sernagiotto.


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domingo, 7 de maio de 2017

E o que Felipe Nasr anda fazendo?


Desde que ficou sem vaga na Fórmula 1, após a Sauber renovar o contrato de Marcus Ericsson e trazer Pascal Wehrlein, e de a Manor encerrar suas atividades na categoria, não tivemos mais notícias de Felipe Nasr, que ficou quieto durante meses. Pelo menos fora dos holofotes da imprensa.

Até que, no final do mês passado, o brasiliense quebrou o silêncio para o jornalista Marcelo Courrege, e como se tratou de algo exclusivo para este, vou limitar-me a deixar somente o link aqui, que é o mais ético a ser feito. Porém ao final desta semana, o piloto deu declarações à revista Autosport, e suas palavras ganharam o mundo.

Nasr não desistiu da Fórmula 1 e, junto de seu empresário, trabalha para voltar ao grid o mais rápido possível, tratando como "questão de tempo" e, "pronto para pular num caro de F1 amanhã", se for preciso. Para isso, se preparou. Ganhou aproximadamente 3 kg de músculos, já que os novos carros são mais exigentes fisicamente, além de estar sempre treinando seus reflexos no kart em Brasília, como podemos ver em sua conta no Instagram. E claro, há a parte comercial, de busca por patrocinadores tanto aqui quanto no exterior.

A matéria diz que ele ainda está aberto ao WEC, IndyCar ou Formula E, mas que tudo isso é secundário. O foco mesmo, claro, é a Fórmula 1. Demonstrando até uma preocupação com a futura representatividade do Brasil no certame.


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domingo, 13 de novembro de 2016

Fórmula 1 2016 - GP do Brasil - Corrida


Lewis Hamilton venceu o GP do Brasil e manteve a luta pelo campeonato viva para daqui a duas semanas, em Abu Dhabi. Mais importante ainda, esta foi a sua vitória de número 52, superando Alain Prost e assim, se tornando o 2º maior vencedor da história da Fórmula 1, atrás apenas de Michael Schumacher. E por último, mas não menos importante, foi seu primeiro triunfo em Interlagos e partindo da pole position, igualando mais um feito de seu herói Ayrton Senna, como ele tanto queria. Coincidentemente, também na chuva.

Completando mais uma dobradinha pela Mercedes, Nico Rosberg teve sorte em chegar em 2º lugar. Aliás, até Hamilton teve sorte em vencer e eu já vou falar porquê. Enfim, o alemão que ainda lidera o campeonato, agora vai para a final podendo chegar até em 3º para ser campeão, mas claro, vencendo é melhor ainda.


A causa que poderia tirar o sorriso das Flechas Prateadas, é esta aí: Max Verstappen, que completou o pódio. Novamente eleito o Piloto do Dia e desta vez foi mais do que merecido. Inconsequente como de costume, mas demonstrou imensa perícia. Não fossem algumas escolhas erradas de pneus, o holandês teria vencido. Sempre que precisou correr atrás do prejuízo, rapidamente alcançava os líderes e chegou a ocupar a 2ª colocação, quase ameaçando o líder, Hamilton, que venceu de ponta a ponta.

Essa demonstração de gala do Mad Max na chuva quase foi pelo ralo, ou melhor, pelas áreas de escoamento d'água junto a esta. Porque ele rodou na Subida/Curva do Café e, ao contrário de outros que encerraram assim suas participações, ele salvou seu bólido lindamente.

Ah! Lembrem-se que Interlagos foi onde o Verstappinho estreou na Fórmula 1, fazendo teste pela Toro Rosso em 2014, com seus até então 17 anos recém completados.

Com o que fez hoje, ele garantiu a 2ª posição para a Red Bull no Mundial de Construtores. Não deu pra Ferrari.


Por falar em confusão de pneus e água, Interlagos hoje sofreu um dilúvio. Foi, talvez, a corrida de Fórmula 1 mais comprometida pela chuva que já aconteceu neste autódromo, com direito a duas bandeiras vermelhas. E os abandonos de Romain Grosjean, da Haas, ainda antes da largada, naquela volta que eles dão para checar se está tudo OK no carro; Marcus Ericsson da Sauber; Kimi Raikkonen, que rodou e bateu com a Ferrari logo na relargada após o safety car causado pelo piloto anteriormente citado; Jolyon Palmer, da Renault, num erro meio besta que quase tirou Daniil Kvyat, da Toro Rosso; Esteban Gutiérrez, que ficou irado após uma falha no carro da Haas; e Felipe Massa, da Williams, em sua última participação no GP do Brasil de Fórmula 1, mas este abandono merece um post próprio.


Sergio Pérez, da Force India, terminou num ótimo 4º lugar e Sebastian Vettel da Ferrari completou o top 5, sendo uma vítima cruel dos excessos de arrojo verstappiano. Esse resultado já está ótimo para o tetracampeão, pois este também teve sorte em completar a prova com as escapadas que deu.

Destaque ainda para Carlos Sainz Jr., da Toro Rosso logo atrás. Depois outro rubro-taurino, Daniel Ricciardo. E em 8º, finalmente nos pontos, não só para ele como para a equipe, Felipe Nasr, da Sauber, numa atuação que, sinceramente, foi brilhante. Pilotou muito, passando um certo aperto no final com Fernando Alonso, que completou a zona de pontuação pela McLaren-Honda.

Ainda sobre o Nasr, o brasileiro ali pode ter salvo seu futuro na Fórmula 1 e ainda por cima tirou a Sauber da última posição do Mundial de Construtores, zerada, superando a Manor, que marcou 1 pontinho com Pascal Wehrlein que quase voltou a fazê-lo hoje, assim como Esteban Ocon. Nem preciso dizer que a equipe foi à loucura, né?






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domingo, 23 de outubro de 2016

Fórmula 1 2016/17 - Felipe Nasr na Force India?


Esse é o rumor que surgiu com muita força neste final de semana, ganhando maiores proporções hoje: Felipe Nasr correndo na Force India em 2017, como companheiro de Sergio Pérez, ocupando o lugar de Nico Hulkenberg, que vai para a Renault.

Quem quer isso? Ninguém menos do que Bernie Ecclestone, que põe muita pressão nessa mudança, e nós sabemos que o velhinho tem poder, já tendo apoiado a entrada e a permanência de Nasr na Fórmula 1, pois o Brasil traz uma boa audiência para a categoria (ainda mais que teremos só um piloto no ano que vem). É verdade que esta caiu e que brasileiro gosta mais de ver alguém daqui ganhando do que é fã de automobilismo, mas para um país desse tamanho e populoso, não é de se assustar que daqui venham números altos em comparação com outros países.


Isso foi declarado pelo próprio Bernie, e a equipe falou que a vaga é do Nasr, embora tenham outros interessados e nenhum contrato assinado. O que faltam são só essas formalidades mesmo, que incluem patrocínio, que é muito importante.

Até poucos meses atrás, ele poderia "voltar" (pois foi apenas reserva) para a Williams (era quase certo), porquê além da aposentadoria de Felipe Massa, Valtteri Bottas queria ir para a Renault. Mas agora, temos mais este indicador da permanência do finlandês no time de Grove.

Para a vaga de Massa, deverá entrar o campeão da Fórmula 3 Europeia, Lance Stroll. Só estão esperando ele completar 18 anos para fazerem o anúncio, já que um de seus patrocinadores é uma marca de bebida alcoólica, no caso, a Martini.


Possivelmente o acontecimento explique o que houve ontem, por parte da Sauber. A equipe copiou excelente acerto que Felipe havia feito. Segundo o próprio, o melhor do ano. E passado essa configuração para o carro de Marcus Ericsson, como este mesmo disse. Depois, desconfiguraram todo o carro do brasileiro, deixando-o horrível.

"Ah não, você tem que reconhecer que eles tem o mesmo carro, para de tentar tirar a culpa porquê é brasileiro". Moralmente, talvez eu deveria dizer que estão em condições de igualdade. Mas além do próprio Ericsson ter admitido o que aconteceu (caiu que nem pato ao ser questionado, diga-se de passagem), deem uma olhada nos números de Felipe Nasr e nos de Marcus Ericsson nas categorias de base, especialmente na GP2 Series, onde o chassi e os motores são padronizados - ainda mais considerando equipes e quantidade de temporadas. Agora me responde: quem é o melhor piloto?

A nacionalidade do piloto, para mim, é irrelevante. Eu gosto é do esporte e assisto uma corrida mesmo que não tenha nenhum brasileiro. Se tiver e este se der bem, é claro que ficarei feliz. Mas não é importante. Particularmente, nem simpatizo muito com Nasr, para ser sincero. Mas também não tenho nada contra, e reconheço que é um piloto competente.


Retaliação não parece muito teoria da conspiração? Sim. Numa equipe grande e de fábrica, principalmente. Não é o caso da Sauber, que depende muito de patrocínio e pela então falta deste, quase veio a fechar as portas ainda neste ano. "Ué, mas e o Banco do Brasil?" O dinheiro que este põe no time, costuma ser todo gasto na pré-temporada com a concepção do chassi. Com a saída do brasileiro, sai o patrocínio do banco. Nos últimos meses, o que vem chegando são patrocínios do sueco, além do dinheiro do novo dono da equipe.

Não penso que, não fosse o rumor, a Sauber faria muito diferente do que fez. Mas pode ter influenciado, se tiver sido o caso. Se antes já estavam dando preferência ao sueco por razões de patrocínio, depois disso é que as coisas pioraram. Lembrando que o leite já havia azedado e muito no GP de Mônaco.

Ainda assim, ainda acho difícil de acreditar. É uma competição, e um esporte de equipe. Não faz sentido. Ainda mais que a Sauber precisa desesperadamente de pontos, pois ainda está zerada. Mas que é muita coincidência, é.

Tretas à parte, de qualquer forma, a mudança é boa? Bem... é melhor do que permanecer numa equipe que te sacaneia, e que ainda por cima terá o motor muito defasado no ano que vem. Teremos mudanças profundas no regulamento, mas a Force India - apesar de também viver numa montanha russa financeira, já que é outra "garagista" -, costuma ter uma performance mais consistente na parte da frente do meio do grid.


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Um abraço!
Paulo Vitor