quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Atualizando o blog: brasileiros campeões na Trans-Am GT; notícias de Fórmula 1, IndyCar, Formula E, MotoGP e mais


Vamos começar muito bem este post, com mais troféus vindo para o Brasil (sem querer parecer ufanista). E claro, falar de outros destaques dos últimos dias, que eu achei mais pertinentes.

Lembram que em agosto eu disse que Alinne Ciprianni, da Team Ginetta USA na TA3 e Rafa Matos, com o Chevrolet Camaro da HP Tech, lideravam suas respectivas classes na Trans-Am GT nos Estados Unidos? Pois neste final de semana, em Daytona, eles se tornaram campeões!

Ainda falando de coisas norte-americanas, Jordan King está fora do campeonato da IndyCar pela Carpenter. Porém, conseguiu assinar com a RLL para disputar as 500 Milhas de Indianápolis.

Falando rapidinho em Fórmula 1, eis os pneus Pirelli escolhidos pelos pilotos e suas equipes para o GP de Abu Dhabi.


Agora, permitam-me fazer uma não-muito-fundamentada especulação aqui, sobre duas rodas. Mas primeiro, a notícia que em parte me leva a isto:

Sete Gibernau, que disputou a MotoGP entre 1997 e 2009, sendo vice campeão em 2003 e 2004, perdendo o título obviamente para ninguém menos do que Valentino Rossi, anunciou seu retorno às pistas, aos 46 anos.

Como assim? Na nova classe elétrica, a MotoE. Ele correrá pela Pons.


Pois bem, em setembro, eu cogitei a possibilidade de Casey Stoner deixar seu posto de piloto de testes da Ducati. E o bicampeão confirmou isto ontem. Então... quem sabe ele não se junta ao Gibernau, hein?

Dito isso, Eric Granado, que também disputará a categoria, tornou-se ainda bicampeão consecutivo do Superbike Brasil no último final de semana, pela Honda.

Para encerrar o assunto motociclismo...

Eu não voltaria a falar de Romano Fenati. Inclusive ignorei algumas coisas nos últimos meses, afinal, o cara já se sujou bastante, até já tinha anunciado aposentadoria e não tem porquê eu ficar falando mais nisso aqui. Mas... a Snipers decidiu dar uma nova chance ao italiano na Moto3. Tomara que desta vez, melhore seu comportamento.


Bom, por último, voltando a falar de elétricos, mas sobre quatro rodas...

Como já era cogitado, Maximilian Günther assinou com a Dragon para disputar a temporada 2018-2019 da Formula E.

E na Jaguar I-Pace eTrophy, que será satélite dos monopostos, teremos mais uma presença feminina, juntando-se a Katherine Legge: o Time Alemanha anunciou Célia Martin como uma de suas titulares.

Lembrando ainda que o certame contará com um Time Brasil, formando por Cacá Bueno e Sérgio Jimenez.


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Um abraço!

domingo, 11 de novembro de 2018

Fórmula 1 2018 - GP do Brasil - Corrida


O pentacampeão e pole position Lewis Hamilton venceu o GP do Brasil e a Mercedes se tornou pentacampeã consecutiva do mundial de construtores de Fórmula 1!

No entanto isso aconteceu para o inglês, digamos, ao contar com a sorte do azar alheio. Deu para entender? Acontece que este seria, facilmente, um triunfo de Max Verstappen. Seria o segundo consecutivo, inclusive. Mas o troféu acabou caindo no colo do #44. Ah! Se tivesse vencido, Verstappen passaria Valtteri Bottas na tabela. Já pensaram?

O holandês da Aston Martin Red Bull, eleito Piloto do Dia (mas que por mim desonrou o "título" fora da pista, mais tarde), vinha fazendo uma incrível escalada, ultrapassando um por um, com todo o seu arrojo, até chegar ao líder inglês e também superá-lo.

Voltas mais tarde, ele era seguido de perto por um retardatário. Seu velho rival na Fórmula 3 Europeia, Esteban Ocon. E ao final daquele ano (2014, se não me falha a memória), o francês é que saiu campeão. Pois bem, este tinha o direito de descontar a volta que tomou, se estivesse mais rápido. E estava. Pediu autorização ao time, e o chefe da Racing Point Force India concedeu.

Isso na entrada do S do Senna. Adivinhem o que aconteceu entre uma curva e outra... Isso mesmo: bateram e rodaram. Mas isso não causou o abandono de nenhum dos dois. Voltaram à pista, com o rubro-taurino mostrando o dedo do meio. Compreensível. Mas francamente, não é? Podia muito bem ter deixado o retardatário ir embora e pronto. Mas não... precisa ser marrento com quem até então estava em 16º.

Rolou até acusação da Red Bull (provavelmente vinda de Helmut Marko) de que foi proposital, para ajudar as Flechas Prateadas. Patético. Nem preciso comentar nada sobre.

Punição de stop and go de 10 segundos para Ocon. Pronto. Justo. Era para ter acabado aí. Mas na pesagem após a prova, Molequerstappen foi lá tirar satisfações com o pupilo da Mercedes, dando-lhe fortes empurrões no peito. Qual a necessidade? Não precisava dessa molecagem. Deixe as "Cenas Lamentáveis" para a NASCAR e para o futebol (Libertadores, em especial). Assim, foi punido pela FIA para fazer algum serviço comunitário. O que deve ser... sei lá, uma aula de karting para os garotos da escola de Fernando Alonso (brincadeira, só um exemplo mesmo).

Por falar no espanhol, ele e seu companheiro na McLaren, Stoffel Vandoorne, também foram punidos: acréscimo de 5 segundos e 2 pontos na carteira, por ignorarem bandeiras azuis.

Voltando para a corrida, Verstappen até tentou alcançar Hamilton e até chegou bem perto, mas, com o assoalho danificado, acabou ficando em 2º mesmo. Kimi Raikkonen completou o pódio pela Ferrari. Era o máximo que dava para fazer.

Fazendo uma excelente recuperação, o outro piloto da equipe austríaca, Daniel Ricciardo, finalmente voltou a completar uma prova, terminando em 4º. Bottas fechou o top 5 e levou mais uns pontos para as Flechas Prateadas serem campeãs mais uma vez. E Sebastian Vettel, da Scuderia, foi apenas o 6º, mas com uma parada extra - que com novos pneus super macios, fez a volta mais rápida da corrida.

No restante do pelotão da zona de pontuação, mas agora entre os mortais: um ótimo 7º lugar para Charles Leclerc, da Alfa Romeo Sauber, seguido pela dupla da Haas, Romain Grosjean e Kevin Magnussen, respectivamente e o último pontinho ficou com Sergio Pérez, da esquadra cor-de-rosa.

Recolheram-se aos boxes Marcus Ericsson, da Sauber, com danos no assoalho que deixavam o carro impossível de pilotar sem rodar, e Nico Hülkenberg, que também teve problemas em sua Renault Sport.





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Um abraço!

Button é campeão do Super GT ao lado de Yamamoto, bicampeão da Super Formula


Lembram que este ano Jenson Button foi ao Japão disputar o Super GT? Mais especificamente, na classe principal, GT500.

Pois hoje em Motegi, pilotando o Honda NSX-GT da Team Kunimitsu, ele foi campeão junto com Naoki Yamamoto. Eles precisaram apenas de um 3º lugar para alcançar o feito.


Há de se dizer também que foi um grande ano para Yamamoto que, além de seu primeiro título no turismo, pela Team Mugen, também se tornou bicampeão da Super Formula, campeonato o qual já havia vencido em 2013 pela primeira vez.


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