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sábado, 5 de maio de 2018

WEC 2018/19 - 6h de Spa-Francorchamps


Hoje tivemos as 6h de Spa, na Bélgica, como a primeira corrida da super season 2018-2019 do WEC.

Em sua estreia, largando da pole position, Fernando Alonso venceu, ao lado de Sébastien Buemi e Kazuki Nakajima, com o TS050 Hybrid #8 na classe LMP1 pela Toyota Gazoo Racing, que ainda garantiu uma dobradinha. O espanhol não vencia uma corrida desde o GP da Espanha de Fórmula 1 em 2013, pela Ferrari.

Porém, devemos fazer algumas observações importantes. Primeiramente, a pole na verdade era do TS050 Hybrid #7, de Mike Conway, Kamui Kobayashi e José María López. Só que por uma irregularidade na marcação de combustível, eles foram desclassificados, largando lá de trás.

Com isso, dividindo a primeira fila com os nipônicos, ficou a Rebellion de Bruno Senna, Neel Jani e André Lotterer. Os mesmos que vieram a completar o pódio, mas, na corrida, foi sua vez de serem desclassificados, por desgaste excessivo no assoalho. Assim, seus companheiros Gustavo Menezes, Thomas Laurent e Mathias Beche herdaram a posição.


Voltando aos Toyota, os carros se reencontraram praticamente na última meia hora de prova, e essa distância foi encurtada ainda mais graças ao safety car. Solução? Ordem de equipe.

Desnecessário, mas, compreensível (querem usar o holofote Alonso, mas talvez tenha sido um tiro no pé). Reprovável? Bem... empregados deles, dinheiro deles... fazem o que quiser. Enfim, coisas do automobilismo, que vocês também conhecem e cada um tem a sua opinião. Acho que não preciso me alongar nisso aqui.


Para não deixar de falar nas outras classes... e não que sejam menos importantes. Muito pelo contrário, pois por mim, as maiores disputas vieram delas, em especial as de gran turismo.

Líder da Formula E, Jean-Éric Vergne foi o vencedor da LMP2, junto com Roman Rusinov e Andréa Pizitola, pela G-Drive, com um Oreca 07 Gibson, superando a forte Jackie Chan DC.


Na GTE-Pro, venceu o Ford GT da Ganassi pilotado por Oliver Pla, Stefan Mücke e Billy Johnson. Aliás, o outro carro da equipe se esborrachou na Eau Rouge, igual ao Pietro Fitipaldi ontem, mas desta vez, felizmente, Harry Tincknell, que conduzia o bólido, saiu ileso. Este, inclusive, era o carro que seria pilotado por Tony Kanaan.


E na GTE-Am, a vitória ficou com o Aston Martin de Pedro Lamy, Mathias Lauda (sim, é filho do Niki) e Paul Dalla Lana.


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segunda-feira, 5 de março de 2018

Ford quer trocar o WEC pela Formula E

A Formula E vem aparecendo cada vez mais como a queridinha das montadoras. Desta vez é a Ford que está namorando os monopostos elétricos.

No momento, não há novas vagas, nem previsão certa de que se abra mais uma para uma nova marca. Mas o que esta pode fazer, é buscar uma parceria com algum dos times até então independentes, como Dragon, que rompeu com a Faraday Future, Techeetah, que aliás, quer uma montadora, e a Venturi. O que seria engraçado caso logicamente escolham a americana Dragon, que é gerenciada pela Penske.

Isso porquê, por outro lado, tal escolha também aponta para a saída da Ford do WEC ao final do ano que vem, quando encerrarem seu programa. Lá, correm de Ford GT junto com a Ganassi.


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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

IMSA 2018 - 24 Horas de Daytona


Neste final de semana, tivemos a abertura da temporada 2018 do IMSA, com as 24 Horas de Daytona, uma das provas mais importantes do automobilismo mundial, especialmente entre os certames de endurance.

Entre os protótipos, a classe P, o carro vencedor foi o Cadillac DPi #5 da Action Express, guiado pelo brasileiro Christian Fittipaldi, e os portugueses João Barbosa e Filipe Albuquerque. Os dois primeiros, venceram pela terceira vez. Para o terceiro, foi a primeira vez. Eles construíram uma vantagem sólida e quebraram com sobras um antigo recorde de voltas da prova, com 808 giros (antes eram 782, em 1992).

Foi uma dobradinha da Action Express e, acho que pode-se dizer, também uma dobradinha brasileira, considerando que Felipe Nasr pilotou o carro #31, que chegou em 2º lugar, ao lado de Mike Conway, Stuart Middleton e Eric Curran.

Na GTLM, outra dobradinha: da Ganassi. O Ford GT #67 de Scott Dixon, Ryan Briscoe e Richard Westbrook. E por último, na GTD, a Lamborghini #11 de Rik Breukers, Rolf Inechen, Franck Perera e Mirko Bortolotti levou a melhor.

Bem, são esses os caras que voltarão, cada um, com um Rolex no pulso.


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domingo, 18 de junho de 2017

WEC 2017 - 24 Horas de Le Mans - Corrida


Le Mans é imprevisível e cruel. Como dizem, não se escolhe vencer Le Mans. Le Mans escolhe você.

Parecia que esse ano era da Toyota, quando tudo começa a dar errado na mesma hora e, quando pensam que a vitória caiu no colo de determinado carro da Porsche, poucas horas antes do fim, outra reviravolta acontece e aquele outro carro alemão que parecia fadado ao fracasso, surge como vencedor.

Contando melhor o que houve, a primeira fila era dos nipônicos. Uma classificação com direito a novo recorde no circuito, quebrado depois de décadas por Kamui Kobayashi. E quase até a metade da corrida, tudo parecia certo. Vez ou outra as posições eram invertidas, na pista ou nos boxes. A Toyota não largava o osso da liderança de jeito nenhum.

De repente a 11ª hora de prova, já que estamos falando de uma equipe japonesa, vamos fazer analogia com o mangá/anime Shingeki No Kyojin/Attack On Titan: primeiro o TS050 #8 de Sébastien Buemi sofreu o ataque do Titã Colossal, com superaquecimento dos freios, que pegaram fogo, mas o suíço conseguiu levar o carro aos boxes; depois Kobyashi com o ataque do Titã Encouraçado, sofreu com a embreagem dando problemas e teve que deixar o #7 pelo meio do caminho de la Sarthe. Não lembro ao certo quando, mas mais ou menos por aí, o #9 da Toyota também abandonou.

Devo lembrar agora que horas antes, o Porsche #2 já havia sido dado como derrotado, fazendo reparos nos boxes. Assim como os mecânicos da Tropa de Exploração (ainda uma referência ao anime) foram consertar o #8. Enquanto isso, o 919 Hybrid #1 da Porsche herdou a liderança. Parecia que seria uma vitória tranquila. Pois praticamente este vinha sendo o único sobrevivente da classe LMP1. Mas só parecia mesmo. Na 21ª hora, ficou pelo caminho. Então o #2, que voltou horas depois, atrasado, ficou com a vitória, com Timo Bernhard, Earl Bamber e Brendon Hartley. O #8, dos líderes do WEC, também conseguiu voltar à pista e foi o 2º e último colocado de sua categoria.


No geral, o pódio foi um pouco diferente: um LMP1 e dois LMP2 completando os outros degraus. Vencedor da segunda divisão de protótipos, o time de Jackie Chan, com Ho-Pin Tung, Thomas Laurent e Oliver Jarvis, conseguiu superar a Rebellion de Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Hansson. O outro LMP1 sobrevivente foi apenas o 9º no geral.

Atualização (19/06); irregularidades foram descobertas no #13 da Rebellion na inspeção pós prova, que com isso, perde o pódio. O carro tinha uma parte customizada que facilitava os reparos numa parte que eventualmente poderia ser problemática.

André Negrão, Pierre Ragues e Nelson Panciatici, com o Alpine A470 #35 da Sighnatech, fecharam o top 5 geral e ficaram em 4º em sua categoria.

Continuação da atualização: assim, o Alpine de Negrão mencionado acima herda o pódio, e a Jackie Chan DC Racing consegue uma dobradinha.

O Dallara #29 da Netherlands, de Rubens Barrichello, Jan Lammers e Frits Van Eerd teve problemas, terminando em 14º no geral e 12º em sua categoria. Da mesma forma, o Oreca 07 Gibson #31 da Rebellion também sofreu pra lá da metade da prova, até então como forte candidato ao pódio. Mas Bruno Senna, Nicolas Prost e Julien Canal acabaram em 17º no geral e 15º na LMP2.


Se a primeira vitória de um brasileiro não aconteceu na LMP2, veio na GTE-Pro e com um estreante. A categoria com disputa acirradíssima do início ao fim, viu o Vantage #97 do time de fábrica da Aston Martin se sair vencedor, sem sofrer com maiores problemas e tendo excelentes performances de Daniel Serra, Jonatham Adam e Darren Turner. E foi com direito a ultrapassagem sobre um Corvette na última volta!

Atualização e correção: perdão, pois houve Jaime Melo Jr., em 2008 e 2009.

De quebra, fazendo uma dobradinha, tivemos Pipo Derani, ao lado de Andy Priaulx e Harry Tincknell, no Ford GT #67 da Ganassi. Seus companheiros do #68, Tony Kanaan, Dirk Müller e Joey Hand, chegaram em 23º no geral e 6º na categoria.

Finalmente, na GTE-Am, a vitória foi da JMW Motorsport, com uma Ferrari 458 Italia GT2 #84, pilotada por Robert Smith, Will Stevens e Dries Vanthoor.

O brasileiro que disputava nesta classe, Fernando Rees, com o Corvette C7.R #50 da Larbre Competition, cravou a pole position e liderou um bom número de voltas. Mas em algum momento, ele, Christian Philippon e Romain Brandela tiveram problemas. Mas completaram a corrida. Ficaram em 15º na GTE-Am e 49º no geral.


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quarta-feira, 31 de maio de 2017

WEC 2017 - Tony Kanaan nas 24 Horas de Le Mans


A Ganassi coloca seus Ford GT nas 24 Horas de Le Mans. Disso, todo mundo sabe. Um de seus pilotos, porém é Sébastien Bordais, e este sofreu um grave acidente na classificação da Indy 500, afastando-o da IndyCar (e de outras competições) pelos próximos meses.

Sendo assim, foi decidido que Tony Kanaan irá substituir o francês (que vai se recuperando bem), fazendo sua estreia numa das corridas mais importantes do mundo. Aliás, ele já tem experiência com este carro, como podem ver na foto. Com este, disputa as 24 Horas de Daytona. No WEC, ele terá outro brasileiro como companheiro de equipe: Pipo Derani.


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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do WEC 2017: Derani na Ford-Ganassi; e Kubica na LMP1


Grande revelação do endurance em 2016, Pipo Derani irá pilotar o Ford GT #67 da Ganassi na LMGTE-Pro, disputando as 6 Horas de Silverstone, as 6 Horas de Spa-Francorchamps e as 24 Horas de Le Mans.

E Robert Kubica, que já havia feito testes com a ByKolles no ano passado, correrá por esta na LMP1 durante toda a temporada 2017 do WEC. A propósito, a equipe passará a contar com motores da Nissan.


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Paulo Vitor

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

24 Horas de Daytona 2017


O protótipo Cadillac #10 da Wayne Taylor Racing foi o grande vencedor da divisão principal nesta edição de 2017 das 24 Horas de Daytona. Mas foi no sufoco.

Devido a uma bandeira amarela nos minutos finais da prova, o Cadillac #10 que era conduzido por Ricky Taylor (dividido com Jeff Gordon, Max Angelelli e Jordan Taylor) travou um duelo até os metros finais contra Filipe Albuquerque, que pilotava o Cadillac #5 da Action Express, este que era dividido com Christian Fittipaldi e João Barbosa, que havia cravado a pole position.

Houve um toque polêmico do carro vencedor, mas não vejo como má-fé. Competitividade gera isso. Coisa de corrida. E ainda teve um leve deslize do português e por isso, este viu o carro vencedor cruzar a linha de chegada bem na sua frente. Enfim, foi por trás, o que provocou um giro no #5.

Na GTLM, o carro foi vencedor foi o Ford GT #66 da Ganassi, pilotado por Dirk Müller e compartilhado com Sébastien Bourdais e Joey Hand. E foi outra vitporia apertada, numa disputa contra Porsche 911 RSR e Corvette C7.R de times de fábrica, e uma Ferrari 488 GTE de uma equipe independente.

Tabela com os resultados finais completos de todas as classes: http://scoring.imsa.com/


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Paulo Vitor

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Alguns detalhes técnicos do novo Ford GT


Já faz pouco mais de 2 anos que a nova geração do Ford GT já está pronta e foi apresentada em Detroit no final de 2015. No entanto, sabemos muito pouco sobre o mesmo. Ou melhor, sabíamos pouco, porque essa semana, foram divulgados alguns detalhes. Até então o vimos mais na pista (com a Ganassi), que é o nascedouro dele.


O que ele traz como seu "coração", trata-se de um V6 biturbo de 3.5 litros, com bloco de alumínio, comando duplo no cabeçote e injeção de combustível tanto direta quanto pelo coletor, que gera 656 cv de potência a 6.250 rpm e 75,9 kgfm de torque a 5.900 rpm. O câmbio é automatizado de dupla embreagem e tem 7 marchas.

Só não sabemos ainda os seus números de desempenho, mas certamente não fica devendo aos rivais conterrâneos, europeus ou japoneses.


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sábado, 7 de janeiro de 2017

Ganassi pronta para a IndyCar e as 24h de Daytona


Esta semana a Ganassi esteve em Sebring para fazer alguns testes com todos os seus carros, já que agora correrão com os motores Honda no lugar dos Chevrolet. Depois disso, em Daytona, Tony Kanaan, que continua no time, também andou experimentando o Ford GT, já que a equipe tem parceria com a montadora, pois com esta, voltará a disputar as 24 Horas de Daytona (e está tendo uma espécie de aquecimento no circuito) em breve.


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domingo, 19 de junho de 2016

WEC 2016 - 24 Horas de Le Mans


Foi um final de partir o coração, como declarou a própria equipe da Toyota em sua conta no Twitter. 

Depois de tantas tentativas, parecia que hoje seria o grande dia dos nipônicos. Após liderar boa parte das 24 Horas de Le Mans e ter construído até uma vantagem considerável em determinado período da corrida, na penúltima volta, o TS050 #5 que era conduzido Kazuki Nakajima... quebrou.

Podem imaginar isso? Tamanha foi a decepção, quie Nakajima teve que se apoiar no ombro de um companheiro que o levou de volta aos boxes. A Toyota não sabe qual foi a causa da quebra de seu LMP1 que também tinha como pilotos Anthony Davidson e Sébastien Buemi.


Assim, a vitória caiu no colo da Porsche, que venceu com seu protótipo #2, que cruzou a linha de chegada em 1º lugar sob o comando de Neel Jani, compartilhado com Romain Dumas e Marc Lieb.

Em respeito ao adversário, a Porsche fez uma homenagem à Toyota em seu Facebook e no Twitter, dizendo "Competimos juntos por 24 horas, 'head to head' (ao pé da letra: cabeça a cabeça, disputando a ponta) por 24 horas. Ganharam nosso respeito para sempre.". Muito bacana.

Como consolação para a Toyota, ficou o 2º lugar com o 919 Hybrid #6 de Stéphane Sarrazin, Mike Conway e Kamui Kobayashi. É... quase foi uma dobradinha. Quase.

Completando o pódio da classe principal, veio o R18 #8 da Audi, de Lucas di Grassi, Loïc Duval e Oliver Jarvis. A equipe dos quatro anéis também teve seu outro carro sobrevivente no 4º lugar, pilotado por Marcel Fässler, André Lotterer e Benoît Tréluyer.

Não era o final de semana desta marca alemã, que enfrentou alguns problemas ao longo da prova. Nem seria o da outra, não fosse o azar da Toyota.


Entre as equipes, digamos, garagistas, isto é, que não são as grandes montadoras, Porsche, Audi e Toyota, na LMP1 a vitória ficou com a independente Rebellion, que contou com Nelsinho Piquet, Nicolas Prost e Nick Heidfeld. Mas não foi uma vitória tranquila, não. Passaram por dificuldades.


Razoavelmente tranquila, foi a vida dos vencedores da LMP2, que dominaram em sua classe. Com Gustavo Menezes, Nicolas Lapierre e Stéphane Richelmi, a Signatech Alpine foi a vencedora.


Saindo dos protótipos, mas não menos importantes, darei o último destaque para a vitória da GTE Pro, que foi bem emblemática.

Em seu retorno às 24 Horas de Le Mans após 50 anos da sua estreia vitoriosa, a Ford voltou a vencer com a nova geração do Ford GT, "neto" daquele vencedor de 1966. E mais uma vez, vencendo a Ferrari. Que déjà vu, hein?

A montadora americana não esteve sozinha, mas sim muito bem acompanhada por quem entende de corridas. Foi uma parceria com a Ganassi, que grande como é, não poderia dar um ponto sem nó.

O #68 foi levado ao trinfo por Sébastien Bourdais, Dirk Müller Joey Hand.


Resultados completos da edição 2016 das 24 Horas de Le Mans, do FIA WEC: http://www.fiawec.com/races/24-heures-du-mans/results-and-chrono.html


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Paulo Vitor

segunda-feira, 14 de março de 2016

WEC 2016 - Dixon, Bourdais e Briscoe entre os pilotos da Ganassi-Ford nas 24 Horas de Le Mans


Como eu já havia dito ainda no final de 2014, a Ford voltaria a disputar as 24 Horas de Le Mans no aniversário de 50 anos da primeira vitória do Ford GT na prova, e tendo a Ganassi como parceira. 

Hoje, a equipe de Chip divulgou o quadro completo de pilotos para os quatro carros que colocará na corrida especial. Carros #66, #67, #68 e #69.

Ford GT #66: Stefan Mücke, Oliver Pla e Billy Johnson;
Ford GT #67: Marino Franchitti, Andy Priaulx e Harry Tincknell;
Ford GT #68: Joey Hand, Dirk Müller e Sébastien Bourdais;
Ford GT #69: Ryan Briscoe, Richard Westbrook e Scott Dixon.

Sem dúvida, este último nome é o que mais chama a atenção. E é um sonho do neozelandês tetracampeão da IndyCar disputar a prova mais tradicional do WEC.


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

WEC 2016 - Ford anuncia quarteto para correr no GT


Como já era sabido, a Ford tinha planos de retornar ao Circuit de la Sarthe, onde fez história nas 24 Horas de Le Mans décadas atrás, batendo a até então dominante Ferrari por 4 anos consecutivos, levando o caneco para casa em todas essas ocasiões.

Esse ano, em parceria com a Ganassi, a marca americana entrará no World Endurance Championship (WEC), e ontem fez o anuncio dos pilotos que guiarão um de seus carros. Bom, até então esse é o único, mas duvido que coloquem só um carro na pista. Não faz sentido. A não ser que coloquem dois pilotos fixos para cada carro, e um terceiro entre os quatro alternasse os turnos entre um carro e outro.

Enfim, os pilotos são Oliver Pla, Marino Franchitti, Andy Priaulx e Stefan Mücke.

E por que estou desconfiado que tem mais alguma coisa aí? Bem, anteontem o brasileiro Antônio Pizzonia publicou em seu Instagram uma foto dele com um macacão que tinha a logomarca da Ford, e sabe-se que ele tinha uma vontade de voltar ao WEC, embora pela LMP2. E entre as hashtags utilizadas pelo piloto na legenda da foto, estavam algumas relacionadas ao campeonato de endurance. Mas de repente ele pode ir para as 24 Horas de Daytona, que estão chegando aí ou disputar o campeonato do United SportsCar. Vamos esperar.


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