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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Quem mais quer entrar para a Fórmula 1?


Equipes novas querendo entrar para a Fórmula 1? Sim, existem. Ross Brawn, que hoje faz parte do Liberty Media, novo dono da categoria, confirmou. Bom para Jean Todt, presidente da FIA, que quer mais carros no grid.

Mas quais são, mais especificamente? Sempre há muitos rumores, e ainda mais segredos. Mas, temos algumas possibilidades um pouco mais concretas.

Lembram-se de recentemente eu ter dito sobre um grupo chinês fazendo esse tipo de planos? Pois bem, pouco depois eles registraram o nome China F1 Racing Team, dando ainda mais veracidade ao boato que, mais do que isso, há confirmação de funcionários de outras equipes sendo sondados por eles.

Depois disso, a publicação alemã Auto Motor und Sport, que começou a cavar esse furo, continuou trabalhando no mesmo, descobrindo o interesse de outros chineses querendo seguir a ideia, o que será através de uma parceria com algum time espanhol de Fórmula 2. E já queriam isso para o ano que vem, mas a FIA desaconselhou que o fizessem tão de imediato, pois não há tempo para se preparar bem.

Ignoremos se é tradicional ou não. Afinal, toda tradição tem o seu começo. Existem bons chineses desbravando o automobilismo mundial. Lembrem-se que na LMP2 das 24 Horas de Le Mans, tivemos dobradinha da equipe de Jackie Chan, chinês, que conta com pilotos chineses. E já há alguns bons anos, o país recebe um GP de Fórmula 1.

Não podemos descartar ainda a Manor, que embora tenha fechado as suas portas, está lá, com toda a sua estrutura, podendo voltar com algum patrocínio ou ser vendida. Quase por último dos menos ilusórios, mas não menos importante, não se esqueçam do Projeto Brabham, que quer mesmo ressuscitar a mítica equipe.

Agora, possibilidades mais remotas, vira e mexe falam em Volkswagen, Audi, Porsche e Alfa Romeo. Mas se todas as especulações acima já não dão muita certeza, essas, ironicamente sendo grandes montadoras, dão ainda menos. No caso das três primeiras, que são de um mesmo grupo, é compreensível, devido ao Dieselgate que mais as vem tirando de competições, como foi com o WEC e com o WRC, para cortar gastos, sendo que os da Fórmula 1 são astronômicos.

Por último mesmo, mas este bem... otimista, eu acho, é um rumor que surgiu durante o último GP de Abu Dhabi, no final da temporada passada. De que Ron Dennis, depois de deixar a presidência da McLaren, estaria envolvido com o projeto de uma nova equipe, e que poderia até ser a compra da Manor. Coincidência ou não, hoje ele vendeu suas últimas ações de Woking, logo na semana em que essas conversas voltaram à tona. Mas essa eu já acho louca demais.


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Um abraço!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Brabham de volta à Fórmula 1?



Vamos com muita calma, pessoal... Todo ano uma série de boatos aparecem na Fórmula 1, e a maioria deles eu nem trago pra cá, porque não tem o menor cabimento. Porém este, vem de uma ideia que realmente existe. Se conseguirão concretizá-la, já é outra história.

A Brabham está fora do grid desde 1992, após sair falida, mesmo tendo sido, um dia, uma das gigantes da categoria. Fundada por Sir John Arthur Brabham, vulgo Jack, que além de engenheiro, era piloto, e venceu corridas em carros feitos por ele mesmo, tornando-se assim um tricampeão mundial, mas nem tudo foi conquistado em seu time. A escuderia, aliás, venceu dois títulos de construtores e quatro de pilotos. Dois deles com Nelson Piquet, porém agora sob o comando de Bernie Ecclestone, que comprou a equipe lá atrás, antes de se tornar tudo o que foi para a Fórmula 1.

Divagações sobre o passado à parte, Jack Brabham já não está entre nós há quase 3 anos. Porém seu filho David, lidera o que é chamado de Project Brabham, visando trazer a marca de volta ao automobilismo. E para isso, ele conta com o apoio de alguns entusiasmados investidores americanos.

A volta, no entanto, não seria construindo uma equipe do zero, mas sim adquirindo uma já existente: a Force India. Seu dono, Vijay Mallya, deve até as cuecas, e sua situação com a Justiça, tanto na Inglaterra quanto na Índia, tem se complicado mais a cada dia. Assim, portanto, ele estaria disposto a vender a esquadra por pelo menos 150 milhões de libras, mas o valor pode alcançar até 270 milhões de libras.

E aí, quem sabe não voltaremos a ver aqueles carros icônicos de pintura branca e azul marinho, competindo novamente na Fórmula 1?


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Um abraço!