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domingo, 17 de abril de 2016

Fórmula 1 2016 - Aos 17 anos, o brasileiro Sette Câmara pilota o Red Bull RB8


Tendo ingressado na academia de pilotos da Red Bull no final do ano passado, o brasileiro Sérgio Sette Câmara que atualmente corre na Fórmula 3 Europeia, sentiu hoje pela primeira vez o gostinho de guiar um carro da Fórmula 1. Já tinha sido noticiado que isso aconteceria, mas eu preferi esperar pelo dia certo.

Foi numa exibição em Aragão, durante a etapa da Fórmula V8 3.5 (ou 3.5 V8, eles ainda parecem meio indecisos com o nome) no circuito espanhol. O carro escolhido foi o RB8, do tricampeonato de Sebastian Vettel em 2012. Bem, na verdade foi o carro que era usado por Webber, já que o alemão e os austríacos tinham um acordo de que, vencendo o campeonato, o piloto levava o carro pra casa.

O mineiro tornou-se o piloto mais jovem do Brasil a guiar um F1, aos 17 anos. Olha... talvez tenha sido até o mais precoce em geral a ter esse feito. Talvez, porque Vettel guiou uma BMW-Williams pela primeira vez quando ainda estava no colégio, tendo que pedir uma autorização especial para deixar a aula mais cedo na época. E também tem o Max Verstappen da Toro Rosso, que passou seus primeiros meses na Fórmula 1 com essa mesma idade do brasileiro.

Não foi nenhum um teste, ainda. Mas toda experiência num F1, especialmente a primeira, traz algum aprendizado. E Sette Câmara correu muito atrás disso, conversando com os engenheiros e mecânicos. Pode ser que, como outros que já tiveram essa oportunidade e não chegaram à Fórmula 1, o mesmo aconteça com ele. Mas espero que não, e acredito nele. Porque ele os rubro-taurinos não escolheram à toa, porque ele corre bem e porquê, como podem ver, ele quer aprender tudo o que precisa o mais cedo possível. E como me lembraram nos comentários de um grupo no Facebook, "para ter o recorde de volta em Macau num F3, esse cara tem que ser bom".

Se nos próximos dias a Red Bull liberar um vídeo com as proezas do piloto, eu o trago para cá em um outro psot só para este fim. E acelera, Sérgio!


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Um abraço!

sábado, 9 de abril de 2016

Conheçam mais esportes a motor


Bem-vindos ao maravilhoso mundo dos esportes a motor! Que é muito mais amplo do que imaginamos. Eu mesmo conheço pelo menos uma nova categoria todos os anos.

Coitado daquele que acha que a Fórmula 1 é tudo o que há de esporte a motor no mundo. Ela é a maior categoria, sem dúvidas, no sentido de ser a que tem maior audiência mundial, chega a todos os cantos do planeta e tem mais dinheiro circulando. Mas boas e más corridas, nós temos nessa e em outras categorias.


Quando o leigo sabe um pouquinho mais, conhece a IndyCar, aliás, a "Fórmula Indy", como chamam (até nós que somos mais íntimos, acabamos pegando esse hábito). Uns dão valor. Outros "ai, é só virar pra um lado, qualquer um ganha". Olha, uma parte é verdade: literalmente, qualquer um pode gahar. Ótimo, não? Muito mais equilíbrio e competitividade! Mas de fácil, os ovais não tem nada. Inclusive do Indycar para o carro da NASCAR - essa sim menos conhecida por aqui-, são exigidas diferentes técnicas de pilotagem, em pistas iguais. E nas duas, diga-se de passagem, existem os circuitos mistos e, no caso dos monopostos, os circuitos de rua.

Se não conhecem, deem uma chance e tentem entender, que eu garanto que assistirão provas de tirar o fôlego. Mas se quer uma coisa ainda mais dinâmica, vamos para as duas rodas.


MotoGP! Tanto na categoria principal, como nas de base, Moto2 e Moto3, podem dar corridas espetaculares! Eu mesmo não era muito de acompanhar e, quando comecei a assistir mais de uns 2 anos pra cá, me arrependi de não tê-lo feito desde bem antes.

Voltando para as quatro rodas, nos últimos anos o WEC tem crescido, e temos a girininha da Formula E, mas que já chama muita atenção. São categorias completamente diferentes.


A primeira é o endurance, em que, diga-se de passagem, destaca-se muito mais o trabalho em equipe, como é em qualquer esporte a motor. São corridas de longa duração, então o carro deve aguentar isso, e os pilotos também - por isso são uns três por carro, geralmente. Sendo assim, não dá pra ir com a faca nos dentes em todas as voltas para não correr riscos desnecessários, nem andar devagar demais, porque a longo prazo isso prejudica muito. É outro ritmo, outra estratégia. Uma prova de resistência, mas não por isso menos emocionante. Tem que ter muita atenção e paciência para apreciar.

Nos monopostos elétricos, uns dizem que está o futuro. Por mim, conversa fiada, mas as corridas são ótimas, sim. Que nem no WEC, apesar da duração ser curta, primeiro deve-se garantir estrategicamente, que o carro chegará ao final, devido ao consumo de bateria regulado pelo piloto, proporcionalmente a potência gerada. E como os carros são quase totalmente iguais, temos muita disputa aqui também.


Categorias de base são sempre válidas também, mesmo que seja para ver um festival de barbeiragens entre a molecada. As Fórmula 4, Fórmula 3, a Fórmula 3.5 V8 (World Series by Renault, até o ano passado), GP3 e GP2 Series... até para nos lembrarmos que aquele pessoal na elite, mesmo com um necessário suporte financeiro para todos eles - pelo menos no início -, não chegaram lá à toa.

Por último, mas não menos importante, a ampla gama de turismo. Aqui rola até uma troca de tintas. Stock Car, DTM, V8 Supercars, campeonatos de marcas específicas e por aí vai.


Explorem o grande mundo dos esportes a motor, galera! Não vão se arrepender! Eu cheguei ao ponto de, duas vezes, assistir corrida de cortadores de grama (é sério), haha.


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Um abraço!

terça-feira, 29 de março de 2016

Fittipaldi é 6º em teste da F-3.5 V8 liderado por Panis


Aurelien Panis liderou a primeira sessão de testes da Fórmula 3.5 V8 hoje em Barcelona, na Espanha, pela Arden. Sim, Panis, você já viu esse sobrenome antes. Isso mesmo, é filho de Oliver Panis, ex-piloto de Fórmula 1. Aurelien foi o mais rápido tanto de manhã quanto à tarde.

Foi uma dobradinha francesa, pois em 2º lugar pela AVF, veio Tom Dillmann.


Estreante da Fortec, Pietro Fittipaldi fez o 6º melhor tempo, quase 1 segundo atrás do líder. Ele já tem alguma experiência com esse carro, de quando a categoria era World Series by Renault, mas, nada mal.


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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Pietro Fittipaldi vai para a Fórmula 3.5 V8


Pietro Fittipaldi continuará correndo pela Fortec Motorsports em 2016, mas não na Fórmula 3 Europeia. O neto de Emerson estará um degrau acima, na Fórmula 3.5 V8 (novo nome da World Series - não mais - by Renault - WSR).

Importante ressaltar que a Fortec foi campeã da categoria no ano passado, com Oliver Rowland. E também que Pietro já tem alguma experiência com esse carro, pois fez testes tanto em 2014 quanto em 2015, e andou bem.


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Um abraço!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

World Series by Renault vira Fórmula 3.5 V8


Como já era previsto, a World Series by Renault teve seu último ano com suporte da marca francesa, que irá se retirar do campeonato em 2016, dedicando-se mais a sua volta para a Fórmula 1.

Sendo assim a categoria volta às mãos de Jaime Alguersuari, pai do piloto que tem o mesmo nome. O espanhol é chefe na empresa RPM Racing, que já geriu a World Series anos atrás. Porém, agora, irá se chamar Fórmula 3.5 V8, em referência aos motores que os monopostos utilizam.

A F3.5 V8 terá 9 rodadas duplas em 2016, sendo elas em: Motorland, Hungaroring, Spa-Francorchamps, Paul Ricard, Silverstone, Red Bull Ring, Monza, Barcelona e Jerez. Acompanhando o GT Open ou o WTCC.


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Um abraço!