sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Rubens Barrichello na Fórmula Ford em 1989


O ano era 1989, quando o jovem de 16 anos Rubens Barrichello fez sua estréia na Fórmula Ford, correndo no circuito de rua de Florianópolis. Chegou à categoria de monopostos com um respeitável currículo no kart: 5 vezes campeão paulista, 5 vezes campeão brasileiro e 1 vez campeão sul-americano.

Na Fórmula Ford, ele estreou nesta pista com pole position e vitória sob a chuva, com um carro defasado. Não foi campeão, mas no ano seguinte foi para a Europa correr na Fórmula Opel, categoria em que foi campeão em seu primeiro ano, e em 1991 conquistou mais um título na Fórmula 3 Inglesa. O último passo antes da Fórmula 1 foi a Fórmula 3000, na qual foi o 3º colocado no campeonato de 1992.
 
Curiosidade: na matéria do vídeo a seguir, é dada a informação de que Rubinho não tinha carteira de motorista, o que é óbvio pela sua idade. Ok, mas na F-Opel precisava de habilitação, e como foi para lá em 1990, ele ainda tinha apenas 17 anos. A solução? O pai de Rubinho também se chama Rubens Barrichello, e faz aniversário no mesmo dia que o filho. Sim, isso mesmo, Rubinho correu na Europa com a carteira de motorista do pai.

Um abraço!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Fórmula 1 2013 - MiniDrivers GP da Hungria

Apenas alguns comentários sobre Corolla vs Civic

Desta vez uma certa revista automotiva caprichou: mostrou o quão tendenciosa pode ser.

Na edição de agosto, na qual o novo Toyota Corolla é a capa (de novo), logo nas primeiras páginas tem uma propaganda da Honda. Já é um sinal de que esta segunda marca japonesa investiu nesta edição.

Eu não tenho nada contra o Honda Civic. Muito pelo contrário, penso que este é um ótimo carro e adoraria ter um. No que ele perde e feio para o Corolla, é em manutenção. Mas isso não lhe tira muito mérito, e o que eu li na revista foi muito desnecessário.


Sobre isto da manutenção, faço a seguinte proposta: contem quantos Civic e quantos Corolla vocês vão ver dentro de uma oficina a partir de hoje, de qualquer geração. O Civic aparece mais, para resolver algum probleminha ou outro. Principalmente no motor. Já o Corolla, é muito difícil ver um com defeito, e normalmente nessas raras ocasiões, só aparecem em uma oficina para fazer uma revisão.

A nova geração do Corolla (carro que, se somar todas as gerações, é o mais vendido do mundo) deu talvez seu maior salto das últimas décadas em relação ao seu antecessor. Mas mesmo assim a revista fez questão de dizer que este novo automóvel não se revolucionou tanto quanto foi com o Civic em 2006, que de fato, foi um estouro mesmo. Mas para quê dizer isso? Foi há anos atrás, em uma geração passada.

Em cada parágrafo tinha algum "mimimi" do tipo "ah, ele tem isso mas o Civic...blablabla". É claro que as comparações devem ser feitas, pois estes carros são rivais há décadas, mas do modo como isto foi feito ali naquela matéria, foi ridículo.

Se essa matéria foi comprada, é porque a Honda está com medo da concorrência. Do Corolla continuar sendo mais vendido. Está com medo porque sabe que as diferenças do Civic novo para o anterior, não foram lá grandes coisas. Aliás, em alguns mercados o feedback realmente não foi dos melhores. Enquanto isso, o Corolla nasceu maior e melhor do que a geração anterior (só estou esperando para ver se vai manter a confiabilidade). Agora com o novo (e que demorou anos para sair) motor de 2.0L, que o novo Civic passa a ser um pouco mais atraente do que antes.

Não é "fanboyzice", mas se tem um carro vendido aqui para o qual eu pago pau, essa carro é o Corolla. Mas um Civic é muito bem-vindo também. Inclusive, para eu não parecer tendencioso aqui (apesar de estar apenas desfazendo uma injustiça), pelo meu estilo de dirigir, sou muito mais o Civic. Normalmente prefiro emoção do que luxo. Corolla é mais voltado para o conforto, e Civic para a esportividade.



Um abraço!
Paulo Vitor