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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) da Fórmula 1 2018/19: Red Bull entre Renault e Honda; atualizações da McLaren; reservas em testes; mudanças aerodinâmicas no regulamento; e mais


Passei a semana falando de MotoGP, de WEC, de outras categorias e até de um novo carro da Brabham (sim, ela voltou). Mas sem falar de Fórmula 1, e não poderia deixar de fazê-lo, não é mesmo? Então vamos aos principais acontecimentos.

A Aston Martin Red Bull começou a conversar com a Honda sobre o fornecimento de motores, tal como já acontece com a Toro Rosso. E a Renault está cobrando logo esta decisão. Mais especificamente, até o dia 15 de maio.

Lembrando que ainda há toda uma teoria da conspiração envolvendo essas duas equipes e fabricantes, incluindo possibilidades dos nipônicos terem um time de fábrica e a satélite virar o time principal.

A propósito, os rubro-taurinos também tem que decidir quanto ao futuro de Daniel Ricciardo, que tem contrato só para mais este ano. E cobiçado tanto por Ferrari quanto por Mercedes.

Para o GP da Espanha, a McLaren promete atualizações. Mas mais do que isso, fala-se até em praticamente um carro novo.

Após esta etapa que abre a fase europeia, teremos testes coletivos da categoria, e o circuito não é escolhido à toa, pois é ideal para essas atividades. Tanto que a pré-temporada é lá.

E falando no time de Woking, está irá contar com o titular Stoffel Vandoorne e o reserva Lando Norris, atual campeão da Fórmula 3 Europeia, que vem muito bem liderando a Fórmula 2. Fernando Alonso ganha folga, pois já vai correr muito este ano, se dividindo com o WEC.


Além da McLaren, a Force India escalou Nikita Mazepin e o atual campeão da GP3 Series e pupilo da Mercedes, George Russell, como previsto, e que também tem mandado bem na Fórmula 2. O mesmo vale para a Williams, que chamou Robert Kubica e Oliver Rowland.

Por falar no time de Grove, o titular Sergey Sirotkin foi punido pela batida com Sergio Pérez do GP do Azerbaijão, e por isso perderá três posições no grid do já mencionado GP da Espanha.

Achou ruim? Tem quem esteja na pior: tendo chegado à Sauber há pouco mais de um ano, Jörg Zander foi demitido.

Agora, falando mais da categoria em si, junto ao Liberty Media e a FIA, também temos algumas novidades.

Começando pelo novo regulamento técnico no que diz respeito à aerodinâmica, que tanto tem desagradado aos pilotos, por dificultar as ultrapassagens devido a turbulência. A receita é: asa traseira maior, asa dianteira mais simples, assim como os dutos dos freios. Tudo isso, consequentemente, deve aumentar o efeito do DRS.

Teremos a partir da próxima etapa, uma transmissão ao vivo de um programa após a corrida, através do Twitter.

Uma bobagem que causou alvoroço: o "shoey" do Ricciardo, que faz parte da cultura australiana, foi patenteado pela Fórmula 1. "Bobagem" no sentido de terem feito isso, não criticando a cultura. Só pra deixar claro, antes que problematizem.

E as conversas sobre o GP de Miami, sobre o qual falo desde o início do ano, esquentaram ainda mais.


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Um abraço!

sábado, 5 de março de 2016

Mídias sociais e Fórmula 1


Recentemente Romain Grosjean fez duras críticas à Fórmula 1 por ter sido obrigado a deletar vídeos em sua conta pessoal no Facebook, devido aos direitos de imagem da categoria. Mais especificamente, da Formula One Management. Isto é, Bernie Ecclestone. Mas isso já é um problema antigo entre os fãs, e que bom que um piloto passou por isso, chamando atenção.

É direito? É. Mas será que é necessária toda essa rigidez? Não só penso que não, como ainda acho que esta é prejudicial e o contrário, poderia fazer com que a popularidade do circo crescesse.

Mas reconheçamos que, embora tenha dado esses passos errados, a Fórmula 1 também tenta se aproximar do público através. Já tem conta no Twitter, promove votações, e não faz muito tempo que possui um canal no YouTube. Salvo engano, Instagram também. E quando não por si mesma, as contas das escuderias no Twitter promovem uma interação muito divertida, principalmente entre elas, com trocas de brincadeiras que divertem seus seguidores. Eu acho isso muito bacana. Torna o esse esporte algo menos... digamos, sério, durão, e humaniza mais pilotos e equipes. Aliás, também tem as contas dos pilotos, que vão além da rede de 140 caracteres, estendendo-se ao Instagram e Snapchat (que aliás, a Formula E tem e é muito bom), onde alguns até dão atenção aos fãs.

Só que o lugar mais sofrível, penso eu, é o YouTube. Você faz aquela compilação sensacional de trechos de corridas, homenagens à pilotos e... a FOM vai lá e faz o site tirar o vídeo do ar. Às vezes até provas de 20 ou 30 anos atrás, o que é mais raro, mas acontece. Depois não entendem porquê não só os leigos dizem que a Fórmula 1 está chata, como também os que realmente acompanham esta, acabam dando mais audiência para outras categorias, enquanto a da toda poderosa só cai.

Há coisas para serem melhoradas na pista para que as corridas ficam melhores? Sim. Mas fora dela, também. Acorda, Fórmula 1. Acorda, FOM. Acorda, Bernie. Estamos em 2016, quando quem fica fora das redes, se dá mal. O público quer participar, se sentir parte daquilo. Então vamos dar liberdade e interatividade ao público, para que a popularidade da categoria aumente e a audiência volte a subir.


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Um abraço!