domingo, 12 de novembro de 2017

Fórmula 1 2017 - GP do Brasil - Corrida


Apesar de ter perdido o título, Sebastian Vettel não jogou a toalha. O alemão venceu o GP do Brasil de Fórmula 1, tomando a posição de Valtteri Bottas logo na largada e sendo pressionado por este do início ao fim da prova.

Quanto aos seus respectivos companheiro na Ferrari e na Mercedes, Kimi Raikkonen completou o pódio, segurando o ímpeto de Lewis Hamilton, que fez uma prova espetacular tendo largado dos boxes, pois depois da batida de ontem no Q1, a equipe aproveitou para trocar mais peças do carro.

Naturalmente, depois desses, vieram os carros da terceira equipe de ponta, menos fortes do que se esperava, com Max Verstappen à frente de Daniel Ricciardo. Mas o holandês estabeleceu o novo recorde oficial de volta mais rápida de corrida no Autódromo José Carlos Pace.


Primeiro entre os mortais e com o melhor resultado possível se nada desse errado com os que estavam à frente, Felipe Massa deu à Williams um excelente 7º lugar.

Vibrou muito, ouviu um rádio de Felipinho que foi ao vivo para o mundo todo, dizendo em inglês "papai, eu estou muito orgulhoso de você, vou sempre te apoiar onde você for e te amo", e os dois subiram juntos ao pódio para uma homenagem, onde foi entrevistado por Rubens Barrichello.

Muito bonito de um jeito diferente do que foi no ano passado, também emocionante.


O brasileiro suportou, durante a maior parte da prova, a pressão de Fernando Alonso, que também terminou num ótimo 8º lugar para a McLaren-Honda. E este ainda era perseguido por Sergio Pérez, da Force India.

Fechando a zona de pontuação, veio Nico Hulkenberg, da Renault, à frente de seu companheiro, Carlos Sainz Jr.. Em 12º veio Pierre Gasly, da Toro Rosso, que vem brigando com os franceses. Depois as Sauber de Marcus Ericsson e Pascal Wehrlein, respectivamente.

E por último, Romain Grosjean, 2 voltas atrás dos líderes, depois de tomar 10 segundos de penalização, que pagou quando, aliás, já era o último colocado.

Isso porquê o francês, logo na primeira volta, no Laranjinha, perdeu o controle de sua Haas, batendo na Force India de seu conterrâneo Esteban Ocon. Foi o primeiro abandono do piloto da Force India desde a sua estreia na Fórmula 1, em meados do ano passado, pela Manor, sendo então recordista neste quesito, superando Max Chilton há pouco tempo. Foram 27 corridas cruzando a linha de chegada.

Também na primeira voltam, ficaram Kevin Magnussen, também da Haas, e Stoffel Vandoorne, da McLaren-Honda, porquê se acidentaram.

Outros abandonos foram de Lance Stroll, que viu seu pneu dianteiro esquerdo ir pro saco na penúltima volta. Mas de qualquer forma, o piloto da Williams já estava mesmo nas últimas posições. E com isso, ficou só uma etapa à frente de Massa na classificação.

E o outro carro da satélite rubro-taurina, de Brendon Hartley, também ficou pelo caminho, por causa de, isso mesmo: motor.





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Um abraço!

Márquez é tetracampeão da MotoGP


A MotoGP teve neste final de semana o GP de Valência como final da temporada, e desta, Marc Márquez, da Honda, saiu tetracampeão mundial - "só" na classe principal. Hexa, se contar com a 125cc e a Moto2.

A propósito, falando em categorias de base, os títulos destas já haviam sido decididos. Joan Mir foi campeão da Moto3 e Franco Morbidelli foi campeão da Moto2.

Voltando ao espanhol, seu rival na luta pelo título, que tinha poucas chances, mas reais, era Andrea Dovizioso, da Ducati, que fez uma temporada brilhante, conquistando belas vitórias com um equipamento um pouco inferior. Porém, caiu na final, e mesmo que assim não tivesse sido, foi atrapalhando pelo seu companheiro Jorge Lorenzo (que também caiu), conterrâneo de Márquez, o qual o ajudou a ser tricampeão em 2015, diga-se de passagem.

Depois que Dovizioso abandonou, o #93 até poderia fazer o mesmo, já que liderava. Mas depois de recuperar o controle após quase cair também, conseguiu completar o pódio. E sem desmerecer seu feito, também. Pode não ser de minha preferência pessoal, admito. Mas é um monstro sobre duas rodas. Já é um dos maiores gênios da história da categoria, me arrisco a dizer, sendo que ainda é muito jovem.

A vitória da corrida ficou com o outro piloto da equipe campeã, Dani Pedrosa. Este consequiu uma ultrapassagem sobre Johann Zarco na última volta, o que quase coroou um campeonato espetacular do estreante da Tech3 Yamaha, que teria a sua primeira vitória no topo da motovelocidade. Mas ele ainda vai vencer muito. Tenho certeza.


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sábado, 11 de novembro de 2017

Fórmula 1 2017 - A treta entre Red Bull/Toro Rosso e Renault


Notaram como, desde que Carlos Sainz Jr., foi para a Renault, ao lado de Nico Hulkenberg e, portanto, agora a equipe tem dois pilotos que pontuam, esta se aproximou da Toro Rosso na classificação do Mundial de Construtores? Hum... entre uma e outra posição, são milhões de dólares em jogo.

Então, os franceses são os fornecedores de unidades motrizes, tanto da Red Bull quanto da Toro Rosso. Porém esta, a partir do ano que vem, terá como parceira a Honda. Pois bem, isso foi decidido em setembro.

Somando a aproximação na tabela com a troca de fornecedora, coisas que aconteceram praticamente juntas e, de certa forma, uma em consequência da outra, enfim, notaram como desde então, coincidentemente ou não, os motores Renault da Toro Rosso vem quebrando bastante? Foi a mesma coisa que Helmut Marko, um dos dirigentes da Red Bull, notou. E por isso, foi visto tendo uma conversa um tanto quanto acalorada com Cyril Abiteboul, dirigente da Renault, no paddock de Interlagos.


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