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terça-feira, 27 de março de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do automobilismo: Pietro Fittipaldi disputará Super Formula; e Enzo foi bem nos testes de F4; testes de Formula E; Ricciardo conhece o drift; e acidente feio na Porsche GT3 Cup


Após conhecer a categoria e fazer testes recentemente, ficou decidido que Pietro Fittipaldi vai mesmo correr na Super Formula em 2018, pela Team LeMans.

O atual campeão da World Series F-V8, tal como fará disputando a IndyCar Series e o WEC na LMP1, não correrá o campeonato japonês inteiro, mas sim em cinco das sete etapas. Assim, as chanves de título diminuem bastante, pois é um certame muito disputado. Mas não deixa de ser uma experiência excelente em preparação para a Fórmula 1. Ele vai substituir Felix Rosenqvist quando este estiver disputando o Super GT.

Mas o brasileiro também não descarta a Formula E no futuro, onde testou pela Jaguar, assim como também a Fórmula 2. Pelo visto, quer mostrar que o automobilismo é mais amplo do que muitos imaginam. Lembrando ainda que ele é campeão de Fórmula Renault Inglesa e do MRF Challenge, além de uma divisão de entrada da NASCAR.

E por falar em teste de Formula E, essa semana rolou uns testes "secretos" com a nova geração de carros do certame.


Já seu irmão Enzo Fittipaldi, que no final de 2016 entrou para a Ferrari Driver Academy e correu de F4 Italiana e Alemã no ano passado, foi muito bem nos testes desta última, no final da semana passada, marcando os melhores tempos em Hockenheim.

Há poucos dias, eu estava revendo aquele acidente do Pedro Piquet na Porsche GT3 Cup (onde aliás, ele tem vitórias, inclusive em Interlagos), em Goiânia, de 2015. Por uma infeliz coincidência, algo muito parecido voltou a acontecer neste final de semana, em Curitiba.

Desta vez, foi com Eduardo Rocha Azevedo, mas menos mau que ele saiu só com um olho roxo. A propósito, a categoria está com novos carros e o acidente do jovem Piquet serviu para aumentarem a segurança.

E por último, deixo aqui um vídeo de semana passada, do canal da equipe de Fórmula 1 da Red Bull no YouTube. Um piloto de drift levou a celebridade local, Daniel Ricciardo, para um "passeio" pelo circuito do Albert Park, onde foi disputado o GP da Austrália, em Melbourne.


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segunda-feira, 26 de março de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Austrália - Corrida


Se tem uma coisa da qual eu não deixaria de falar aqui, é síbre um GP de Fórmula 1, não é mesmo? Me desculpem, pessoal. Mas além de corridas de madrugada nos deixar um bagaço no restante do dia, ainda tive um domingo cheio e passei mal. Mas enfim, vamos falar sobre esta incrível abertura de campeonato.

No sábado, tivemos a classificação e, após conquistar a pole position, Lewis Hamilton disse que queria dar a volta ideal para tirar o sorriso do rosto de Sebastian Vettel. Não tenho nada contra o tetracampeão da Mercedes, pelo menos enquanto piloto. Muito pelo contrário, acho que em condições de igualdade, ele pode ser o mais rápido de todos. Mas humildade nunca fez mal a ninguém não é mesmo?


Pois é isso mesmo, como todos já devem saber (aliás, já viram na foto principal do post): o tetracampeão vencedor no dia seguinte, foi o da Ferrari! Com um pouco de sorte e uma estratégia excelente, é verdade. Mas mesmo assim, o carro vermelho também se mostrou muito veloz.

Ocorre que, dada a largada, o pole manteve a liderança e quem o perseguia, era o outro piloto da Scuderia, Kimi Raikkonen, com quem dividiu a fila. Até que lá pela volta 18, o finlandês foi fazer a sua troca de pneus. E não precisava ser mais do que uma nesta etapa. Logo, seu adversário direto foi fazer o mesmo. Seria, então, em seguida, a vez do alemão. Mas este deu a sorte de entrar com um safety car virtual, que logo se tornou real, o que por pouco, o colocou na frente de todos logo após sair dos boxes, e dali não sairia mais.


Assim, a ordem de chegada foi Vettel, Hamilton e Raikkonen no pódio. Por pouco, este não foi completado pelo piloto da casa, Daniel Ricciardo. Aliás, nunca um australiano subiu ao pódio do GP da Malásia. O próprio Ricciardo quando o fez há uns 2 anos, logo em seguida foi desclassificado pela inspeção técnica - e por mim, injustamente. Mas pelo menos o sorridente rubro-taurino foi o autor da volta mais rápida da prova.

Eleito Piloto do Dia, Fernando Alonso completou o top 5. Pela primeira vez desde 2014, a McLaren finalmente começou o ano pontuando e com ambos os carros, pois Stoffel Vandoorne (que faz aniversário hoje, diga-se de passagem) chegou em 9º lugar.


O espanhol, após avançar no grid, segurou o impetuoso Max Verstappen, da Red Bull, que estava tendo algum problema de estabilidade, o que até o fez rodar na curva 1 em determinado momento, perdendo posições. E o belga, deu conta de um enjoado Carlos Sainz Jr., no sentido de que o piloto da Renault estava se sentindo mal, quase vomitando, o que fez do seu pontinho de 10º lugar até heroico.

Entre esses supramencionados, ficaram o também piloto da Renault, Nico Hulkenberg em 7º, e Valtteri Bottas em 8º, após uma corrida de recuperação nada boa, para alguém com uma Mercedes.

A Force India, parece mesmo ter dado um passo atrás. Mesmo com os abandonos, dos quais falarei em breve, ficaram apenas com o 11º e 12º lugares, de Sergio Pérez e Esteban Ocon, respectivamente. Em seguida veio Charles Leclerc, o que não foi uma surpresa vindo da Alfa Romeo Sauber, mas pelo menos cruzou a linha de chegada, assim como Lance Stroll, da Williams, e Brendon Hartley, da Toro Rosso, em último. Ao contrário de seus companheiros.


O primeiro abandono foi o do estreante do time de Grove, Sergey Sirotkin. O russo teve uma falha nos freios, provocada por... um pedaço de plástico na pista. Pois é. Depois foi a vez de Marcus Ericsson, da equipe suíça, se recolher aos boxes. Pierre Gasly, adivinhem só: inaugurou a temporada de motores quebrados da Honda, o que até então não havia acontecido nem na pré-temporada.

O que é pior do que parece, pois, não sei se já comentei isso aqui, mas, apesar de absurdo, o limite de motores esse ano é de três unidades, apenas. A partir daí, há punições.

Por último, um abandono, aliás, dois, da mesma equipe, e quase ao mesmo tempo. De partir o coração, mas que nos deixou um lindo exemplo de espírito de equipe. E aliás, foi o que causou o safety car que eu mencionei ali em cima.


Quando os pilotos e equipes começaram a fazer suas paradas, a Haas foi uma das primeiras. Só que uma das pistolas pneumáticas de troca de pneus estava com defeito. Então, tanto Kevin Magnussen, como logo em seguida Romain Grosjean, abandonaram por causa de roda solta. Os mecânicos notavam isso logo que os carros arrancavam. E a equipe ainda foi multada por isso, devido ao risco que provocaram, mesmo que de forma não dolosa.

Uma pena, pois a equipe americana havia se mostrado como uma incrível força para este ano. Ambos os pilotos estavam tendo um ritmo de corrida bem forte. Acabaram desolados. Mas pior do que eles, como podem imaginar, ficou o mecânico responsável especificamente por aquele equipamento defeituoso, e pelo que, claro, ele não tinha culpa. E ao menos o francês do time, foi consolá-lo. Vencem juntos e perdem juntos. Na próxima, vocês vão se dar melhor, Haas.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

sábado, 24 de março de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Austrália - Classificação


Finjam terem sido pegos de surpresa: Lewis Hamilton da Mercedes é o pole position do GP da Austrália 2018 de Fórmula 1. E com recorde, quase 2 segundos abaixo da pole do ano passado... também conquistada por ele.

Dobradinha das Flecjas Prateadas? Não. Valtteri Bottas foi além do limite, batendo feio logo no início do Q3, o que provocou uma bandeira vermelha. Com isso, o finlandês largará do 15º lugar, porque ainda teve que trocar de câmbio devido ao acidente.

Quem completa as posições de destaque, é a Ferrari, tendo sido Kimi Raikkonen mais rápido do que Sebastian Vettel, que cometeu algum erro em sua volta.

Em 4º veio Max Verstappen, que possivelmente até poderia ter colocado a Red Bull na primeira fila, mas falhou. Seu companheiro Daniel Ricciardo fecharia o top 5, mas como eu já disse, foi punido e por isso largará em 8º. Quem fica feliz com isso? A Haas, que completou a terceira fila, com Kevin Magnussen e Romain Grosjean, respectivamente. Uma evolução do time americano.

Se estes foram a quarta força, pelo menos a princípio, a quinta parece ser a Renault, que depois dos treinos livres, acabou superando sua cliente McLaren. Nico Hulkenberg é o 7º e Carlos Sainz Jr. o 9º. Fernando Alonso completa o top 10, mas beneficiado pela punição de Bottas, tal como seu companheiro, Stoffel Vandoorne, que veio logo atrás. O time de Woking foi "só" o melhor do Q2 (entre aspas, pois já estão bem melhores do que no ano passado).

Falando nisso, a última posição foi de um carro da Toro Rosso. No caso foi o de Pierre Gasly, Mas Brendon Hartley também não saiu do Q1, sendo o mais rápido deste, em 16º. O motor Honda pode estar mais confiável, mas continua fraco. E olha que esta é uma pista que nem exige tanto.

Junto desses dois, saíram Sergey Sirotkin, da Williams, dividindo a última fila com o francês, e as Alfa Romeo Sauber de Marcus Ericsson e Charles Leclerc, nesta ordem, em 17º e 18º lugares. Não que Lance Stroll tenha sido muito melhor, ainda mais também sendo ajudado por Bottas. Assim, largará de 13º. E quem também deu um passo atrás, aparentemente foi a Force India, com Sergio Pérez em 12º e Esteban Ocon em 14º, respectivamente.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

sexta-feira, 23 de março de 2018

Fórmula 1 2018 - GP da Austrália - 3º Treino Livre


O céu desabou e deu trinca italiana (mas um pouco suíça) no último treino livre antes da classificação para o GP da Austrália de Fórmula 1, no Albert Park, em Melbourne.

Nos últimos minutos, alguns ousaram andar com pneus slick, e deu nisso: dobradinha da Ferrari com Sebastian Vettel mais rápido do que Kimi Raikkonen, e Marcus Ericsson fechando o top 3 pela Alfa Romeo Sauber.

Completando o top 5, mas com máximo com pneus intermediários, em seguida vieram Max Verstappen da Red Bull e Carlos Sainz Jr. da Renault, mas com tempos bem mais altos.

Em seguida, o outro rubro-taurino e piloto da casa, Daniel Ricciardo. Só então, as Mercedes de Valtteri Bottas e Lewis Hamilton, respectivamente.

Enfim fechando o top 10, as McLaren de Stoffel Vandoorne e Fernando Alonso, nesta ordem.

Na verdade, ninguém andou muito nesta última sessão. Então não devem estar esperando por chuva na classificação. Pois o pior já havia passado.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: na Fórmula 1, treta entre Red Bull e Ferrari; Force India não desiste de novo nome; Ricciardo punido; Howard na Indy 500; Montoya pode estar nas 24h de Le Mans; placas Mercosul adiadas; e acidente fatal com carro autônomo do Uber


Do lado esquerdo, de vermelho, Maurizio Arrivabene, da Ferrari. Do lado direito, de azul, Christian Horner, da Red Bull. No meio, desviando dos "socos", Toto Wolff, da Mercedes.

O chefe dos rubro-taurinos, além de falar por si mesmo, provavelmente também o fez em nome de outros. Tudo porquê a Scuderia contratou um membro da FIA, Laurent Mekies, e esse pessoal tem acesso a informações privilegiadas sobre todas as equipes. Aliás, foi igualzinho quando a Renault contratou Marcin Budkowski. Os espertos saem na frente, e os outros choram.

Em defesa de Maranello, Arrivabene mencionou que obedeceu toda a legislação trabalhista e até já estipulou um prazo para que o cobiçado empregado chegue ao time apenas daqui a alguns meses. E que se outros dirigentes tinham um acordo para não contratá-lo, isso é ilegal. Se querem assistir ao vídeo, aqui está.

Mudando de equipe, a Force India pode ter sido barrada ao tentar mudar seu nome, mas não descarta o plano, que adiou para o futuro.

E mal começou a temporada, e Daniel Ricciardo, logo em casa, foi punido com a perda de três posições no grid do GP da Austrália, por desrespeitar o limite de velocidade numa bandeira vermelha do segundo treino livre.


Mudando de categoria (embora também do Liberty Media), hoje tivemos o último teste pré-temporada da Fórmula 2, no Bahrein. O mais rápido foi Maximilian Günther, da Arden. Sérgio Sette Câmara, da Carlim, fechou o top 5, superando seu companheiro Lando Norris, que foi o 12º.

Agora atravessando o oceano do automobilismo e indo aos Estados Unidos, Jay Howard foi anunciado para a disputar as 500 Milhas de Indianápolis pela Schmidt Peterson.

Por último (das pistas, pelo menos), não passa de um rumor, mas Juan Pablo Montoya pode estar negociando para correr de LMP2 nas 24 Horas de Le Mans, no WEC. Possivelmente pela United Autosports, embora esta seja rival de sua equipe no IMSA, a Penske. O colombiano está bem próximo de ser o segundo piloto da história a conquistar a Tríplice Coroa do Automobilismo, já que tem duas 500 Milhas de Indianápolis no currículo, e em 2003 venceu o GP de Mônaco de Fórmula 1 pela Williams.


Saindo dos esportes, vou contar uma super novidade pra vocês: as placas do Mercosul foram adiadas no Brasil - de novo. O que neste post do link, eu já deixei subentendido que não seria surpresa se acontecesse.

E não que seja menos importante, mas vou fechar com uma notícia triste, de algo que aconteceu há poucos dias: um veículo autônomo do Uber se envolveu em um acidente, desta vez fatal, causando a morte de uma ciclista. Não estou caluniando a empresa, OK? Disse que o carro dela estava num acidente, que teve uma morte. Inclusive estão cooperando com as investigação, afinal, é do interesse deles, até para corrigir possíveis falhas.

Não é o primeiro acidente de um carro do tipo da empresa, mas da outra, na houve vítima fatal. Ambos foram nos Estados Unidos, onde também um veículo da Tesla, que também testava a mesma tecnologia, se acidentou no final de 2016, e teve outra morte.

Eu achava que não precisava falar desse tipo de coisa, mas bem, possivelmente é o futuro dos automóveis, então preciso, sim.


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Fórmula 1 2018 - GP da Austrália - 2º Treino Livre


Tal como no primeiro treino livre do GP da Austrália, Lewis Hamilton liderou as atividades. Mas desta vez, não foi uma dobradinha da Mercedes e é bom ficarem espertos, porque Max Verstappen colocou a Red Bull na cola.

Depois, sim, veio a outra Flecha Prateada, de Valtteri Bottas, com as Ferrari de Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel, respectivamente, fechando o top 5.

Até então, duas observações: primeira, a vantagem dos hegemônicos talvez possa ser ameaçada após a proibição de queimar óleo, o que rendia potência extra (colocavam até aditivo no negócio); segundo... pessoal, e esse Iceman em fim de carreira (nada contra, muito pelo contrário, mas falo da idade dele) mais rápido que seu companheiro tetracampeão nas duas sessões, e ainda por cima com pneus mais duros?

Tivemos ainda as duas McLaren dentro do top 10, e novamente superando as Renault, de quem compram sua unidade motriz. E chama a atenção também o bom desempenho da Haas. Isso e outros fatores, indicam uma boa briga no pelotão intermediário.

Um último detalhe, é que o treino foi paralisado por uns poucos minutos, com bandeira vermelha, devido ao desprendimento de algo (provavelmente uma fiação ou sensor) da linha de chegada. Mas nada sério.


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quinta-feira, 22 de março de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do dia: Force India não tem novo nome, mas tem Havaianas; FIA muda sistema de luzes na Austrália; recall na Ford Ranger; Vettel batiza Ferrari; e WEC confirma volta ao Brasil


A Force India queria mudar de nome, certo? Possivelmente seria Force 1. Mas querer não é poder. FIA e Liberty Media vetaram a alteração, porque ambas não foram solicitadas antes do início da temporada.

Por outro lado, a equipe anunciou uma novidade interessante: será patrocinada pela marca brasileira de chinelos Havaianas (o que aliás, foi possível perceber no treino que tivemos há pouco na Austrália), tal como a Gandys na McLaren que, aliás, conta com outra empresa brasileira, a Petrobras. O legal é que no Halo dos indianos, eles até colocaram adesivos de como são as alças do chinelo.


Por falar no famigerado dispositivo, a FIA decidiu adicionar mais uma fileira de luzes no "semáforo" da reta principal, justamente por razões de visibilidade limitada.

O problema é que... Agora estou pensando aqui: é possível que em alguma fileira, essa parte horizontal do Halo, tampe completamente as luzes. Ou será que não? Enfim, vamos ver.

E a última da Fórmula 1, é que seguindo a tradição, Sebastian Vettel batizou a sua Ferrari SF71H: se chama Loria.

Vamos sair do automobilismo um pouquinho, e depois eu volto. Porque não queria deixar algo importante assim por último.


Mais um daqueles casos de recall em airbag, que podem machucar os ocupantes do veículo agora na Ford Ranger. Portanto, se você é proprietário de alguma modelo 2005 ou 2006, dê uma passada numa concessionária para que seja feito o serviço, que é totalmente gratuito, como direito do consumidor que é.

Agora sim, por último, e apenas confirmado o que já havia sido noticiado antes, o WEC confirmou a volta das 6 Horas de São Paulo ao seu calendário. No entanto, ainda não há data oficial. Mas naturalmente, já sabemos que o circuito será o de Interlagos.


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Fórmula 1 2018 - GP da Austrália - 1º Treino Livre


Começou a temporada 2018 da Fórmula 1, com o primeiro treino livre para o GP da Austrália, no circuito de rua do Albert Park, em Melbourne.

E quem ficou na frente? Quem terminou o ano passado assim: Lewis Hamilton, em uma dobradinha da Mercedes, com Valtteri Bottas logo atrás. Bem, mais de meio segundo, na verdade.

A ordem da mesmice não para por aí, pois atrás, tivemos disputa entre Ferrari e Red Bull, com esta à frente apenas com Max Verstappen, superando respectivamente Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel, que completaram o top 5. E atrás, o piloto da casa, Daniel Ricciardo.

Mas eu chamo a atenção de vocês para algumas coisas...

Ainda é cedo, mas vejam Carlos Sainz Jr., da Renault, entre Stoffel Vandoorne e Fernando Alonso, da McLaren. Este, com o mesmo motor, foi o mais veloz, e se seu companheiro não superou um dos carros amarelos, superou o outro, de Nico Hulkenberg, mais atrás.

Ah! Só um porém: o carro de Alonso teve problema no escapamento. O que aliás, não é novidade. Arrumem isso logo, McLaren.

Já a Williams, até que não foi tão mal quanto eu imaginava que seria, devido a sua pouca evolução na pré-temporada em relação ao modelo do ano anterior. Em sua estreia, o piloto-engenheiro Sergey Sirotkin (sim, ele formou-se em engenharia mecânica e especializada em carros de corrida) já foi mais rápido do que seu companheiro Lance Stroll.

No amargo fundo do grid, embora não seja tão surpreendente (apesar de que alguns apontavam que era um carro mais desenvolvido), temos as Alfa Romeo Sauber de Marcus Ericsson e Charles Leclerc, nesta ordem.


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Paulo Vitor (novo Twitter)

quarta-feira, 30 de março de 2016

Fórmula 1 2016 - FIA investiga McLaren e examinará Alonso para correr no GP do Bahrein


As consequências do acidente de Fernando Alonso no GP da Austrália ganharam mais algumas linhas esta semana.

Primeiro, que a FIA está investigando a McLaren-Honda devido a uma ruptura do banco no cockpit do espanhol, provavelmente devido ao acidente. O piloto saiu ileso de lesões mais sérias, mas acontece que o banco rachou na altura do ombro. Então para evitar qualquer risco à toa, esta investigação é necessária.

E segundo, que a FIA também deverá fazer um exame médico em Alonso para que este seja liberado - ou não - para correr no GP do Bahrein, já neste final de semana.


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domingo, 27 de março de 2016

Fórmula 1 2016 - As consequências do acidente de Alonso no GP da Austrália


O piloto está bem, mas o acidente de Fernando Alonso no GP da Austrália trouxe algumas más consequências para a McLaren-Honda.

Aliás, o espanhol deu sorte, pois segundo Jürgen Lindemann, médico da FIA, o estresse foi grande, mas ele se salvou por pouco. O pior foi um machucado no joelho e dores nas costas, além da tontura do momento. Nada mal para quem teve uma concussão na pré-temporada do ano passado.

Quanto aos danos materiais...

A princípio, pensava-se que havia salvo o motor V6 turbo da Honda, porém a McLaren já terá que usar a segunda unidade do ano no MP4-31 #14. Ao todo, os prejuízos somam 300 mil euros.

Por incrível que pareça, o chassi ficou intacto e continuará endo usado, assim como algumas peças que poderão ser reaproveitadas.

Atualização (29/03): Alonso suportou 46 G, isto é, 46 vezes a força da gravidade.


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Paulo Vitor

domingo, 20 de março de 2016

Fórmula 1 2016 - A ótima corrida de Grosjean e a grande estreia da Haas


"Bem-vindo à Fórmula 1, Gene!"

Foi o que disse Romain Grosjean para o dono de sua nova equipe, Gene Haas, ao cruzar a linha de chegada em 6º lugar com seu VF-16 no GP da Austrália. Marcando os primeiros pontos de uma equipe estreante, em sua primeira corrida! 8 pontos, feitos pelo piloto do carro #8.

Detalhe: ele largou de 19º, o que torna o resultado ainda mais impressionante. Quem diria, hein? Por um instante na classificação, parecia que seriam equipe do fundão. Mas pelo visto, o pelotão intermediário tinha razão ao temer o time americano já na pré-temporada.


Equipe americana na Fórmula 1, novata, que não surgiu de outra equipe, e na primeira corrida. Sério, esse pessoal fez história no esporte a motor hoje. Foi como uma vitória e, naturalmente, todos eles ficaram muito empolgados.

Nota-se também que dois homens tomaram decisões certas: Gene, que adiou em 1 ano a sua entrada no campeonato para se preparar mais e firmando uma relevante parceria técnica com a Ferrari, sua fornecedora de motores; e Romain, que foi corajoso ao deixar o ninho da Lotus para se arriscar num projeto totalmente novo a ambicioso, e ainda por cima, se deu melhor assim do que se tivesse ficado na Renault.

A estreia da Haas só não foi ainda melhor, por causa do acidente entre seu outro piloto, Esteban Gutiérrez, e Fernando Alonso, da McLaren Honda.


Atualização (21/03): Grosjean foi eleito o primeiro Piloto do Dia do ano pelos fãs no site oficial da Fórmula 1.


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Paulo Vitor

Fórmula 1 2016 - GP da Austrália - Corrida


Treinos livres: só deu Lewis Hamilton. Classificação: atual tricampeão na pole position. Corrida: ...Nico Rosberg vence! Em dobradinha da Mercedes. E Sebastian Vettel, da Ferrari, completou o pódio.

Tivemos uma boa abertura de campeonato, minha gente. Não foi só mais uma vitória chata, fácil e sem graça das Flechas Prateadas. Na verdade, o alemão da Scuderia poderia, sim, ter levado o caneco. Não fossem enganos na estratégia (falar depois é fácil, obviamente) e fatores fora de seu controle ou da equipe de Maranello, como uma bandeira vermelha.

Bandeira vermelha, aliás, que teve como motivo o maior destaque do evento. Um acidente horripilante de Fernando Alonso, da McLaren-Honda (que saiu despedaçada): https://www.instagram.com/p/BDKtC08CpGu/

Como viram no vídeo do link acima, Esteban Gutiérrez antecipou um pouco a freada e o espanhol também calculou mal tempo e espaço para tentar a ultrapassagem. Os dois ficarem isentos de qualquer culpa pelos comissários. E o próprio bicampeão falou que o mexicano não teve culpa alguma, e tomou esta para si.


É bem provável que a McLaren levará um chassi novinho para a próxima etapa, porque isso aí, pra mim, foi perda total. Já com o carro da Haas, nada demais.

Alonso desceu do carro bem tonto e mancando, e Gutiérrez mais tarde disse ter sentido muito medo naquela hora. Foi correndo ver se o colega estava bem e ficou o tempo todo ao lado deste, que pelo choque, sentou-se um pouco no chão, encostando no guard-rail.

Apesar do susto, felizmente tudo acabou bem e ambos mandaram muito bem em suas atitudes após o acidente.


Voltando a falar das disputas...

Logo na largada, Vettel tomou a liderança e trouxe seu companheiro Kimi Raikkonen junto. Enquanto este segurava o ímpeto de Rosberg, o #5 abria vantagem. E Hamilton que largou muito mal e caiu para 6º, encontrou dificuldades para superar o pelotão intermediário. Especialmente os garotos da Toro Rosso, Carlos Sainz Jr. e Max Verstappen.


Dupla também que, pra variar, quase trocaram tinta. Nas voltas finais. O marrento Verstappinho (sim, teve piti no rádio) tentou passar Sainzinho, mas errou, atingiu o espanhol fazendo o carro deste sair do chão e ainda rodou. Para o bem de ambos, não perderam qualquer posição nessa brincadeira. Ficaram com os últimos pontos fechando o top 10, com Carlos em 9º e Mad Max em 10º. Não foram um pouco além, porque perderam muito tempo atrás de uma Renault.


Parecia que ia dar Ferrari, mas teve o acidente do Alonso e do Gutiérrez e, ainda por cima, o Iceman abandonou com o motor pegando fogo (e o fez saindo do carro na maior tranquilidade do mundo): https://www.instagram.com/p/BDLZCogCpO-/

De super-macios, contra as Mercedes de pneus médios, pois consomem borracha excessivamente, o alemão teve que fazer mais uma parada e colocar os macios, perdendo a liderança após a relargada. Após ficar um pouco para trás por isso, conseguiu chegar novamente ao pelotão de frente. Digo, em Hamilton, pois Rosberg liderava tranquilamente. Vettel estava bem mais rápido, mas já dizia Galvão Bueno que "chegar é uma coisa, passar é outra", e com isso acabou errando e passando direto ao tentar superar o #44 na penúltima curva da penúltima ou antepenúltima volta, ficando "apenas" com o 3º lugar.


Em 4º lugar chegou o estrela local, Daniel Ricciardo, para a alegria do público australiano que sabe dar valor nesses resultados. Ao contrário de um certo país. O piloto da Red Bull foi o responsável ainda por marcar as voltas mais rápidas na parte final, graças aos pneus super-macios que colocou para um stint curto. Quanto ao seu companheiro, Daniil Kvyat, este sequer largou, por algum problema no carro na hora de alinhar no grid, obrigado os pilotos a darem mais uma volta de apresentação.

Felipe Massa fez a melhor corrida que poderia ter feito, chegando em 5º lugar após largar em 6º. Era possível ter mais uma posição? Sim, mas isso dependia do Ricciardo não ir tão bem, porque na Williams, tanto piloto quanto equipe deram tudo o que tinham. Quanto a Valtteri Bottas, este largou mal e estava tendo um desempenho discreto até metade da corrida, não conseguindo sair do final do pelotão intermediário. Mas mais tarde reagiu e conseguiu chegar em 8º, marcando mais uns pontinhos para a escuderia de Grove.


Muito boa estreia da Haas! Depois quero escrever um post só sobre isso. Mas apesar do abandono de Gutiérrez, Romain Grosjean conseguiu o 6º lugar para a novata americana!


Para falar de todos que pontuaram, faltou só Nico Hulkenberg, que chegou em 7º pela Force India. Seu companheiro Sergio Pérez foi apenas o 13º.

Outra estreante (mais ou menos, né?), a Renault, não pontuou por pouco. com Jolyon Palmer em 11º e Kevin Magnussen em 12º, mas já chegaram em posições melhores do que aquelas nas quais largaram, saindo com o saldo positivo. Só da montadora ter voltado à categoria de última hora e pegado um carro no meio do desenvolvimento para receber outro motor, já fizeram um ótimo trabalho. Ainda mais se comparar ao que foi no ano passado apenas como fornecedora de motores. E ainda devem evoluir bem.


Em 14º veio Jenson Button, da McLaren-Honda; seguido por Felipe Nasr, da Sauber e por último dos que cruzaram a linha de chegada, o novato Pascal Wehrlein, da Manor.

Abandonaram também os companheiros desses dois últimos, Marcus Ericsson e Rio Haryanto, com problemas em seus carros.


Resultados finais do GP da Austrália 2016 de Fórmula 1:





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sábado, 19 de março de 2016

Fórmula 1 2016 - GP da Austrália - Classificação


Depois de dominar todos os treinos livres, Lewis Hamilton cravou a pole position do GP da Austrália no novo formado de classificação. Foi uma dobradinha da Mercedes, com Nico Rosberg em 2º.

Por mais do que isso, nunca vi um Q3 tão sem graça e, no Twitter, vejo que a indignação é generalizada, embora no Q1 e no Q2 tenhamos ganho um belo espetáculo. Mas deixemos isso para depois e falemos primeiramente dos resultados.

Na segunda fila temos a Ferrari, com Sebastian Vettel à frente de Kimi Raikkonen. Seguidos por Max Verstappen da Toro Tosso e Felipe Massa da Williams, Carlos Sainz Jr. da Toro Rosso e Daniel Ricciardo da Red Bull, e completando o top 10, as Force India, com Sergio Pérez à frente de Nico Hulkenberg.

Ah! Rio Haryanto da Manor larga em último, por ter batido em Romain Grosjean da Haas nos boxes, durante o último treino livre.

Não é preciso ir além disso com a tabela aqui embaixo, sabendo que tudo funcionou com o novo sistema de eliminação. Muita gente não foi mais rápida porque ficou ali na guilhotina antes do término do Q1 e principalmente do Q2. Na primeira parte, aliás, diminuíram ainda mais as chances das equipes pequenas de tentarem fazer uma graça.

O lado bom é que nesse formato, os pilotos são obrigados a correrem o tempo todo. O melhor mesmo ficou com o Q2, que contou até com uma boa participação da McLaren-Honda que foi destruidora no Q1 e prometia ir além. Acabou ficando apenas 12º e 13º com Fernando Alonso e Jenson Button, respectivamente. Mas já começaram bem melhores do que no ano passado.

Brochante mesmo foi o Q3. Cada um fez a sua volta e, sem maiores expectativas, recolheram seus carros, deixando apenas Hamilton e Rosberg brigarem pela ponta, apesar de que o alemão mal fez cócegas no inglês. Resultado? Praticamente 6 minutos de monotonia, dando tempo até para Vettel trocar de roupa. O relógio lá rodando, e a galera já indo pesar bem antes do término das atividades em pista.

Acho que podem manter esse sistema novo, mas só para Q1 e Q2, deixando o Q3 como estava antes, que era a parte mais empolgante da classificação.


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Paulo Vitor

sexta-feira, 18 de março de 2016

Fórmula 1 2016 - GP da Austrália - 3º Treino Livre


É, Lewis Hamilton liderou todos os treinos livres, incluindo este último. E foi uma dobradinha da Mercedes, com Nico Rosberg em 2º lugar. Porém, andando bem pertinho das Flechas Prateadas, estava a Ferrari de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen ficou em 5º, atrás de Carlos Sainz Jr., da Toro Rosso, que também corre com o motor italiano e teve Max Verstappen logo atrás do piloto finlandês.

Finalmente a Williams deu algum sinal de que está viva, com Valtteri Bottas em 7º e Felipe Massa em 9º. Entre eles ficou Daniel Ricciardo, da Red Bull.

E, bem... batidas? Rio Haryanto da Manor e Romain Grosjean da Haas... nos boxes. Impressão de que estou me esquecendo de alguma, mas acho que foi só essa mesmo. Fora isso, tivemos só alguns passeios na grama.


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Fórmula 1 2016 - GP da Austrália - 2º Treino Livre


Lewis Hamilton manteve a liderança das atividades no 2º Treino Livre para o GP da Austrália, em Melbourne, ainda com pista molhada no Albert Park.

Em 2º lugar um impressionante Nico Hulkenberg, da Force India, seguido por Kimi Raikkonen que mesmo tendo corrido com a pista em piores condições, conseguiu manter seu tempo em 3º.

O outro piloto da Mercedes, Nico Rosberg, chamou atenção, mas longe de ser pelos melhores motivos. Empolgou um pouquinho em acelerar no molhado e acabou batendo, mas não sem antes marcar sua volta cronometrada. Só que como isso aconteceu cedo, não deu tempo dele melhorar e acabou ficando em último na tabela entre os pilotos que fizeram volta rápida, em 15º. Pois muitos não tiveram a oportunidade.

A Williams, a Sauber e a Renault, por exemplo, não colocaram nenhum de seus carros na pista. Não andou também Max Verstappen, da Toro Rosso, mas pelo menos seu companheiro de equipe, Carlos Sainz Jr., ficou em 5º, logo atrás de Daniel Ricciardo da Red Bull.

Na McLaren-Honda, as coisas melhoraram um pouquinho. Fernando Alonso e Jenson Button foram 6º e 7º, respectivamente. Sebastian Vettel da Ferrari ficou em 8º, Sergio Pérez da Force India em 9º e completando o top 10, Daniil Kvyat, da Red Bull. Entre o russo e Rosberg, ficaram os carros da Haas e da Manor, alternando posições.


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quinta-feira, 17 de março de 2016

Fórmula 1 2016 - GP da Austrália - 1º Treino Livre


A temporada 2016 da Fórmula 1 começou como terminou a de 2015: com Lewis Hamilton na frente. O inglês da Mercedes liderou o 1º Treino Livre do GP da Austrália, em Melbourne.

A chuva marcou presença no Albert Park, mas nada que atrapalhasse tanto as atividades. Houveram momentos em que eles puderam andar rápido no pista. O clima interferiu mais mesmo, nos primeiros e nos últimos minutos. Narturalmente, isso gerou deslizes e escapadas, mas nada grava. Só uma atolada de Daniel Ricciardo, mas já nos minutos finais.

Surpreendentemente, não foi Nico Rosberg com a outra Flecha Prateada quem mais esteve próximo ao líder, mas sim os dois carros da Red Bull, com Daniil Kvyat à frente do piloto local, Ricciardo. Atrás deles, vieram Nico Hulkenberg com a Force India que promete melhorar este ano, e Max Verstappen, da Toro Rosso. Só aí, o vice-campeão deu as caras.

Mais incrível ainda, é que atrás da segunda Mercedes, veio a dupla da McLaren-Honda: Fernando Alonso e Jenson Button, respectivamente. Sergio Pérez da Force India e Kevin Magnussen, da Renault que retorna, completaram o top 10.

A Williams só apareceu em 11º e 12º, com Valtteri Bottas e Felipe Massa, nesta ordem. Atrás deste brasileiro, veio o outro: Felipe Nasr, da Sauber. Esses três últimos citados, aliás, foram dos que menos deram voltas.

Nasr ficou bem à frente de seu rival na GP2 Series, Jolyon Palmer, estreante pela Renault. E então veio seu companheiro de equipe no time suíço, Marcus Ericsson.

O estreante Pascal Wehrlein da Manor, agora com motor Mercedes-Benz, foi o 16º. Rio Haryanto acabou mesmo ficando com a vaga e foi o 19º.

A Ferrari não mostrou tudo o que pode fazer, ainda. Aliás, esteve bem longe disso. Kimi Raikkonen foi o 17º e Sebastian Vettel sequer marcou tempo de volta rápida. Na verdade até tentou, mas nisso, sim, a chuva atrapalhou.

Por falar na Scuderia, seu reserva Esteban Gutiérrez, titular na novata Haas, foi o 18º e seu companheiro Romain Grosjean, o 20º. O menos veloz, pois atrás dele ficaram só Vettel e Carlos Sainz Jr., da Toro Rosso, que também não teve volta cronometrada e foi quem menos errou.


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Paulo Vitor