terça-feira, 23 de maio de 2017

Campeonato oficial de eSport da MotoGP


Em tempo, pois isso já faz alguns dias, a Dorna, promotora da MotoGP, decidiu criar um campeonato oficial de eSport para a categoria.

O que não é bem uma inovação... Tudo bem que os eSports estão ganhando muito espaço na grande mídia, mas o certame de duas rodas não foi o primeiro a entrar nesse jogo: a Formula E já promoveu um ePrix virtual de Las Vegas e a McLaren abriu um concurso para piloto virtual, sendo que agora, Zak Brown ainda considera das um teste num carro de Fórmula 1 de verdade ao vencedor.

Voltando à MotoGP, será um campeonato disputado por 16 pilotos virtuais, em 7 etapas, sendo a final em Valência, como é na categoria real. Será usado o simulador oficial da MotoGP, desenvolvido pela Milestone, que em breve terá sua edição 2017 lançada. A competição será exclusiva para o PlayStation 4. O prêmio do vencedor será nada menos do que uma BMW M240i.


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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Nicky Hayden (1981 - 2017)


Ah, como eu detesto fazer esses posts sobre mortes nos esportes a motor... Ainda faltam palavras. Vou demorar um pouquinho escrevendo isso.

Infelizmente, aconteceu o que, de certa forma, já esperávamos, embora sempre seja importante manter as esperanças. Mas do jeito que o quadro estava crítico, só um milagre o salvaria. No dia em que eu atualizei seu estado mesmo, muitos já o davam como morto, em notícias falsas que se espalharam.

Enfim, depois de sofrer um acidente enquanto andava de bicicleta, ao ser atropelado quase uma semana atrás, Nicky Hayden estava internado na UTI de um hospital na Itália. Segundo o pai, nunca em estado de coma induzido. Na tarde de hoje, lamentavelmente, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Campeão americano de Superbike, o Kentucky Kid disputava o Mundial da categoria pela Honda. Antes disso, em 2006, conquistou o título da MotoGP, também pela marca nipônica, derrotando ninguém menos que Valentino Rossi, da Yamaha.

Descanse em paz, campeão! Que sua família, amigos e fãs, encontrem forças para seguir em frente, e que aí em cima, no céu da motovelocidade, você continue correndo com os outros que já se foram.


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Um abraço!

McLaren e Ferrari nas 500 Milhas de Indianápolis


Fernando Alonso vem chamando a atenção desde que anunciou a sua participação nas 500 Milhas de Indianápolis, numa parceria entre a McLaren e a Andretti, por ambas utilizarem motores Honda, na Fórmula 1 e na IndyCar, respectivamente.

No entanto, esta não é a primeira vez do time de Woking em uma das mais tradicionais provas do automobilismo mundial, sendo que outrora, ainda por cima correu com seus próprios carros, ao invés de chassis padronizados fabricados pela Dallara, combinados com kits aerodinâmicos feitos pelas fornecedoras de motores.

Tudo começou em 1970 e durou até 1979. Nesse período, nos anos de 1974 e 1976, a McLaren venceu a Indy 500, tendo seu carro pilotado por Johnny Rutherford.

Uma das maiores rivais dos ingleses, historicamente, é a Ferrari. E sabiam que os italianos também quase não só participaram das 500 Milhas de Indinápolis, como deixariam a F1 de lado, mudando-se para o campeonato norte-americano? Foi entre 1986 e 1987, tendo até deixado um carro pronto para a nova empreitada... mas que infelizmente nunca foi colocado em ação.

Bem, não seria exatamente a primeira vez da Scuderia nesse terreno, assim como não foi da McLaren. A primeira com carros específicos para isso, sim. É que nos primórdios da Fórmula 1, a corrida do Indinapolis Motor Speedway fazia parte do calendário do certame. Mas lá naquela época, a Ferrari não ganhou, e a McLaren nem existia.


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