Todos nós sabíamos que, este ano no WEC, entre os protótipos híbridos da classe LMP1, a Toyota correria contra ela mesma. Porém, nos últimos anos, igualmente ela vinha sendo sua própria carrasca, quebrando à noite ou, pior, nos minutos finais das tradicionais 24 Horas de Le Mans.
Enfim, o carro vencedor foi o TS050 #8, comandado por Kazuki Nakajima, Sébastien Buemi e Fernando Alonso (você perdeu como este foi parar aí,
leia isto). O mesmo que
largou da pole position.
Com duas voltas de vantagem sobre o #7 de Kamui Kobayashi, Mike Conway e José María López completou a dobradinha nipônica, fazendo história em La Sarthe, independentemente dos fatores. Aliás, foram os pilotos japoneses dos dois carros que receberam a bandeira quadriculada.
E olha que, por Buemi exceder o limite de velocidade na zona de desaceleração, o trio vencedor recebeu um stop and go de 60 segundos. Mas em seguida, Alonso e Nakajima conseguiram correr atrás do prejuízo e ainda construir uma ampla vantagem.
O pódio da classe LMP1 foi completado pela Rebellion Racing, com o #3 de Mathias Beche, Thomas Laurent e Gustavo Menezes. E em 4º, outro carro da mesma equipe, o #1 de Bruno Senna, André Lotterer e Neel Jani.
Candidato ao título mundial da Formula E, pois é líder do campeonato, Jean-Éric Vergne venceu a prova na LMP2, ao lado de Roman Rusinov e Andrea Pizzitola, com o Oreca 07 #26 da G-Drive, que na verdade disputa o ELMS.
O pódio foi completado pela Signatech, com seu Alpine 470 #36 comandado por André Negrão, Nicolas Lapierre e Pierre Thiriet; e outro Oreca 07, mas o #39 da Graff-SO4, de Vincent Capillaire, Tristan Gommendy e Jonathan Hirschi.
Na primeira, com a equipe de fábrica, venceu o
911 RSR #92 de Laurens Vanthoor, Michael Christensen e Kevin Estre. E na outra, com o mesmo modelo, o #77 de Matt Campbell, Christien Ried e Julien Andlauer, da Dempsey-Proton, que sim,
é o time independente do Patrick Dempsey.
Um abraço!