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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Rapidinhas ( ͡° ͜ʖ ͡°) do IMSA 2017/18: Alonso testa com United Autosports; e Stroll nas 24 Horas de Daytona


Depois de experimentar o LMP1 da Toyota no WEC, durante o teste de novatos no Bahrein, Fernando Alonso foi para Aragão, na Espanha, ter sua experiência com o protótipo Ligier JS P217, da United Autosports, equipe pela qual irá disputar as 24 Horas de Daytona. E ele não será o único piloto da Fórmula 1 na corrida de endurance: Lance Stroll, da Williams, se juntará ao time da Jackie Chan DC Racing, pilotando um Oreca-Gibson.


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Um abraço!
Paulo Vitor (novo Twitter)

domingo, 18 de junho de 2017

WEC 2017 - 24 Horas de Le Mans - Corrida


Le Mans é imprevisível e cruel. Como dizem, não se escolhe vencer Le Mans. Le Mans escolhe você.

Parecia que esse ano era da Toyota, quando tudo começa a dar errado na mesma hora e, quando pensam que a vitória caiu no colo de determinado carro da Porsche, poucas horas antes do fim, outra reviravolta acontece e aquele outro carro alemão que parecia fadado ao fracasso, surge como vencedor.

Contando melhor o que houve, a primeira fila era dos nipônicos. Uma classificação com direito a novo recorde no circuito, quebrado depois de décadas por Kamui Kobayashi. E quase até a metade da corrida, tudo parecia certo. Vez ou outra as posições eram invertidas, na pista ou nos boxes. A Toyota não largava o osso da liderança de jeito nenhum.

De repente a 11ª hora de prova, já que estamos falando de uma equipe japonesa, vamos fazer analogia com o mangá/anime Shingeki No Kyojin/Attack On Titan: primeiro o TS050 #8 de Sébastien Buemi sofreu o ataque do Titã Colossal, com superaquecimento dos freios, que pegaram fogo, mas o suíço conseguiu levar o carro aos boxes; depois Kobyashi com o ataque do Titã Encouraçado, sofreu com a embreagem dando problemas e teve que deixar o #7 pelo meio do caminho de la Sarthe. Não lembro ao certo quando, mas mais ou menos por aí, o #9 da Toyota também abandonou.

Devo lembrar agora que horas antes, o Porsche #2 já havia sido dado como derrotado, fazendo reparos nos boxes. Assim como os mecânicos da Tropa de Exploração (ainda uma referência ao anime) foram consertar o #8. Enquanto isso, o 919 Hybrid #1 da Porsche herdou a liderança. Parecia que seria uma vitória tranquila. Pois praticamente este vinha sendo o único sobrevivente da classe LMP1. Mas só parecia mesmo. Na 21ª hora, ficou pelo caminho. Então o #2, que voltou horas depois, atrasado, ficou com a vitória, com Timo Bernhard, Earl Bamber e Brendon Hartley. O #8, dos líderes do WEC, também conseguiu voltar à pista e foi o 2º e último colocado de sua categoria.


No geral, o pódio foi um pouco diferente: um LMP1 e dois LMP2 completando os outros degraus. Vencedor da segunda divisão de protótipos, o time de Jackie Chan, com Ho-Pin Tung, Thomas Laurent e Oliver Jarvis, conseguiu superar a Rebellion de Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Hansson. O outro LMP1 sobrevivente foi apenas o 9º no geral.

Atualização (19/06); irregularidades foram descobertas no #13 da Rebellion na inspeção pós prova, que com isso, perde o pódio. O carro tinha uma parte customizada que facilitava os reparos numa parte que eventualmente poderia ser problemática.

André Negrão, Pierre Ragues e Nelson Panciatici, com o Alpine A470 #35 da Sighnatech, fecharam o top 5 geral e ficaram em 4º em sua categoria.

Continuação da atualização: assim, o Alpine de Negrão mencionado acima herda o pódio, e a Jackie Chan DC Racing consegue uma dobradinha.

O Dallara #29 da Netherlands, de Rubens Barrichello, Jan Lammers e Frits Van Eerd teve problemas, terminando em 14º no geral e 12º em sua categoria. Da mesma forma, o Oreca 07 Gibson #31 da Rebellion também sofreu pra lá da metade da prova, até então como forte candidato ao pódio. Mas Bruno Senna, Nicolas Prost e Julien Canal acabaram em 17º no geral e 15º na LMP2.


Se a primeira vitória de um brasileiro não aconteceu na LMP2, veio na GTE-Pro e com um estreante. A categoria com disputa acirradíssima do início ao fim, viu o Vantage #97 do time de fábrica da Aston Martin se sair vencedor, sem sofrer com maiores problemas e tendo excelentes performances de Daniel Serra, Jonatham Adam e Darren Turner. E foi com direito a ultrapassagem sobre um Corvette na última volta!

Atualização e correção: perdão, pois houve Jaime Melo Jr., em 2008 e 2009.

De quebra, fazendo uma dobradinha, tivemos Pipo Derani, ao lado de Andy Priaulx e Harry Tincknell, no Ford GT #67 da Ganassi. Seus companheiros do #68, Tony Kanaan, Dirk Müller e Joey Hand, chegaram em 23º no geral e 6º na categoria.

Finalmente, na GTE-Am, a vitória foi da JMW Motorsport, com uma Ferrari 458 Italia GT2 #84, pilotada por Robert Smith, Will Stevens e Dries Vanthoor.

O brasileiro que disputava nesta classe, Fernando Rees, com o Corvette C7.R #50 da Larbre Competition, cravou a pole position e liderou um bom número de voltas. Mas em algum momento, ele, Christian Philippon e Romain Brandela tiveram problemas. Mas completaram a corrida. Ficaram em 15º na GTE-Am e 49º no geral.


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quinta-feira, 15 de junho de 2017

WEC 2017 - 24 Horas de Le Mans - Classificação


Vamos começar voltando ao passado para contar uma história...

Em 1985, a bordo de um protótipo Porsche 962, o alemão Hans-Joachim Stuck cravou o tempo de 3min,14s,80 no circuito de la Sarthe, onde são disputadas as 24 Horas de Le Mans. O que foi um recorde e, desde 1990, quando colocaram duas chicanes na longa reta, pois alguns carros com menor carga aerodinâmica podiam levantar voo, ninguém o superou. Até hoje.

Pilotando o Toyota TS050 Hybrid da classe LMP1, o japonês Kamui Kobayashi bateu o recorde do circuito, mesmo havendo as chicanes, marcando o tempo de 3min,14s,791. Insano. Monstruoso. Histórico. Mesmo tendo sido numa sessão classificatória mais cedo, já era uma pole position praticamente incontestável.

O que mudou mais tarde, foi que a Toyota conseguiu fechar a primeira fila, superando a Porsche, salvo engano com Sébastien Buemi ao volante, mas ainda mais de 2 segundos acima do tempo de Kobayashi, que já tinha sido o mais rápido nos testes.



Na LMP2, pole position para a G-Drive, com Alex Lynn, Roman Rusinov e Pierre Thierit. Aliás, até o 7º da classe, o carro dominante foi o Oreca 07.

O carro no qual Bruno Senna corre, da Rebellion, se não me engano até com a melhor volta feita por ele, ficou em 4º, e seu companheiro de equipe Nelsinho Piquet, em 5º.

O primeiro não-Oreca, em 8º, foi o Alpine A470 que tem André Negrão entre seus pilotos. E em 17º, o primeiro Dallara foi o de Rubens Barrichello.


A pole position da LMGTE-pro ficou com a equipe de fábrica da Aston Martin, com o Vantage #97 de Daniel Serra, Darren Turner e Jonathan Adam.

Harry Tincknell, Andy Priaulx e Pipo Derani foram apenas 9º com o Ford GT #67 da Ganassi. Seus companheiros do #68, Tony Kanaan, Joey Hand e Dirk Müller ficaram o 12º lugar do grid na classe.

E por último, mas não menos importante, pole position feita por Fernando Rees na LMGE-Am, que divide um Corvette C7.R da Larbre Competition com Romain Brandela e Christian Philippon.

A corrida começará no sábado, às 10h da manhã (horário de Brasília).


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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Surpresa: Manor vai estrear de LMP2 no WEC em 2016!


Mas gente... quem esperava por essa, hein? Ninguém, acredito eu. Afinal, toda a atenção sobre a equipe estava voltada para a Fórmula 1, onde parece que a nanica resolveu crescer, trocando os motores Ferrari pelos Mercedes-Benz, contratando Nikolas Tombazis e Pat Fry, e com Rio Haryanto e Pascal Wehrlein disputando uma vaga como titular.

Então, é isso aí, a Manor anunciou hoje que esse ano vai entrar no World Endurance Championship, na classe LMP2 com um Nissan-Oreca. E no comando da equipe no WEC, estarão de volta John Booth e Graeme Lowdon (escrevi algo relacionado a saída dos dois aqui).

Pelo menos por enquanto, vão alinhar apenas um carro no grid. E o único piloto anunciado para comandar este, até então, é Tor Graves.

Parece pouco, mas não é. Realmente é surpreendente. A Manor enquanto Marussia quase faliu no final de 2014. Agora está disputando em duas das maiores categorias do automobilismo mundial, e investindo muito nisso. Desejo toda sorte do mundo para eles.


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